quarta-feira, 9 de abril de 2014

A importância de se aprender uma nova língua

    Em um mundo globalizado, onde todos os povos estão interligados pela tecnologia e pelos negócios associados a esta tecnologia, as pessoas precisam estar aptas a se inserirem nessa dinâmica veloz. Não somente estarem inseridas, mas capazes de serem atuantes em um mundo dinâmico e exigente. Para isso cada um precisa estar em constante processo de aprendizagem e evolução, tanto na vida adulta como na infância e na adolescência.
    Muitos pais se questionam sobre o momento certo de investirem na educação de seus filhos, de capacitarem o pequeno a acompanhar a velocidade do mundo moderno. Para isso nossos filhos precisam saber outras línguas além da língua natal. 
    No passado, saber inglês ou espanhol era uma opção já que o sucesso na vida adulta não dependia tão fortemente do conhecimento e fluência em outros idiomas. Contudo, nos dias atuais saber uma segunda língua é fundamental para o sucesso de uma pessoa. Por essa razão enquanto pais responsáveis e preocupados com o futuro de nossos filhos precisamos pensar no momento certo de investir no aprendizado de um novo idioma.
  Pesquisadores de diversas áreas apontam que os pequenos apresentam as melhores condições neurológicas para aprender uma segunda língua, não havendo dificuldades de aprendizagem ou mesmo traumas que dificultem o estudo de um novo idioma. Quanto mais cedo investirmos no aprendizado de outras línguas mais facilmente nossos filhos irão adquirir esse conhecimento.
    O momento certo de investir na aprendizagem de um novo idioma é desde os primeiros anos de vida, em toda e qualquer situação onde possamos transmitir algum novo conteúdo que possa complementar os trabalhos feitos tanto pela escola regular como pela escola de idiomas.   

Um comentário:

  1. Acho que o momento certo depende se seu filho esta ou não preparado. claro que quanto mais cedo melhor...
    não acredito em escola bilíngue, acho que a criança fica perdida, principalmente as escolas estrangeiras onde não se formam cidadães brasileiros.

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