Dicas para a mamãe

SEU DENTE QUEBROU? SAIBA O QUE FAZER

De acordo com especialista da Caixa Seguradora Odonto, o indicado é armazenar o fragmento em leite, água ou soro fisiológico e procurar imediatamente o seu dentista

Apesar de serem consideradas estruturas muito fortes, os dentes podem quebrar, lascar ou cair. Um tombo inesperado, uma pancada em um jogo de futebol, o consumo de alimentos duros e até mesmo o bruxismo estão entre as principais causas das fraturas dentais.

A quebra de um dente pode causar dor, sangramento, desconforto e constrangimento estético. Porém, antes de se desesperar, é preciso saber o que fazer exatamente para minimizar os danos. Segundo Rosane Menezes Faria, dentista da Caixa Seguradora Odonto, a orientação é tentar guardar o pedaço do dente fraturado. “É indicado armazenar o fragmento em leite, água ou soro fisiológico e procurar imediatamente o seu dentista. Além disso, é preciso retirar a sujeira ou os fragmentos de dentes da área ferida e higienizá-la com água morna”, afirma.

Caso haja sangramento, Rosane conta que a primeira medida a ser tomada é estancar com uma gaze embebida em água fria. “Pressione o local machucado, sem fazer muita força, até que ele diminua. O próximo passo é fazer um bochecho para tirar todo o resíduo de sangue da boca e limpar a região afetada. Não aplique medicamento creme dental, pois eles podem causar irritação”. Depois do bochecho, a recomendação da especialista é que seja colocado gelo no local.

Tratamento

De acordo com Rosane, da Caixa Seguradora Odonto, a forma de restauração de um dente quebrado vai depender do tipo de dano causado “O dentista irá avaliar as opções possíveis. No caso de quebra de apenas um pequeno pedaço do dente, é possível que o fragmento guardado possa ser colado ao dente, ou o formato dele seja reconstruído com resina” esclarece. Já se houver uma quebra maior por baixo da linha óssea, Rosane  pontua que geralmente extrai-se o dente (ou o que restou dele) e coloca-se um implante no seu lugar. “No entanto, se o dente definitivo tiver quebrado acima da linha óssea, o dente pode ser desvitalizado, reconstruído e levar uma coroa nova”.

Dente de leite

Em relação ao dente de leite, caso aconteça a queda por inteiro devido a algum acidente, a orientação é não realizar o reimplante. “Isso porque há um risco de prejudicar a dentição permanente que está por vir. Porém, essa questão não anula a necessidade de uma consulta ao dentista, visto que o profissional irá verificar a possibilidade de colocar um aparelho para manter o espaço aberto enquanto o novo dente não nasce”, orienta. Já se o dente não cair por completo, é preciso levar, o mais rápido possível, o pedaço que restou ao dentista para verificar a possibilidade e necessidade do profissional realizar a colagem. “Também pode acontecer a intrusão dental,  que é quando o dente entra na gengiva com a força do impacto, podendo afetar a formação do permanente”, alerta Rosane.

Por fim, após a realização do tratamento, seja ele qual for, os dentes fraturados devem passar por um acompanhamento com visitas periódicas ao dentista para verificar se não há complicações tardias, como lesões, infiltração ou alteração da cor. “Para tentar precaver rachaduras, é indicado evitar comidas muito duras e usar protetores bucais no caso da prática de esportes de contato, como futebol, boxe, entre outros”, conclui.

Facilidades da Caixa Seguradora Odonto

Com o intuito de oferecer o devido amparo aos beneficiários do plano odontológico, a Caixa Seguradora Odonto  oferece atendimento para situações de urgência, como a quebra de um dente, por exemplo, já em 24h após a data da compra. Entre os procedimentos abarcados pela cobertura da operadora, está o reimplante de dente avulsionado.

São mais de 70 mil prestadores de serviços cadastrados e também há isenção de pagamento de crianças dependentes de 0 a 3 anos. Todos os planos possuem abrangência nacional, possibilitando um atendimento de qualidade onde o cliente estiver.

Sobre a CAIXA SEGURADORA ODONTO
A Caixa Seguradora Odonto é uma das maiores operadoras de planos odontológicos do Brasil. Com mais de 20 anos de experiência no segmento, a empresa oferece diversas opções de planos individuais e corporativos. Atualmente, a Caixa Seguradora Odonto conta com 550 mil beneficiários, 7.500 pontos de atendimento e mais de 25 mil opções de atendimento em todo o Brasil. A empresa faz parte da Caixa Seguradora, uma união bem sucedida entre duas instituições: a CNP Assurances, líder do mercado francês em seguros de pessoas, e a Caixa Econômica Federal.





CONHEÇA OS MITOS E VERDADES SOBRE O MAU HÁLITO


Dentista da Caixa Seguradora Odonto esclarece as principais dúvidas sobre o assunto

Problema que acomete milhões de brasileiros, o mau hálito, também conhecido como halitose, pode prejudicar a vida pessoal e até profissional de quem sofre com o distúrbio. Na grande maioria dos casos, a origem é na própria boca, mas pode ser originado também nas vias aéreas superiores e por doenças metabólicas ou sistêmicas. Segundo Rosane Menezes Faria, dentista da Caixa Seguradora Odonto, manter uma higiene bucal, com a escovação e uso do fio dental, é o caminho para combater o mau hálito. 

Porém, apesar de ser algo comum, ainda existem muitas dúvidas em relação à questão. Pensando nisso, a especialista listou quatro mitos e quatro verdades sobre o mau hálito. Confira:

Ficar muito tempo em jejum pode acentuar o mau hálito
Verdade. Quando o indivíduo fica muito tempo sem ingerir nenhum tipo de alimento o organismo começa a liberar ácidos graxos. “Tais substâncias automaticamente geram o mau hálito. Portanto, minha orientação é que a pessoa coma de três em três horas”, afirma Rosane.

Quem tem halitose geralmente percebe
Mito. A dentista informa que, na verdade, o indivíduo que possui mau hálito acaba não se dando conta. “Isso acontece porque o sistema do corpo que identifica odores se adapta ao cheiro e o portador nem percebe que seu hálito incomoda”, explica.

O consumo excessivo de proteínas de origem animal é inimigo do hálito fresco
Verdade. O consumo excessivo de proteínas pode potencializar o aparecimento do odor indesejado, pois as mesmas contribuem para a mudança do pH alcalino, o que propícia o desenvolvimento de bactérias. “As proteínas de origem animal ainda favorecem a formação de muco, fator que causa o acúmulo de biofilme lingual, conhecido como saburra, que é um dos principais vilões do bom hálito”.

Quem usa prótese dentária tem mais facilidade em ter mau hálito
Mito. O problema não é a utilização da prótese, mas sim a má higienização da mesma.  “Caso a limpeza não seja feita de maneira adequada, é muito provável que bactérias se acumulem, o que pode resultar no mau hálito”, alerta.

Ingerir mais vegetais e frutas auxilia no combate ao mau hálito
Verdade.  Alimentos como maçã, cenoura e pepino, quando comidos crus e com casca, realizam uma espécie de raspagem dos dentes que complementa a ação de limpeza do fio dental. “Assim, ocorre o impedimento do acúmulo de bactérias que causam odores indesejados”, explica.

Mascar chiclete sem açúcar acaba com o mau hálito
Mito. Os chicletes, principalmente os isentos de açúcar, estimulam a salivação, o que pode mascarar o mau hálito. “No entanto, é um efeito passageiro que, certamente, não acabará com o problema”, pondera Rosane.  

O uso do aparelho ortodôntico pode contribuir com a halitose
VerdadeEm pesquisa feita pela ABHA (Associação Brasileira de Halitose) com 254 jovens de 12 a 19 anos, 37% dos adolescentes apresentavam ou já tiveram problemas de halitose. Dentre eles, 21% contaram que o mau hálito começou logo após o início do uso do aparelho ortodôntico.

“O uso de aparelhos ortodônticos, principalmente o fixo, dificulta a higienização, uma vez que aumenta a retenção dos alimentos. Nesse caso, a orientação é ter ainda mais cuidado com a escovação, além de utilizar uma escova interdental, já que limpa entre os dentes e por dentro dos brackets”.

O mau hálito é um problema sem cura
Mito. O distúrbio tem cura em aproximadamente 100% dos casos. "Para tanto, é imprescindível que o paciente visite seu dentista para que o profissional identifique a real causa do problema e passe o tratamento mais adequado para o caso”, conclui a dentista da Caixa Seguradora Odonto.

Sobre a CAIXA SEGURADORA ODONTO
A Caixa Seguradora Odonto é uma das maiores operadoras de planos odontológicos do Brasil. Com 25 anos de experiência no segmento, a empresa oferece diversas opções de planos individuais e corporativos. Atualmente, a Caixa Seguradora Odonto conta com 550 mil beneficiários, 7.500 pontos de atendimento e mais de 25 mil opções de atendimento em todo o Brasil. A empresa faz parte da Caixa Seguradora, uma união bem sucedida entre duas instituições: a CNP Assurances, líder do mercado francês em seguros de pessoas, e a Caixa Econômica Federal.

8 dicas para utilizar as redes sociais de forma profissional

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH

Muitas pessoas pensam nas redes sociais apenas como uma ferramenta para descontração, o que não está errado, desde que tomados os devidos cuidados, contudo, uma boa parcela mais antenada já percebeu que o uso adequado dessas ferramentas de comunicação pode potencializar as carreiras, promovendo o crescimento profissional e o network.

Mas, como saber esse limite? Simples, basta levar em conta que nesse novo mundo online que muitos estão descobrindo são necessários muitos cuidados similares aos que tomamos em nosso dia a dia, nos passeios, no trabalho ou em casa. O recomendável para se valorizar é dar foco adequado ao que é positivo e evitar exposições desnecessárias.

Para isso preparei algumas dicas para quem quer crescer profissionalmente utilizando as redes sociais, seja ela mais profissional, como o LinkedIn, ou mesmo o Facebook:


  1. Amplie seus contatos qualificadamente –é interessante ter um amplo grupo de amigos, assim busque amizade online com pessoas que tenha contato e ache interessante profissionalmente. Contudo, se preocupe mais com a qualidade do que com a quantidade, não precisa ir convidando todo mundo que conhece ou que é ‘amigo do amigo’ para ser seu amigo, isso pode não soar bem!
  2. Valorize suas conquistas profissionais –mostre ações que realizou que tiveram sucesso, resultados de projetos que foram interessantes ou titulações alcançadas, contudo, evite se autopromover demasiadamente, pois isso pode soar arrogante. E busque, com permissão prévia, marcar as pessoas que estavam envolvidas nos trabalhos, de forma elegante, pois isso aumenta sua visibilidade.
  3. Publique com inteligência –cada vez mais se multiplicam publicações vazias, assim busque se diferencias com publicações pertinentes. Evite postes irrelevantes que possam atrapalhar sua imagem. Busque levantar assuntos relacionados ao seu campo de atuação.
  4. Evite debates inúteis –nas redes sociais existem momentos tensos, de debates políticos, religiosos e outros similares, contudo, por mais que possa ‘coçar’, evite entrar nesse tipo de conversa. Repare que geralmente essas não levam a lugar nenhum e não terminam bem. Sem contar que você não sabe qual o posicionamento de seus parceiros de negócios
  5. Cuidado com as características das redes –Não é por que o Linkedin tem um lado mais profissional e o Facebook é mais aberta que deverá tratar a segunda com maior desleixo, saiba que parceiros e recrutadores também entrarão nessa rede. Assim, é importante que a pessoa tome cuidado em não colocar coisas irrelevantes em cada um deles.
  6. Pense antes de curtir uma publicação ou página – Antes de curtir e compartilhar um texto, leia atentamente para ver se não nada nas entrelinhas. E se for curtir uma página ou participar de uma comunidade, pesquise antes, evite as que que incitem o ódio ou o preconceito
  7. Antes de escrever algo pense –Analise os pontos positivos e negativos de uma postagem. Sei que parece chato, e tira um pouco a graça dessas redes, mas essa é a única forma de garantir que o postado nas redes sociais não interferirá no lado profissional. As pessoas hoje tem acesso ao que você faz 24 horas. Por isso, preserve sua imagem. Lembrando que ser feliz não o que se está na rede mundial.
  8. Evite situações não profissionais – multiplicam-se as fotos de baladas, roupas de banho e bebedeiras nas redes, será que é interessante. Não cabe a ninguém julgar o estilo de vida das pessoas, mas se expor de forma inadequada trará consequências negativas para imagem de um profissional. Todos estão expostos a avaliações, por isso pode ter certeza que isso contará na hora que olharem, e não adianta bloquear o acesso das pessoas as suas fotos nas redes sociais e achar com isso que está segura, ledo engano, pois outras pessoas poderão compartilhar a mesma foto, e assim de nada adiantou essa preocupação.




5 mitos e verdades sobre amamentação: da sabedoria popular até a científica



Desmistifique as tradições sobre os primeiros passos de como cuidar do seu bebê

O leite materno é a melhor opção nutricional para o bebê. Porém, nem sempre este processo ocorre de forma descomplicada e o que deveria ser um momento único, de vínculo entre a mãe e a criança, pode gerar momentos de frustração e desconforto.

O período de 6 a 8 semanas após o parto, durante o qual o corpo sofre uma série de alterações para retornar ao estado como era antes da gestação, é uma fase em que a mulher necessita de apoio do companheiro e dos familiares. Em alguns casos, este período se torna conflitante pois com muitas pessoas ao redor, é esperado que todos tenham a intenção de influenciar através das suas crenças e experiências.
Quando o assunto é amamentação, o debate entre as orientações médicas e as práticas vividas pelas avós e mães acontecem com uma certa frequência. Todavia, é realmente necessário criar este abismo entre as recomendações dos profissionais da saúde e as experiências vividas pelas mães e avós sobre a melhor forma de cuidar dos bebês?

Para esclarecer dúvidas sobre este importante tema, a especialista e enfermeira em maternidade da Medela, Priscila Preissler, desvenda 5 mitos e verdades sobre amamentação:

1.Quando a mãe retorna ao trabalho, é impossível continuar oferecendo leite materno ao bebê. MITO!
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Após a licença maternidade, que normalmente finaliza quando a criança tem de 4 a 6 meses de idade, se for o desejo da mãe continuar amamentando, é possível manter a produção do leite e continuar ofertando ao bebê. Atualmente, extrair o leite materno é uma prática acessível, facilitando o retorno da mãe para suas atividades, sem perder os benefícios do aleitamento. As bombas para extração de leite materno da Medela, por exemplo, podem ser utilizadas no trabalho ou em qualquer lugar, pois são práticas, portáteis e imitam o padrão de sucção do bebê. O leite extraído pode ser armazenado no refrigerador por 12 horas ou no congelador por até 15 dias. Existem várias opções para ofertar o leite para a criança, o ideal é que a mãe consulte um profissional da saúde para entender qual a melhor indicação.

2. Amamentar necessita de paciência. VERDADE!
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Apesar de ser um ato natural, amamentar é uma ação que deve ser aprendida. Durante o processo surgem vários questionamentos. Muitos são os obstáculos que a mãe pode enfrentar durante a jornada, e é necessária paciência e força de vontade para vencê-los. Entre as dificuldades: falta de conhecimento e conscientização da população e dos profissionais da saúde; culturas, crenças e mitos; condutas inapropriadas e pouca qualificação dos profissionais.

3. O bebê deve mamar a cada 3 horas. MITO!
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Muitos profissionais ainda orientam às mães a oferecer o seio ao bebê a cada 3 horas, o que na prática gera dúvida, pois se o filho(a) chorar após 1 hora da mamada, a mãe deve ou não oferecer o seio novamente?Hoje trabalha-se com o conceito de livre demanda para alimentação da criança, sem horários pré-estabelecidos, atendendo as necessidades calóricas e emocionais do bebê, quando ele quiser, pelo tempo que ele quiser.

4. É necessário oferecer chá ou suco para o bebê antes dos 6 meses para suprir sua sede. MITO!
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O aleitamento materno é responsável pela influência positiva na sobrevivência, na saúde e no desenvolvimento das crianças. Muitos efeitos positivos do leite materno, como a proteção contra infecções, são mais evidentes se a amamentação for exclusiva nos primeiros meses de vida, pois a ação protetora contra diarréias e doenças respiratórias pode reduzir quando a criança recebe, além do leite materno, qualquer outro alimento.

5 . As mães devem evitar a cafeína e cortar a bebida alcoólica. VERDADE!
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Muitas substâncias e alimentos podem alterar a composição do leite. Deve-se evitar doses excessivas de cafeína, pois pode deixar o bebê irritado e sem sono e o álcool, que destrói as células nervosas e deixa o bebê sem fome, levando ao baixo ganho de peso. Deve-se também evitar o tabagismos e tomar cuidado com o consumo de certos medicamentos.




Documentarista fará palestra sobre a Pré-História no Museu Catavento



“Narrativas na Pré-história” fala de ciência, natureza, aventura, extinção e como o homem se relaciona com as outras espécies.

Nos dias 24 e 25 de junho os visitantes do Museu Catavento, museu de Ciência e Tecnologia da Secretaria da Cultura do Governo de São Paulo, poderão conferir uma palestra com o documentarista Tulio Schargel sobre a Pré-História. A apresentação dura cerca de 50 minutos e terá início às 14h30 no auditório do museu.

Com mais de 30 anos fazendo imagens subaquáticas e 17 filmes documentários produzidos para TVs de vários países, Túlio passou a se dedicar à educação ao transformar um de seus premiados filmes em projeto didático-cultural inovador intitulado: “Megafauna – Narrativas na Pré-História”. O projeto Megafauna está em seu 4˚ ano e já foi visto por mais de 30 mil pessoas em 17 municípios do Estado de São Paulo.

O documentário mostra como foram encontrados cerca de 4 mil ossos coletados, que pertenceram a 45 espécies diferentes de animais extintos bem como animais da fauna ainda existente. Para as apresentações no Catavento serão exibidas partes do filme original, comentadas pelo documentarista, com referências aos painéis e réplicas fósseis.

O filme já foi exibido em mais 60 países (Rússia, Japão, Bélgica, Austrália, China, EUA etc...). No Brasil, estreou no canal National Geographic e está sendo exibido pela BBC-HD. Conquistou três prêmios internacionais: o Prêmio Especial de Júri para Divulgação Cientifica (Espanha) em 2009, Golden Dragon Award (China) em 2008 e Medalha de Ouro no AMIF (França) em 2007.

Sobre o Projeto:
O projeto “Megafauna – Narrativas na Pré-História” traz informações sobre animais de uma pré-história “recente”, que viveram nas Américas e conviveram com nossos antepassados. Para captar a atenção dos espectadores Túlio Schargel mistura filme, exposição museológica e painéis informativos. Todo material apresentado foi elaborado com base em minuciosa pesquisa paleontológica no Poço Azul, localizado na Chapada Diamantina, na Bahia. O Poço Azul fica em uma caverna alagada que abrigou, durante milhares de anos, ossos de animais extintos como a preguiça gigante e o tigre dentes-de-sabre.

Serviço:
Palestra: Narrativas na Pré-história
24 e 25 de junho de 2017 – 14h30

Local: Auditório (retirar senhas na bilheteria)

Museu Catavento
Onde: Palácio das Indústrias - Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II, Centro – São Paulo/SP.
Telefone: (11) 3315-0051
Quando: terça a domingo, das 9h00 às 17h00 (bilheteria fecha às 16h00).
Quanto: R$ 6 e meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência. Entrada gratuita aos sábados.
Idade mínima para visitação: recomendado para crianças a partir de seis anos.
Acesso por transporte público: estação de metrô Pedro II e terminal de ônibus do Parque Dom Pedro II.
Estacionamento: R$ 15 até 4 horas (para visitantes do museu). Adicional por hora: R$ 5,00 (capacidade para 200 carros). Ônibus e vans: R$30,00. Adicional por hora: R$ 10,00.
Infraestrutura: acesso para pessoas com deficiência locomotora.

Sobre o museu
O Museu Catavento foi inaugurado em março de 2009 e tem mais de 250 instalações divididas em quatro seções (Universo, Vida, Engenho e Sociedade). Cada seção foi elaborada com iluminação e sons diferentes, que contribuem para criar atmosferas únicas e envolventes. Atrações como aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma maquete do sol e uma parede de escaladas onde é possível ouvir histórias de personalidades como Gengis Khan, Júlio César e Gandhi, são apenas alguns exemplos de como o visitante pode aprender e se divertir ao mesmo tempo. No local também é possível conferir as atrações da Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo, que teve seu acervo transferido para o Catavento no início de 2011. Entre os principais equipamentos estão a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra que pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936), que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial.

Para conhecer a programação cultural de todo o estado, acesse a plataforma SP Estado da Cultura – www.estadodacultura.sp.gov.brAcompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais:

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Mães e sua falta de tempo


Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade e CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Autor dos livros "A Tríade do Tempo"; "Você, Dona do Seu Tempo"; "Estou em Reunião" e co-autor do "Mais Tempo, Mais Dinheiro" e "Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?".




A rotina de uma mãe é, geralmente, bastante exaustiva. Acordar cedo, preparar os filhos para a escola, ir para o trabalho ou ficar administrando as necessidades da casa é uma verdadeira maratona. Hoje, grande parte das mulheres – sejam elas mães ou não - tem um número maior de papéis relacionados às áreas importantes da vida para desempenhar. E esse é um dos motivos pelos quais se deparam diariamente com tarefas urgentes e se tornam mais estressadas. 

Mas falando especificamente para aquelas que tiveram filhos, o papel principal que desempenham, o que demanda mais dedicação, é justamente o de “ser mãe”. A maternidade é uma experiência singular, porém o que preocupa grande parte delas é a falta de horas no dia para conciliar todas as atividades e realizá-las com mais tranquilidade.

Assim como para boa parte das pessoas, o problema dessas mulheres não está na falta de tempo, mas na forma como ele é administrado. Um dia sempre terá 24 horas, então o primeiro passo para torná-lo mais produtivo é reduzir as tarefas circunstanciais. Essas são as atividades que não trazem algum resultado para a vida – como reuniões desnecessárias, spams e ligações telefônicas sem sentido – e devem dar lugar ao que realmente é importante. 

Aprender estratégias eficazes de planejamento e gestão do tempo é fundamental. Às vezes, é preciso entender que não dá para fazer tudo em um único dia. Cada vez mais, é preciso saber selecionar as atividades e pessoas, aprender a usar a palavra “não” e a delegar tarefas. Em casa, por exemplo, assumir sozinha todas as responsabilidades gera mais cansaço e deixa a mulher realmente sem tempo para estar com a família. Todos podem e precisam colaborar! Essa é uma forma saudável de equilíbrio e de cumplicidade no relacionamento.  

Tente também reunir a família no domingo para, juntos, planejarem a semana. Novas tarefas surgirão nos dias seguintes, mas vocês podem colocar em uma agenda ou até num software suas obrigações e compromissos. Lembre-se de reservar um tempo para atualizar seus e-mails e inclua sempre tarefas pessoais, como passar no salão de beleza.

Graças aos imprevistos, nem sempre o planejamento é totalmente executado. A luta, então, é para tentar antecipar ao máximo as urgências, que demandam muito tempo. Por isso, nunca planeje 100% do seu dia.  Deixe pelo menos 30% do tempo livre para essas situações inesperadas. Sempre que possível, comece pelas atividades mais simples e fáceis, depois foque em resolver as urgências para então dedicar tempo às tarefas realmente importantes.

Ser uma boa mãe, esposa e profissional bem-sucedida não é fácil, mas é possível com estratégias e planejamento definidos. Isso significa, por exemplo, momentos curtos, constantes e com alta qualidade com os filhos. Se não for possível dedicar horas do seu dia para as crianças, destine 20 ou 30 minutos pelo menos, mas se empenhe para que sejam instantes comprometidos em ouvir, brincar e viver. Desligue-se das preocupações diárias, deixe de lado o celular e foque sua atenção nos pequenos. Esses intervalos regulares com qualidade contribuem para que os filhos percebam a presença materna.


Sobre esse assunto, precisamos admitir: ainda que as mães pareçam os seres mais fortes do mundo, elas precisam de ajuda, um bom planejamento e organização para exercerem de melhor maneira possível os seus tantos papéis.  




Como preparar o pet para a chegada do bebê?




Veterinário dá dicas de como adaptar os animais de estimação aos novos integrantes da casa

A chegada de um bebê pode gerar ciúmes no animal de estimação e insegurança nos pais. Para evitar acidentes e situações que podem gerar desconforto nesse momento tão importante para a família, o veterinário e fundador da rede Animal Place, Jorge Morais, dá algumas dicas. Veja abaixo: 

- Não afaste o animal de estimação durante a gestação. É essencial que ele tenha, desde cedo, contato com as modificações do ambiente e nas formas de sua tutora

- Deixe o pet visitar o quarto do bebê. Permita que ele vivencie essa nova condição familiar.

- Dedique muito carinho e atenção ao bichinho, ele não pode -e não deve- sentir-se excluído. 

- Evite zelos em excesso, como a exclusão total de barulhos. Além de, potencialmente, gerar insegurança, pode ainda -em casos de animais dominantes-, estimular a agressividade. 

- Cuide da saúde do animal. Animais saudáveis não transmitem doenças. 

- Em casos de animais mais agressivos ou com desvios relevantes de conduta, o melhor é consultar um especialista em comportamento. Somente ele poderá orientar para fazer a adaptação da melhor forma possível. 
Sobre Animal Place

Criada em 1997 pelo veterinário Jorge Morais, a Animal Place é focada em cuidados para animais de estimação. A rede de franquias oferece a integração de serviços de hospital veterinário, centro estético, loja e franquias, com soluções criativas e atraentes para os clientes. Todas as lojas disponibilizam espaços exclusivos para felinos e filhotes, em que os profissionais têm controle de ruídos , stress e baixo risco de contaminação. Mais informações: www.animalplace.com.br




O que dar aos nossos filhos?

Dar atenção aos filhos é papel dos pais, mas não podemos errar na mão. Há pais que dão atenção demais, e acabam colocando seus filhos como centro do universo... Estes pais tem dificuldades em colocar limites, não preparando os pequenos para as frustrações e desafios inerentes da vida. Nesses casos ao invés de ajudarem seus filhos a se tornarem adultos preparados os pais estão criando adultos inseguros e intolerantes a frustração.

Há outros casos onde os pais não se dedicam ou se dedicam muito pouco aos filhos. Acabam passando para eles uma mensagem de rejeição e falta de amor, que infelizmente também acaba construindo adultos inseguros e com problemas para lidar com os desafios da vida. Em síntese, ter filhos envolve muitas responsabilidades em relação a quem eles serão. Não é mesmo?

Contudo, há um caminho que se seguirmos de fato construirá um filho ou uma filha saudável. Equilíbrio é a palavra! Tudo que pudermos proporcionar aos nossos filhos, com moderação e equilíbrio, o preparará para o futuro.Atenção, carinho e amor nas horas certas; rigidez, cobranças, críticas construtivas quando necessárias; além é claro de comunicação e respeito.


Vamos pensar em ter equilíbrio com nossos filhos, tudo na medida certa. Assim estaremos fazendo nosso melhor ara eles!!!




O grito de nossos filhos


Nada irrita mais alguns adultos do que ouvir os gritos de uma criança. E nós, pais, muitas vezes acabamos enlouquecendo com os gritos de nossos filhos. A sociedade encara o gritar como uma falta de educação, falta de controle ou mesmo uma explosão de sentimentos da criança. Mas será que podemos resumir o gritar a estas explicações?

Psicólogos de diferentes abordagens entendem que o grito pode significar diversas coisas dentro do universo da criança, desde uma explosão de sentimentos positivos (como a alegria) até uma revelação de sentimentos negativos que estavam sendo escondidos pela criança. Muitas vezes a criança, por estar em formação e ainda não dominar plenamente a comunicação, acaba não entendendo ou não conseguindo descrever o que sente. Nestes momentos o grito pode surgir até como um pedido de ajuda...

Se a criança não está conseguindo colocar limites no outro, está sofrendo por algo dentro da sua dinâmica familiar, ou está angustiada por algo que ela esteja vivendo pode surgir um grito doloroso e revelador de nossos filhos. Não podemos interpretar, em um primeiro momento, o grito como algo negativo. É interessante buscar entender o que está por trás do grito.


Enquanto pais precisamos educar nossos filhos, mas não podemos reprimi-los. Precisamos olhar ao nosso redor, nos questionar para além do que está aparente, entendendo o que o grito quer nos dizer. Entendendo podemos agir de maneira muito mais eficaz para ajudar nosso filho a lidar com este sentimento.




Dia das Crianças!!!


Chegamos a mais um Dia das Crianças, onde nossos filhos estão alegres tanto pelo feriado escolar quanto pelos presentes que este feriado promete. Porém, o clima em nosso país não está nada bom... Muitos estão desempregados, e a inflação alta faz com que a cada ida ao supermercado compremos menos gastando a mesma quantidade de dinheiro.

Diante desses desafios financeiros e práticos, sem mencionar o clima de desânimo nas ruas pela crise financeira, precisamos encontrar força e alegria dentro de nós para poder proporcionar aos nossos pequenos um Dia das Crianças divertido e inesquecível. Como é feriado podemos inventar um passeio a um lugar novo, envolvendo pouco ou nenhum gasto de dinheiro. Não importa quanto custa, mas sim o grau de descontração e alegria que determinado local pode proporcionar aos nossos filhos.

Podemos também inventar brincadeiras em família, para que possamos fazer algo diferente com eles. A internet está repleta de sugestões, inclusive de tabuleiros para imprimir e podermos montar nossos próprios jogos com nossas crianças.Jogos em família são divertidos e estreitam nossos laços. Vale muito a pena!!!

Em se tratando de presente... Este sim pode ser um grande desafio nesses tempos de vacas magras. Podemos e devemos contextualizar nossos filhos sobre a crise, sobre não podermos gastar muito dinheiro, inclusive aproveitando o momento para passar às crianças o verdadeiro valor do dinheiro. Dentro das nossas possibilidades, e utilizando a nossa criatividade, podemos presentear nossos filhos não só com brinquedos vindos de lojas, mas também com algo que possamos construir ou um programa interessante que possamos proporcionar. 


Vamos sair da zona de conforto, vamos inovar!!! Independente da crise financeira e do clima de desânimo nas ruas vamos fazer o Dia das Crianças ser inesquecível!!!




Mudanças no comportamento de nossos filhos

Mesmo estando atentos, proporcionando experiências positivas para os nossos filhos, muitas vezes observamos mudanças em seus comportamentos. Essas mudanças podem ser alterações de humor repentinas e sem motivo aparente, episódios de choro, introversão ou extroversão excessivas quando essa postura não era comum na criança, rejeição a pessoas e escola sem motivo aparente... O leque de mudanças e grande!

Neste momento nós, pais, precisamos respirar fundo e ter paciência para entender de fato o que está acontecendo. É fácil fazer uma análise superficial de uma mudança comportamental em nossos filhos, mas entender o que de fato gerou a mudança e mantém esta mudança ao longo do tempo é um desafio que exige sensibilidade e observação.

Diante de uma mudança negativa no comportamento do nosso filho é importante analisar quando a mudança ocorreu e qual era o contexto de vida de seu filho neste momento. A partir desta análise conseguimos entender o que de fato aconteceu. Tendo isso em vista podemos analisar o que mantém esse comportamento negativo, o que o reforça. Entendendo esses pontos podemos pensar a melhor forma de ajudar o nosso filho.


A ajuda pode ser uma conversa, uma mudança de escola, ou mesmo terapia infantil. Jogos lúdicos, filmes ou material educativo sobre o tema que gerou a mudança comportamental são interessantes. Além destas estratégias nunca se esqueça de dar acolhimento ao seu filho.




Nada como estar em nosso lar!!!


Sem dúvida temos muitas opções de entretenimento nas ruas como cinemas, teatros, shoppings, praças, lanchonetes para encontrarmos nossos amigos, etc. Nos últimos anos percebemos que os hábitos dos brasileiros estão mudando... Cada vez eles passam mais tempo fora de casa, seja a trabalho ou lazer. Nas décadas de 70, 80 e 90 as pessoas passavam os finais de semana em casa, enquanto hoje em dia as pessoas passam fora de casa.

Não necessariamente é ruim esta mudança de hábitos, até porque é interessante para qualquer ser humano estar exposto a novos estímulos, conhecer lugares novos, se divertir e socializar. Mas também é importante ter um lugar onde nos sentimos bem, seguros... Onde percebemos que há o sentimento de porto seguro. 

Normalmente neste lugar recuperamos nossas energias após uma longa batalha, pensamos novos planos e trabalhamos para concretizar nossos sonhos. E não há lugar melhor para construir o nosso porto seguro do que a nossa casa. É o lugar que escolhemos, que montamos, que colocamos nossos sentimentos e construímos nossos relacionamentos familiares. Vale muito a pena ter um lugar para chamar de lar!!!

Existem casas onde moramos e lares onde moramos... Uma casa é simplesmente uma casa, paredes e móveis que usamos no dia a dia. Lar é algo mais profundo, íntimo, cheio de significado. E infelizmente muitas vezes estamos perdendo este sentimento de lar, nos deixando cair na correria do cotidiano ou nas modinhas que nos cercam.


Tente construir um lar para você, onde você se sinta bem, seguro, protegido... Onde você possa depositar seus sentimentos e construir sua família... Lar é o lugar físico onde nos sentimos amados e felizes!!!




Divórcio: problema ou solução


Muitas de nós passamos por problemas em nossas relações. Problemas pequenos como a toalha molhada encima da cama, até problemas sérios como traição, falta de respeito ou mesmo agressão física. Mesmo diante de problemas sérios em nossas relações acabamos titubeando em pensar no divórcio, e nossos filhos acabam sendo um motivo relevante que nos leva a não dar este passo.

Mesmo hoje em dia sendo relativamente comum o divórcio algumas de nós ainda tem o desejo de ver seus filhos com pais casados e felizes. Contudo, este resultado, este final feliz nem sempre está em nossas mãos. Por esta razão, infelizmente, precisamos estar preparados para um casamento que não seja eterno. 

De forma alguma casamos, ou simplesmente nos juntamos e formamos uma família pensando no divórcio, na separação. Este nunca é o nosso desejo quando damos este passo tão significativo em nossas vidas, mas é uma realidade que não podemos negar. Diante de um casamento com problemas, e principalmente quando nossos filhos sofrem ou são impactados pelos problemas que não conseguimos resolver, é preciso cogitar ou mesmo concretizar o divórcio.

Sem dúvida precisamos pensar na melhor forma de conduzir um divórcio, tanto pela história que construímos com o nosso parceiro como pelo fato dele ser parte importante na vida de nosso filho. Tentar ao máximo construir um diálogo saudável para que possamos respeitar as necessidades e os sentimentos do pequeno, evidenciando que o divórcio não é responsabilidade dele.


Nunca é fácil quebrar uma expectativa, encarar o fim de um sonho... Mas precisamos ter coragem e maturidade para preservar a nós mesmas e a saúde física, mental e emocional da criança.




Um animal de estimação para o nosso filho


As crianças normalmente nos cobram para ter um animal de estimação em casa. Um cachorro, gato ou mesmo o peixinho dourado... Eles nos olham e pedem por um animal de estimação com um brilho no olhar impressionante!!! Mas o que devemos fazer nesta situação? Dizer sim ou dizer não?

Tudo dependerá de qual estrutura você dispõe. Mora em casa ou apartamento? Qual o tamanho? Há espaço suficiente para a família e para o animal de estimação? Quanto tempo o animal estará sozinho e acompanhado no dia a dia? São perguntas simples, mas que muitas vezes deixamos de fazer quando estamos refletindo se compramos ou não o bichinho que nosso filho quer. Precisamos ter clareza quanto a essas perguntas, porque se não tivermos podemos tomar uma decisão precipitada ou mesmo errada.

Outro aspecto que precisamos levar em consideração quando estamos analisando a compra ou não de um animal de estimação é o perfil do nosso filho. Se é uma criança agitada ou não, se tem algum tipo de alergia ou problema respiratório, se os cuidados diários do animal escolhido podem ser arcados por nosso filho, quanto tempo nosso filho dispõe para estar em contato com seu bichinho. Assim podemos escolher o melhor bichinho de estimação, dentre os cães, gatos passarinhos, peixes, e todos os animais disponíveis dentro desta análise.

Sem dúvida não podemos esquecer o gosto do nosso pequeno. O que ele quer? Será que ele sabe as responsabilidades envolvidas em ter um animal de estimação? Ele apresenta maturidade emocional para ter um ser vivo sob suas responsabilidades? Perceba que simplesmente sair e comprar um animal de estimação é um ato de certa forma irresponsável, com a criatura que estamos trazendo para dentro de casa e para com o nosso filho.


Antes de tomar uma decisão pense com calma nos aspectos que mencionamos aqui, pois serão vidas em jogo. E não podemos machucar um ser vivo que estamos trazendo para dentro de nossas casas, ou mesmo nossos amados pequenos.




Como fazer o pai participar da criação do filho


É muito comum ouvirmos que os pais não participam da criação dos filhos, que eles não querem ou não sabem participar do dia a dia de cuidados. Mas será que esta tarefa, criar os filhos, está única e exclusivamente nas costas da mulher? Acredito que não, pois o homem acaba se isentando da responsabilidade de criar os filhos porque nós,mulheres, permitimos que isso aconteça.

Logo que engravidamos, ou melhor, antes de engravidarmos precisamos conhecer nosso parceiro. É importante entender como ele vê a vida, o que ele pensa a respeito de gravidez e parto, o que ele pensa sobre criação dos filhos, como ele vê o homem nesse processo, etc. Em outras palavras, precisamos dialogar bastante com a pessoa que queremos ao nosso lado no momento em que decidirmos ser mãe.

Dialogar com o homem é entender melhor o outro lado, conhecer seus medos e suas angústias. Claro que encontramos muitas diferenças entre os gêneros, mas é justamente nas diferenças que encontramos o que nos complementa. Dialogando podemos passar ao outro nossas expectativas, dividindo assim as tarefas e assumindo responsabilidade por elas.


É possível ter um pai presente na criação do seu filho, assim como é possível ter um companheiro ao nosso lado para encarar a maternidade. Precisamos ter consciência daquilo que queremos, para encontrarmos um homem companheiro de verdade, capaz de ser o companheiro e o pai que queremos ao nosso lado para os bons e maus momentos.




Como discutir política com o seu filho


Nos tempos atuais é muito difícil falar de assuntos polêmicos com as pessoas que estão ao nosso redor. As redes sociais se tornaram um campo de luta onde as pessoas tentam forçar o outro a pensar como elas, menosprezando e querendo destruir as opiniões diferentes. Será que vivemos uma época de tolerância ao diferente ou de intolerância extrema, beirando o extremismo?

Televisão, internet, conversas de rua... O diferente está sendo rotulado de errado, de burro, ou mesmo de luta de classes... Mas será que esta é a melhor forma de criar os nossos filhos? Sem expô-los ao diferente é pouco provável que a criança cresça e tenha diversidade de opiniões, escuta aberta em relação ao outro. 

O que podemos fazer para mostrar os dois lados aos nossos filhos, sem força-los a escolher o que nós achamos certo? Proporcionar acesso aos dois lados, salientando que temos informações verdadeiras e falsas que nos obrigam a refletir com calma sobre o que de fato é a realidade. Sem esquecer que não existem o certo ou o errado, o preto ou o branco...


O mundo é muito maior que somente estas duas cores, pois existe uma variedade imensa de situações, versões de história,  certo que se torna errado e errado que se torna certo... O mundo é muito confuso, e só deixa de ser quando entendemos que existe preto, branco cinza, vermelho... Diversas cores que precisam ser consideradas iguais, com a mesma importância para que o mundo plural e diverso continue a existir.




A difícil e fácil tarefa de ser mãe


Quando nos tornamos mães há uma mistura grande de sentimentos: ao mesmo tempo em que ficamos extremamente felizes com o fato de carregarmos uma linda criança começamos a ter medos, medos estes relacionados à nossa capacidade de cuidarmos de um bebê e educarmos o mesmo para o futuro. Afinal de contas, é uma tarefa fácil ser mãe?



Infelizmente a resposta é não... Não é fácil ser mãe. Mas o que é fácil na vida e que ao mesmo tempo nos dá satisfação e orgulho? Ser mãe envolve sacrifícios, noites mal dormidas, preocupações... Envolve buscarmos informações, estudarmos sobre como cuidar de um bebê no dia a dia e sobre como cuidar desta criança para que ele seja um adulto consciente, responsável e bem sucedido. O ponto positivo deste aprendizado é que hoje em dia há diversas fontes de informação referentes a este tema.

Podemos buscar em livros, sites, blogs, vídeos... Podemos buscar ajuda de profissionais capacitados, assistir palestras, conversar com nossos familiares e amigos. Não é difícil buscarmos estas informações, basta darmos o primeiro passo que aprenderemos com o tempo tudo o que é necessário para fazermos um bom trabalho. 

Por termos tantas fontes de informação é importante manter a calma, confiar na nossa capacidade de criar uma criança. Neste contexto conseguimos relaxar e aproveitar experiências extremamente significativas, ricas de sentimentos positivos. O primeiro passo, a primeira palavra, o primeiro dia de aula, as primeiras vitórias e derrotas que nosso filho terá serão momentos únicos em nossas vidas, que trará a tona o sentimento de que tudo valeu a pena.


Com calma, confiança e informações faremos com certeza um bom trabalho! Vamos aproveitar esta experiência, este momento que estamos tendo em mãos. Vamos fazer valer apena!!!




O Carnaval acabou... Agora o ano começa de verdade!!!




Chegamos à quarta-feira de cinzas... O Carnaval acabou, e como todos nós sabemos é a partir de hoje que o ano finalmente começa no nosso querido Brasil!!! Por uma questão cultural nós só consideramos que o ano realmente começa quando passamos pelo Carnaval, e nesse ano não foi diferente.

Em um período de crise, como o que vivemos desde o ano passado,muitos de nós estamos inseguros com nossos trabalhos, com nossa capacidade de honrar nossas dívidas, de pagar nossas contas em dia. Infelizmente todos nós temos muitos receios de não poder prover nossos filhos com o que é necessário para eles receberem educação de qualidade para terem um futuro promissor. E nesse período de crise parece que esses receios crescem, e podem nos deixar apavorados.

Neste momento precisamos conseguir controlar nossos receios, para que possamos pensar a situação atual da forma mais clara possível. Não é o momento de gastarmos dinheiro de maneira inconsequente, mas sim de planejar onde e como gastar o que ganhamos, o que temos. Identificar onde podemos economizar dinheiro, onde é melhor investir, e como podemos economizar desde a compra do material escolar, a feira semanal, e os gastos com despesas fixas.

Só conseguimos controlar nossos medos quando criamos um plano de ação onde conseguimos ver na prática uma forma de lidar com a situação adversa. Em todos os noticiários vemos noticias horríveis, um clima de pessimismo que está tomando conta de nosso país. Não vamos nos entregar a esse pessimismo achando que não é possível, pois independente de seu partido ou posição política você tem uma família para cuidar, responsabilidade com as pessoas que você ama.  


Agora que o ano vai de fato começar é hora de planejar sua vida ao lado de sua família, colocar a cabeça no lugar e pensar a melhor forma de passar pela crise mantendo sua família unida e feliz!!!




Nada como ter as crianças em casa nas férias...


    Muitos pais ficam desesperados nessa época do ano por terem seus filhos em casa. O que fazer? Como distraí-los ou entretê-los? Será que devo fazer dívidas para proporcionar a eles viagens e passeios? Devo chamar amigos dos pequenos para a casa? Essas e muitas outras dúvidas atormentam a cabeça de nós, adultos, nesse começo de ano. Sem mencionar o excesso de contas nesse mês de janeiro e o período de crise que vivemos. Não é mesmo?


    Justamente por vivermos um período de crise precisamos ter os pés no chão em relação aos gastos. Não podemos gastar mais do que temos ou ganhamos em hipótese alguma, principalmente no período de férias escolares. Se não há dinheiro para viajar ou para fazer passeios caros... Ok! Vamos pesquisar na internet, principalmente nos canais do Youtube, brincadeiras divertidas e baratas para se fazer em casa com os pequenos.
    Por falar em Youtube, existem vários canais que as crianças adoram e que são ótimas ferramentas para divertir nossos filhos. Dentre esses canais podemos citar A Galinha Pintadinha, Zoo Moo Canal, Mundo Gloob, Palavra Cantada, Cocoricó e Disney Júnior. Além dos canais podemos pensar em jogos eletrônicos, de tabuleiro e as tradicionais brincadeiras que nós fazíamos quando éramos crianças, na rua ou no prédio com nossos amigos.
    Por falar em amigos, caso seu filho queira chamar um coleguinha para brincar em casa não há problema algum. Sendo boas companhias, e que façam atividades positivas, tudo é válido para proporcionar um período de férias bacana para eles. Pode dar um pouco de trabalho, sem dúvida... Mas tudo que é bom nesta vida dá um pouco de trabalho! Vamos suar um pouco a camisa, ao mesmo tempo que podemos entrar na brincadeira para dar boas risadas!
    Vamos deixar as dúvidas de lado e se entregar de corpo e alma a esse período de férias escolares. Vamos nos divertir ao lado dos nosso filhos, dar risadas, comer coisas gostosas e nutritivas... A vida é feita para ser vivida, e se podemos curti-la ao lado dos pequenos, é isso que devemos fazer!!!




O Natal está chegando, e o presente do Blog Super Mãe é para você!!!

    Neste final de 2015 todos nós começamos uma corrida alucinante para organizar nossa casa, nossa vida social, as festas e os nossos pensamentos para o novo ano que começa. Mas não podemos viver o último mês do ano pensando somente nas celebrações.
    Em 2016, como em qualquer novo ano, precisamos refletir para encontrar formas de tornar nossa vida melhor, mais divertida, mais interessante. Pensando nisso, o Blog Super Mãe preparou duas novidades para você em 2016.
    Em janeiro vamos inaugurar duas novas seções em nosso Blog, a saber: Psicólogo responde e Agenda cultural. Além do conteúdo habitual de nosso site você terá todas as segundas-feiras o psicólogo Victor Nicolino Faria respondendo uma dúvida de nossos leitores. Já em nossa Agenda cultural, que será publicada todas as quintas-feiras, você encontrará os principais eventos direcionados à família brasileira, em diversas localidades do país.
    Esperamos que esses dois presentes possam tornar nosso site e sua vida ainda melhores no novo ano que começará!!!






Crianças na cozinha


    Nas últimas semanas nossa televisão foi invadida por crianças que sabem cozinhar e que se dispuseram a participar de uma disputa transmitida para todo o país visando descobrir quem é o melhor chef. Um programa interessante, divertido, e que nos permite ver as habilidades de crianças em uma área que até outro dia pertencia somente aos adultos. Mas esse programa pode servir de ponto de partida para outras reflexões sobre crianças e gastronomia. 

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    Todos nós já vivemos na pele ou ouvimos histórias de crianças que se negam a comer determinados tipos de alimento, infelizmente os mais saudáveis. O desespero dos pais em mostrar uma alimentação mais saudável ou mais diversificada para os pequenos e a resistência dos filhos acabam gerando a desistência dos adultos, e o início do reinado das crianças nas escolhas do que comer dentro e fora de casa. O fato dos pequenos terem contato com a cozinha, com a arte da culinária pode ser uma quebra para essa resistência, pois as crianças aprendem a diversidade de tipos, gostos e preparos de alimentos comuns e não comuns do nosso dia a dia. 
    Outro ponto positivo em introduzir os pequenos na cozinha é a oportunidade para que eles assumam maior responsabilidade e autonomia. Aprender a escolher alimentos, receitas, participar do preparo ou mesmo fazê-lo sozinho permite à criança se sentir importante, peça chave dentro da dinâmica da casa. Fora o fato de desenvolver uma habilidade, o ato de cozinhar, que será
muito importante por toda a vida dos nossos filhos, sendo eles profissionais da cozinha ou mesmo cozinheiros dentro de suas próprias casas. 
    Quando as crianças gostam de algo elas espontaneamente estudam a respeito, se aprofundam, formam amizades que tenham gostos em comum, trocam experiências... Gostar de cozinhar, se interessar pelo tema pode ser um hobby saudável para nossos filhos, pois é um interesse que não apresenta um risco social ou físico para eles, como uso de drogas ou andar com pessoas envolvidas com crimes.
    Esta experiência que a televisão nos mostrou deve ser explorada por nós, pais, como uma nova oportunidade de divertir nossos filhos, ensinar autonomia e respeito, além de criar um novo momento dentro de casa para a família se unir. As crianças não podem cozinhar ou estar na cozinha sem a supervisão de um adulto, por isso as crianças gostarem de culinária e quererem cozinhar coloca a família unida às crianças nessa nova atividade. Rir, conversar, estreitar laços, comer bem... São bons objetivos para que as nossas crianças aprendam a cozinhar. 

   Então... bon appétit!




A hora e a vez do brincar


    

   Brincar é a primeira coisa que pensamos quando alguém nos perguntar o que é ser criança. Nada melhor do que as doces lembranças de quando éramos pequenos. Férias, viagens, brincadeiras, risadas... Lembranças que trazem à tona sentimentos positivos que muitas vezes ficam escondidos ou perdidos em nossas lembranças devido à correria do dia a dia. Ser criança é se divertir, além é claro das obrigações necessárias referentes á educação e formação do futuro adulto.
    Contudo,alguns pais acabam perdendo o ponto de equilíbrio entre preparar seus filhos para o futuro e deixar com que eles sejam crianças. Sem dúvida vivemos em um mundo extremamente competitivo, onde somos cada vez mais cobrados em diversas esferas. As crianças precisam aprender o conteúdo tradicional que a escola os cobra, mas também precisam conhecer outros idiomas, outras culturas, computação, atualidades. Um mundo complexo, extremamente dinâmico, em constante mudança precisa ser absorvido pela criança.
    Preocupados com isso os pais acabam matriculando seus filhos em diversas atividades dentro e fora da escola para que seus filhos consigam absorver esse vasto mundo de informações. Eles estão certos em ter essa preocupação, e estão agindo na melhor das intenções em proporcionar ao pequeno tantas atividades. Porém, as crianças precisam ter um tempo para serem crianças.
    Estudos em Psicologia e Neurologia mostram que o brincar faz parte do desenvolvimento físico e psicossocial da criança. Ela precisa das atividades lúdicas para se desenvolver enquanto indivíduo e cidadão. É através do brincar que a criança acaba entendendo diversas facetas dela mesma, dos outros e do mundo. Brincar acaba sendo tão ou mais importante que estudar inglês, por exemplo.
    Não é nada fácil encontrar o ponto de equilíbrio entre proporcionar aos nossos filhos as experiências necessárias para eles se tornarem adultos competitivos em nossa sociedade e deixá-los viver a própria infância. Vemos muitos adultos tendo inúmeras dificuldades para alcançar o equilíbrio em suas próprias vidas, quanto mais em descobrir esse ponto na vida de seus filhos. Precisamos estar atentos a essa dualidade: criança precisa ser criança ao mesmo tempo que precisa ser preparada para a vida adulta.




Ensinar nossos filhos a economizar água


    Em tempos de falta de chuvas em nossas cidades e falta de água em nossas torneiras as pessoas que comandam nossos estados e as empresas de distribuição e tratamento de água encaram sérios problemas para manter em níveis normais a distribuição de água potável para as nossas famílias. Sem entrar no mérito de condição climática e planejamento em relação ao tema se faz necessário mudar certos hábitos dentro de casa.
    Nossos filhos crescem dentro de uma geração que tem consciência dos problemas ambientais, da poluição e da necessidade de preservar o meio ambiente. Contudo, muitas vezes dentro de casa ainda não conseguimos preservar nossos recursos naturais. Nossos filhos acabam assimilando hábitos dos adultos que viveram em outro momento do planeta, onde essa preocupação não era divulgada.
    A mudança dos hábitos em relação ao consumo de água precisa ser feita pelos adultos e pelas crianças, para que todos possam contribuir com a preservação dos nossos recursos hídricos. Podemos utilizar a internet para descobrir a melhor maneira de economizar água, como tempo máximo debaixo do chuveiro, reutilização da água utilizada para lavar roupas na lavagem do quintal e no vaso sanitário, reforma de encanamentos que apresentam vazamentos, entre outras medidas amplamente divulgadas.
    Os pais podem sentar com os filhos para apresentar estas propostas, discutindo a responsabilidade de cada um dentro de casa para alcançar os objetivos de economia. Muitas vezes o reforçamento positivo do objetivo alcançado (recompensas para quem cumprir suas responsabilidades) pode ser utilizado para incentivar o engajamento de cada membro da família na economia de água.
    Todos nós podemos e devemos ajudar o nosso planeta não desperdiçando água, não só no momento atual onde várias cidades brasileiras enfrentam falta de água, mas sempre! O planeta precisa ser bem cuidado, e as novas gerações precisam de incentivo dos adultos, e não só das informações que eles já possuem, para poderem cuidar bem da natureza e poder mudar o mundo.




A autoridade entre pais e filhos


   Não é fácil para os pais se tornarem uma figura de autoridade diante dos filhos. Os pequenos acabam conhecendo melhor e sabendo usar da melhor forma possível os aparelhos eletrônicos, estão antenados com os novos meios de comunicação, conhecem e aprendem gírias com uma facilidade absurda, além é claro de estarem em contato com outras culturas idiomas o tempo todo via internet.
    Algumas gerações atrás os pais acabavam se tornando uma figura de autoridade diante dos filhos por serem os detentores do conhecimento... Como diria  uma série de televisão antiga "papai sabe tudo". Os tempos mudaram, e os adultos acabaram perdendo esse posto, ou melhor, se permitiram perder. Mesmo com as diferenças de contato com a tecnologia os adultos tem uma experiência de vida que não pode ser menosprezada.



    Em países orientais percebemos que as pessoas mais velhas são muito respeitadas dentro da sociedade, existindo uma hierarquia entre pessoas jovens e pessoas mais velhas, com a clara diferenciação entre aprendiz e mestre. Essa forma de ver os mais velhos persiste em localidades onde a tecnologia é moderna e os jovens tem acesso a praticamente tudo. Um exemplo claro é o Japão, um país onde respeito aos mais velhos é um pilar da sociedade.
    Assim sendo podemos dizer que os pais brasileiros não conseguem ter autoridade sobre os filhos não devido a tecnologia,mas sim por não se colocarem como autoridade dentro de casa. Na rotina da sua casa quem dita as regras? Crianças/adolescentes ou os adultos? Você se coloca como perante o seu filho? 




    Autoridade não é força física ou agressões, é respeito. Autoridade é ser um modelo, uma figura que seu filho olhe e possa admirar e se espelhar. Por essa razão é importante os pais serem críticos em relação ao seu próprio comportamento, porque vai partir deles as atitudes que possam produzir nos filhos os sentimentos de admiração, carinho e respeito.




Final de semestre... hora de estudar com o seu filho


Estamos chegando a mais um final de semestre onde nossos filhos precisam estudar bastante para conseguir passar em todas as matérias. Não é nada fácil, principalmente para aqueles que já acumularam dúvidas e dificuldades ao longo dos últimos meses. Eles ficam desesperados com o acúmulo de conteúdo e de dúvidas, e muitas vezes acabam desistindo de estudar devido às dificuldades.
    Nesse cenário nós, enquanto pais, não podemos simplesmente cobrar notas boas ou criticar erros que nossos filhos tenham cometido ao longo do primeiro semestre deste ano. Precisamos mostrar a eles como sair do momento difícil que eles estão vivendo. Sem dúvida proporcionar aos nossos filhos aula particular/reforço é uma boa forma de ajudá-los, mas não podemos nos restringir a isso.



    O que podemos fazer por nossos filhos é ficar ao lado deles nesse momento de pressão. É importante mostrar a eles que confiamos no poder de superação, na capacidade de dar a volta por cima. Podemos conversar enquanto família para saber em que podemos ajudar, o que podemos proporcionar, em quais horários podemos nos sentar para estudar juntos. Otimizar a forma de estudar, sem esquecer se for o  caso de aulas particulares de reforço escolar. 
    Também é importante mostrar aos jovens que estudar não é tão ruim, tanto com palavras como com o exemplo concreto. Uma criança que não gosta de ler ou estudar muitas vezes tem pais que apresentam o mesmo comportamento... Ou seja, os filhos copiam os pais e acabam sendo criticados... Praticamente uma hipocrisia! Uma cobrança injusta que só contribui para aumentar a ansiedade dos filhos e o distanciamento para com os pais.
    Ao invés de criticar vamos conversar com eles, encontrar juntos possibilidades de superação. Fortalecer a confiança dos nossos filhos em sua capacidade de lidar com situações desafiantes, a partir do controle de sentimentos negativos e planos de ação prático onde cada membro da família tem a sua função. Ser pai e mãe não é simplesmente cobrar ou exercer autoridade, é mostrar alternativas e dar apoio para que eles possam encontrar o seu próprio caminho, a sua confiança e a sua força.




Alimentação saudável para crianças


    Com as diversas opções de refeições prontas que encontramos nos supermercados fica fácil resolver um problema muito sério que todas as mães tem no seu dia a dia, que é a falta de tempo. As mães modernas trabalham em casa, fora dela, cuidam dos filhos, dos parceiros ou parceiras, da família... Atividades e obrigações não faltam!!!
    Nesse contexto muitas mães optam por comprar refeições prontas, o que não necessariamente supri as necessidades nutricionais dos nossos filhos. Entendemos a praticidade das refeições que encontramos nos supermercados, mas muitas substâncias envolvidas no preparo desses alimentos podem estimular determinados quadros nas crianças como deficiência de vitaminas ou colesterol.
    Tudo que é utilizados/consumido em excesso faz mal, e podemos aplicar a mesma linha de raciocínio quando falamos de alimentos prontos encontrados em supermercados. Podemos comprar em algumas ocasiões uma lasanha pronta, frango empanado ou mesmo alimentos que envolvam carne; ao mesmo tempo que compramos legumes, verduras e frutas para serem consumidas pela nossa família.
    Mesmo com a rotina estressante em que vivemos podemos reservar alguns minutos ou horas da nossa semana para preparar uma comida caseira, saudável, que possa suprir as necessidades nutricionais dos adultos e das crianças. Preparar um prato colorido para os nossos filhos, de acordo com os nutricionistas, é a melhor forma de darmos a eles a oportunidade de crescerem saudáveis. Arroz, feijão, carne ou frango mais um legume é um prato simples, que não leva muito tempo para ser preparado.  
    Não podemos negar os avanços da tecnologia, e dizer que não podemos dar aos nossos filhos nada que a indústria nos ofereça é sermos radicais. Vamos alternar, variar a alimentação. Não só alimentos prontos,mas também alimentos naturais, ricos em substâncias necessárias para o desenvolvimento físico e mental de nossas crianças.  




Crianças, adolescentes e o consumo de álcool


    Independente do que estejamos vivendo enquanto sociedade, do que seja considerado normal por infelizmente ser unanimidade, é preciso haver o questionamento por parte dos pais sobre o uso de álcool por crianças e adolescentes. 
    Quando conversamos com pais é comum ouvirmos argumentos de que os filhos precisam sair com os amigos, ir a festas, se divertir. Afinal de contas é preciso ser feliz! Mas ser feliz necessariamente envolve um menor de idade consumir bebida alcoólica até cair bêbado na calçada?
    Se você, leitor, for um adulto que acha graça desta cena é importante você rever seus conceitos. As bebidas alcoólicas são proibidas para menores de 18 anos por um motivo simples: elas fazem mal ao organismo de crianças e adolescentes que estão desenvolvendo seus corpos e seus cérebros. O malefício de beber tendo menos de 18 anos não se restringe a cair de bêbado, ou fazer xixi nas calças, mas sim os efeitos químicos em um corpo onde há uma efervescência de hormônios e neurotransmissores atuando 24 horas por dia em uma intensidade que o jovem já não consegue lidar bem.
    Sem dúvida há uma grande pressão social para que nossos filhos bebam o quanto antes, e em várias partes do pais já encontramos crianças de 10 anos consumindo álcool na frente de pais que aplaudem essa cena. Ou seja, o adulto que teoricamente é o responsável pela educação de um cidadão crítico e atuante na sociedade incentiva um hábito nocivo para uma criança ou adolescente que precisa ser amado e cuidado. Contra a pressão social por beber só pais presentes e acolhedores podem dar as ferramentas necessárias para que os filhos não cedam a pressão de amigos e conhecidos.
    Independente do que a sociedade pregue ou incentive precisamos enquanto pais pensar no que é melhor para os nossos filhos, e mostrar a eles as opções de vida que cada um de nós tem. O jovem precisa aprender a tomar decisões pensando nos prós e contras, no que lhe faz bem e no que lhe faz mal. Tomar decisões por impulso ou para ser aceito é um grande erro, porque enquanto agradamos o outro machucamos a nós mesmos.
    Beber ou não beber é uma decisão importante na vida de cada pessoa, e quanto começar a beber exige reflexão. Cada pessoa tem o livre arbítrio de decidir o que é melhor para si, mas enquanto pais precisamos dar as ferramentas necessárias para que eles tomem a decisão correta para as suas vidas.




Brinquedos feitos com lixo e sucata

    Antigamente, na época de nossos pais e avós, a oferta de brinquedos não era tão grande como temos atualmente nas lojas. Os brinquedos eram feitos de madeira, e normalmente eram relacionados a carros, trens, aviões, jogos de tabuleiro, etc. Não podemos dizer que esse tipo de brinquedo era inferior aos brinquedos atuais, pois acreditamos que cada tipo de brinquedo desenvolve uma ou mais habilidades específicas nas crianças.
    Contudo, os brinquedos antigos tinham como vantagem em relação aos brinquedos atuais o aproveitamento de materiais e a confecção dos mesmos em ambiente familiar. Um carrinho de madeira era feito com o pai, tínhamos horas de dedicação e o resultado final era um brinquedo único. Essa oportunidade de construir seu próprio brinquedo e o momento ao lado de pai e mãe acaba não ocorrendo com os brinquedos atuais.
    Por essa razão, podemos resgatar essa experiência que tivemos na infância com os nossos filhos através da construção de brinquedos educativos com a sucata e o lixo que encontramos em nossas casas. Um pacote, um papelão, embalagem de leite... Tudo pode ser utilizado para dar vazão à imaginação de nossos filhos.
    Não queremos defender a não compra dos brinquedos atuais, mas sim reservar um período do nosso dia a dia para propor essa atividade para as nossas crianças. Vale a pena trazer propostas, mostrando para os filhos vídeos da internet que ensinam como construir um carrinho, trem, avião ou barco. Depois que a família aprende como utilizar lixo e sucata associado a cola, tinta e fita crepe basta soltar a imaginação para construir qualquer desejo, qualquer sonho.
    É importante buscar a todo o momento em nossa família um momento em comum para conversarmos, brincarmos, nos divertirmos; assim fortalecemos os laços familiares e criamos intimidade e cumplicidade. O Blog Super Mãe acredita que a atividade de construir brinquedos com sucata e lixo é uma excelente oportunidade para unirmos a nossa família.




Crianças no Carnaval

    Estamos quase no Carnaval e alguns pais não sabem como divertir seus filhos nesse feriado prolongado. Muitos eventos que acontecem ou que são transmitidos pelos meios de comunicação acabam sendo inadequados para os nossos filhos, devido à conotação sexual ou apelação. Os pais acabam por precisar selecionar com cautela em quais festas seus filhos podem ir, para ver se o tipo de diversão se adeque a faixa etária dos filhos.
    Nas décadas de 80 e 90 o Carnaval acabou sendo sinônimo de liberdade sexual, e muito do aspecto de diversão acabou se perdendo. Contudo, nos últimos anos vários prefeitos voltaram a incentivar os blocos de ruas, as músicas repletas de bom humor e as brincadeiras as ruas. Com o apoio dos governantes voltamos a ter um Carnaval com menos apelo sexual e com muito mais folia.
    Nesse contexto podemos encontrar algumas ótimas atividades para os nossos filhos. Desde blocos de ruas exclusivos para crianças até bailes em clubes, sem esquecer das festas de Carnaval promovidas pelas escolas e pelos cursos de idiomas. Hoje em dia podemos comprar fantasias para as crianças sabendo que elas terão oportunidade de se divertir de fato, com segurança e sem presenciar atos inadequados para as suas faixas etária.
    Os pais podem obter informações sobre festas seguras e bem organizadas para seus filhos através da internet nos sites das prefeituras e jornais locais. Vale ressaltar que nem todas as festas estão de fato livres do uso excessivo de álcool e outras substâncias, sem mencionar o apelo sexual. Por isso precisamos nos informar para saber como a festa é, qual o objetivo do evento.
    Carnaval é uma data alegre, festiva, onde podemos brincar como se não houvesse amanhã. Os pequenos merecem aproveitar essa festa, assim como nós. Por isso vamos apresentar nosso filhos ao Carnaval com segurança e liberdade. Se divertir faz bem!  




Como gastar menos na compra do material escolar

    Os meios de comunicação tem mostrado ao público como a cada ano que passa fica mais oneroso para os pais cumprirem com a lista de material escolar das crianças e adolescentes. Os itens destas listas vão desde lápis e caneta até papel higiênico e material de limpeza. É impressionante a quantidade de itens, muitas vezes listados em diversas folhas. Sem mencionar quando o casal possui mais de um filho... Ou seja, temos a lista dobrada ou triplicada.
    A internet vem se tornando uma ótima ferramenta para as famílias que querem economizar com o material escolar, principalmente nessa época do ano em que as contas são muitas e a renda é a mesma de todos os meses. Independente se a pessoa é familiarizada com as ferramentas de busca e comparação de preços, os resultados são tao significativos que vale a pena conhecer e utilizar essas ferramentas o quanto antes.
    Ao acessar diversos sites de papelarias, lojas especializadas e outros comércios relacionados ao tema os pais podem comparar preços de lojas distantes fisicamente, sem o custo da locomoção. Fora o fato do e-commerce envolver produtos com um preço mais em conta, até porque o valor final não envolve os custos de aluguel de espaço e funcionários. Podemos encontrar produtos com 5, 10, 20 ou mesmo 30% de desconto.
    Essa economia é muito importante, tendo em vista que uma lista de material escolar que custa R$1.000,00 na papelaria X poder sair até R$300,00 mais barato através de uma busca na internet pelo menor preço, ou mesmo a compra virtual. Vivemos um momento em nosso país que precisamos valorizar nosso dinheiro, o usando com sabedoria e não por impulso.
    O desperdício precisa ser eliminado do nosso dia a dia, pois quem perde com esse péssimo hábito é a nossa saúde financeira, nós mesmos. Sem pesquisar preços acabamos pagando muito por pouco, faltando dinheiro para outros objetivos e sonhos que temos. Esbanjar não é sinal de sucesso, porque as pessoas bem sucedidas valorizam o dinheiro buscando sempre o melhor preço para o melhor produto.




O Papai Noel existe?


    Diante de todas as informações que as crianças tem acesso através de televisão, internet e outras fontes de conhecimento, muitos adultos acabam deixando para trás algumas tradições que crianças de outras gerações tinham acesso. As fantasias de nossa infância, como Coelhinho da Páscoa, Saci Pererê e o próprio Papai Noel são passadas para os nossos filhos sem a vivência do lúdico... Sem ajudar a criança a criar uma fantasia sobre esses personagens. 
    É compreensível essa forma de agir de muitos pais, afinal de contas "as crianças são muito inteligentes", já "conhecem tudo sobre o mundo". Por que devemos estimular nossas crianças com fantasias infantis? Por que devemos esperar que nossas crianças sejam crianças, e não pequenos adultos?
    Se as fantasias e o lúdico foram estimulados nas crianças ao longo dos anos é porque o lúdico apresenta uma importância muito grande dentro do desenvolvimento psicológico dos pequenos. Cada história infantil, personagem, ou mesmo um conto de fadas aborda um tema, uma lição de vida que cada criança precisa aprender para se tornar um adulto mais bem preparado para as diversas demandas do dia a dia. Quantas lições nossos filhos aprendem assistindo O Rei Leão, Cinderela ou mesmo vivenciando a história do Papai Noel?
    Para proporcionar aos nossos filhos as ferramentas e/ou matéria prima para o seu desenvolvimento precisamos e podemos fornecer não só a tecnologia e o que advém dela, mas também o aspecto lúdico. Vamos sentar no chão e criar histórias fantásticas com os brinquedos que estão a mão, vamos estimular a leitura e a vivência da história, e porque não fantasiar ao lado dos nossos filhos. Ser criança é muito bom!
    Respondendo à pergunta do título desse post, devemos dizer aos nossos filhos que o Papai Noel existe, onde ele vive e porque ele entrega presentes no Natal. Vamos ajudar as crianças a entenderem melhor o que é ser adulto através do vasto material lúdico que dispomos após tantos anos de história. A criança deve viver a sua infância, e não só o mundo dos adultos!  




A hora da rematrícula

    Estamos em uma época do ano onde recebemos dentro da agenda dos nossos filhos os papéis referentes à rematrícula. Normalmente a primeira reação é levarmos um susto com os valores reajustados, mas passado esse primeiro susto precisamos sentar e refletir a respeito. Esse não é o momento de fazer a rematrícula mecanicamente.
  Nossos filhos passaram um ano estudando, fazendo provas, participando de atividades pedagógicas... Sem mencionar as reuniões com os professores onde aprendemos melhor como nosso filho está dentro de sala de aula, como a escola pensa a educação deles, e a impressão dos profissionais envolvidos sobre as crianças da sala. Reunindo todas as informações coletadas e vividas, tanto por nós pais como pelos nossos filhos, chega a hora de refletir sobre essa escola ser o local ideal para mais um ano de estudo.
    O que esperamos para nossos filhos no novo ano que está prestes a começar? Quais são as suas dificuldades? O que ele precisa aprender? A escola pode atender essa necessidade? Há um plano estruturado para que essa deficiência seja superada? Esses questionamentos e as respostas que daremos a eles são importantes para tomarmos a decisão de fazer a rematrícula ou procurar uma outra escola.
    Essa decisão não precisa ser tomada por uma só pessoa. Ao contrário! Os familiares próximos, a própria criança e talvez alguns educadores que tem contato mais próximo com a criança (professora ou coordenadora pedagógica da escola onde nosso filho estuda) podem e devem ser consultados para tomarmos uma decisão segura e madura para o processo de educação que irá começar em  2015.
    A educação de nossos filhos é algo muito sério, não só para ele mas para nós mesmos. Queremos ter orgulho e saber em que direção nossos filhos estão crescendo, que tipo de seres humanos eles serão. Por isso a hora da rematrícula precisa ser pensada, e não tratada com desdém. É importante pensar antes de agir no piloto automático!!!




Amor e autonomia para as crianças

    Quando escolhemos ter um filho significa que chegamos a um momento em nossas vidas onde queremos ter alguém para amar incondicionalmente. Ter um filho é ter alegria em casa, inúmeras responsabilidades, e um clima onde percebemos que a outra pessoinha precisa de nós para crescer e se desenvolver.
    Diante de todo esse amor fica difícil identificar o momento em que a criança não precisa tanto da nossa presença... Quero dizer, há momentos onde a criança precisa de nós para tudo, e outros momentos onde não estarmos ao seu lado, fazendo tudo por ele, estimula o crescimento saudável. Essa autonomia é importante logo após os primeiros meses de vida.
    Evitarmos que a criança se machuque, se suje, que ela saia correndo pela casa pode gerar insegurança na criança, a crença de que ela não consegue lidar com os desafios da vida e que precisa de nós para tudo. Essa postura dos pais faz com que os filhos fiquem dependentes, precisando dos adultos para atividades simples e complexas. Em toda roda de amigos encontramos histórias de crianças super protegidas que sofreram na vida adulta com os efeitos da super proteção.
    Precisamos ensinar desde cedo o pequeno a se alimentar sozinho, a se trocar, arrumar sua cama e seu quarto, cuidar da sua higiene pessoal, ter as habilidades necessárias para se proteger nas ruas, ou mesmo dentro da escola. Pode parecer exagero, mas a autonomia deve ser ensinada em todas as situações domésticas... Os pais estimularem a autonomia dos filhos é uma preparação para que na vida adulta nossos filhos sejam bem sucedidos nas diversas áreas de suas vidas.
    Amar não significa proteger incondicionalmente, pois há momentos onde não proteger vale mais para o futuro dos filhos do que estar lá para todas as atividades básicas do dia a dia. Amar é proporcionar aos filhos todas as condições necessárias para que ele se torne um adulto feliz e bem sucedido. Amar é dar autonomia para que nossos filhos cresçam e floresçam.




Como ter relacionamentos amorosos após a separação


    Nunca é fácil para os pais se separarem, pois há muitos sentimentos envolvidos nesse momento. Para o casal que decide se separar e já possui filhos há uma série de preocupações de como contar essa decisão sem gerar nenhum trauma para os pequenos. Sem mencionar o custo emocional para os próprios adultos, que enfrentam dúvidas e preocupações em relação às suas próprias vidas.
    Com o tempo pai e mãe reconstroem seu dia a dia, organizam a rotina para conviver com os filhos, e mais cedo ou mais tarde passam a investir em uma nova relação amorosa. Nesse momento novas dúvidas surgem já que precisam contar para as crianças sobre a relação, e encaixar a nova pessoa dentro da dinâmica familiar.
    Para preservar os filhos o melhor momento para introduzir essa nova pessoa dentro da dinâmica familiar é quando já há algo sólido entre as partes, quando as pessoas já se conhecem e há de fato uma relação em construção e com possibilidades reais de dar certo. Conhecer uma pessoa, ou mesmo sair com ela uma vez e já apresentá-la aos filhos pode gerar traumas nas crianças. É preciso ter cuidado para apresentar aos filhos pessoas que vão continuar dentro da família, e não aventuras sexuais ou mesmo relações sem futuro.
    Outro ponto a se pensar no momento de apresentar a nova pessoa para os filhos é em relação ao papel dela dentro da família. É importante deixar claro para as crianças que a nova pessoa não vai ocupar o lugar do pai ou da mãe, mas sim será uma nova pessoa dentro da família que terá sentimentos por elas. Será uma pessoa importante para as crianças, que cuidará e se preocupará com elas respeitando o espaço já estabelecido do pai e da mãe dentro do coração dos pequenos.
    Utilizar o bom senso nesse momento, sentar e conversar com os filhos com calma e acolhimento para quaisquer reações e perguntas é importante para que possamos construir o espaço necessário para que uma nova pessoa envolvida afetivamente com pai e mãe possam de fato participar da dinâmica familiar sem causar prejuízos. A nova pessoa pode e deve agregar ao funcionamento da família, ajudando-a a ser mais feliz.



    
Como ser amiga de sua filha


  Para algumas mães é difícil acompanhar e aceitar o desenvolvimento emocional e físico de suas filhas. Vê-las se interessando por assuntos de mulheres, focando em beleza e estética, sem mencionar o temível assunto namoro ou ficar gera um mal estar nas mães, que pode dificultar a compreensão da fase em que elas se encontram.
    Há uma diferença fundamental entre o nosso desenvolvimento de menina para mulher e o delas, que é o tempo. Pela enxurrada de informações e estímulos, sejam eles positivos ou negativos, este desenvolvimento acaba acontecendo mais cedo. Por exemplo, há trinta ou quarenta anos atrás era comum a primeira menstruação, conhecida como menarca, acontecer por volta dos 12 ou 13 anos; hoje em dia ela ocorre entre 8 e 12 anos.  
    Nós, mães, precisamos entender que o mundo está diferente, mais dinâmico. Por estar em contato com milhares de informações e estímulos elas acabam descobrindo o mundo da mulher mais cedo, e não há nada que possamos fazer para impedir essa realidade. Ao invés de brigarmos com elas por estarem se desenvolvendo em uma idade em que nós ainda éramos meninas, é importante manter o diálogo e a compreensão.
    Mostrar para elas que nós passamos pelas mesmas fases, tivemos dúvidas parecidas, e que estamos abertas a permitir que elas tenham acesso a esse mundo feminino é fundamental para estreitar a relação mãe e filha nessa fase da vida. Não podemos deixar que nossas filhas vejam em nós uma inimiga, ou alguém que jamais entenderá o que elas pensam... Dialogar, sem invadir o espaço delas, acaba sendo o papel da mãe nesse momento.
    A medida que nossa filha confia em nós ela acaba trazendo para discussão os assuntos mais diversos, como drogas, sexo, amor, etc. Precisamos e devemos tratar cada um desses assuntos com naturalidade, apesar do desconforto que podemos sentir por ver nossas filhas crescendo. A mulher moderna, super mãe, precisa ser ao mesmo tempo mãe e amiga de sua filha para fortalecer o laço familiar em um momento onde muitos jovens se distanciam de seus pais, rompendo completamente o vínculo afetivo.  




Ouvir ou não o que a escola tem a dizer


Quando a escola solicita a presença dos pais ou dos responsáveis para uma conversa muitos de nós não sabemos exatamente o que fazer. Será que vamos ouvir críticas ou elogios aos nossos filhos? Qual deve ser nossa postura? Ou mesmo se devemos estar presentes nessa conversa. Esse texto tem como intuito dar algumas dicas para os pais que se vêem tomados por essas dúvidas.
    Ao receber a solicitação da escola para ter uma conversa com eles é importantíssimo estar presente na escola o quanto antes. Nenhuma instituição vai querer ter uma conversa por qualquer razão, se ela foi cogitada e marcada há uma necessidade real dos pais ou responsáveis estarem presentes. Há um tema a ser discutido, e cabe aos pais responsáveis criarem um tempo dentro de suas agendas apertadas para estarem presentes à reunião. 
    Quando chegamos para ter essa conversa é importante estarmos abertos para críticas ou elogios aos nossos filhos. Quando adotamos uma postura defensiva, de não aceitar críticas, podemos perder uma oportunidade de identificar e trabalhar ao lado da escola e de seus profissionais uma característica de nossos filhos que pode prejudicá-lo no futuro. Ao ouvir uma crítica ou elogio precisamos compartilhar com a escola situações vividas dentro e fora de casa, para que possamos desenvolver uma compreensão mais ampla do comportamento e da personalidade da criança. 
    Pais e escola tem o mesmo objetivo, que é ver a criança se desenvolver e se tornar um adulto consciente e saudável. Não há inimigos nessa relação, por isso as partes envolvidas precisam dialogar, precisam se relacionar como se fosse um casamento. Obviamente há pontos concordantes e discordantes, mas as diferenças precisam ser superadas através de diálogo e vontade de ver a relação dando certo.
    Como toda relação há altos e baixos, mas é preciso um esforço de ambos para ouvir coisas boas e ruins, para superar divergências e para trabalharem em parceria. O importante é ver a criança se desenvolver de forma saudável, crescer feliz e superar suas próprias barreiras.




Quando nossa criança é tímida

    Dificilmente nosso filho apresenta todos aqueles comportamentos que temos como ideais enquanto ele está crescendo. As vezes a criança é muito agitada, fala alto, ou mesmo chora por qualquer motivo. Contudo, a timidez acaba sendo uma característica que incomoda pais que tem um alto nível de expectativa em relação ao seu pequeno.
    Quando os pais são extrovertidos, bem sucedidos, ou apresentam características associadas à liderança; a timidez acaba sendo uma característica que gera ansiedade nos pais. Aflitos em relação ao futuro da criança, eles acabam forçando os filhos a se socializarem e os criticam por serem introvertidos ou mesmo acabam produzindo traumas quando expõem as crianças à situações que eles ainda não estão preparados para lidar.
    Não podemos dizer que a timidez é uma característica negativa, pois depende de como a criança se sente apresentando essa característica. Se a vida do pequeno ficar limitada no sentido de experiências vividas ou de sofrimento vale a pena pensar em formas de estimular a criança a se tornar menos tímida. Independente de qual seja o futuro da criança, se ela será tímida, introvertida ou extrovertida, os pais precisam estar preparados para aceitarem a criança como ela é.
    Faz parte do desenvolvimento infantil a criança se sentir insegura em diversas situações, viver momentos onde ela se comporta de forma mais introvertida. Cada criança tem seu tempo, seu jeito de ser, por isso a postura dos pais no que se refere a aceitação e auxílio será um dos determinantes de como a criança será na idade adulta. Se a atuação dos pais for no sentido de estimular a criança a encarar seus medos, inseguranças e limites, os adultos vão observar a criança se desenvolvendo sem sofrimento, sem traumas, sendo como ela é.
    Querendo ou não o maior inimigo dos pais é a própria ansiedade, pois é necessário administrar as suas expectativas em relação aos filhos para colocar na vida dos pequenos os desafios necessários e adequados para a criança se desenvolver enquanto pessoa e enquanto cidadão.      




Parto normal X parto cesariano

    Algumas mães ficam em dúvida sobre qual parto é o menos doloroso, qual proporciona a recuperação mais rápida, qual traumatiza menos a criança, se a anestesia pode afetar o bebê... Enfim, são inúmeras as dúvidas que pairam na cabeça de uma mãe durante a gestação, sem mencionar o quente debate sobre o parto humanizado, tópico que o Blog Super Mãe dedicará um post dentro em breve. A intenção do presente texto é reunir algumas informações sobre as diferenças entre parto natural e cesariano para que a futura mamãe possa escolher com mais consciência qual será o melhor parto para ela.
    Em relação à dor, no parto normal é comum que a mulher sinta dores durante todo o trabalho de parto. Essas dores se devem às contrações e ao esforço que a mãe faz para que o bebê possa nascer. Já no parto cesariano a mulher não sente dor nenhuma, uma vez que ela é anestesiada pela equipe médica. Contudo, o processo de cicatrização pode ser dolorido,dependendo da sensibilidade da mulher, sensibilidade esta que é única para cada indivíduo.
    Sobre a anestesia, durante o parto normal a mulher não é anestesiada, a não ser que ela solicite ao seu médico após a equipe constatar os cinco centímetros de dilatação. No parto cesariano a mamãe recebe a anestesia raquidiana, que impede os movimentos da cintura para a baixo, evitando assim as dores características do parto normal.
    Quando falamos em corte, observamos mais diferenças entre esses dois tipos de parto. Em alguns casos, no parto normal pode ser feito um pequeno corte entre a vagina e o ânus (local denominado períneo). Esse corte tem como intuito ajudar o bebê a sair, diminuindo os riscos de haver rasgos aleatórios causados pelo esforço do trabalho de parto. Esta intervenção só é realizada com o consentimento da mãe. No parto cesariano o corte é feito acima da linha dos pelos pubianos. Feito na horizontal, é através dele que o bebê sairá. Os pontos devem ser retirados entre uma semana e 15 dias depois do parto.
    Em relação à duração do parto, não é possível prever quanto tempo durará um parto normal. A evolução da dilatação e das contrações podem ocorrer em uma ou em cinco horas, por exemplo. No caso do parto cesariano a duração gira entorno de uma hora, caso não haja nenhuma complicação.
    Por fim, o tempo de recuperação no parto normal é bem mais rápido que no parto cesariano. Não havendo complicações, logo após o parto normal a mãe já está disposta e é capaz de caminhar,com a ressalva de evitar esforços desnecessários. Ocorrendo o corte perineal, a mulher pode sentir um desconforto ou ter dificuldades ao sentar pela primeira vez. Já no parto cesariano a mamãe pode sentir dificuldades em se sentar, levantar, caminhar e fazer movimentos mais intensos durante algum tempo. A escolha do parto cesariano envolve a internação da mãe durante três dias após o parto.
    A escolha de qual tipo de parto queremos ter precisa ser bem discutida com nosso médico obstetra, para que a melhor escolha seja tomada tanto para a mãe como para a futura criança!




A importância de se aprender uma nova língua

    Em um mundo globalizado, onde todos os povos estão interligados pela tecnologia e pelos negócios associados a esta tecnologia, as pessoas precisam estar aptas a se inserirem nessa dinâmica veloz. Não somente estarem inseridas, mas capazes de serem atuantes em um mundo dinâmico e exigente. Para isso cada um precisa estar em constante processo de aprendizagem e evolução, tanto na vida adulta como na infância e na adolescência.
    Muitos pais se questionam sobre o momento certo de investirem na educação de seus filhos, de capacitarem o pequeno a acompanhar a velocidade do mundo moderno. Para isso nossos filhos precisam saber outras línguas além da língua natal.
    No passado, saber inglês ou espanhol era uma opção já que o sucesso na vida adulta não dependia tão fortemente do conhecimento e fluência em outros idiomas. Contudo, nos dias atuais saber uma segunda língua é fundamental para o sucesso de uma pessoa. Por essa razão enquanto pais responsáveis e preocupados com o futuro de nossos filhos precisamos pensar no momento certo de investir no aprendizado de um novo idioma.
  Pesquisadores de diversas áreas apontam que os pequenos apresentam as melhores condições neurológicas para aprender uma segunda língua, não havendo dificuldades de aprendizagem ou mesmo traumas que dificultem o estudo de um novo idioma. Quanto mais cedo investirmos no aprendizado de outras línguas mais facilmente nossos filhos irão adquirir esse conhecimento.
    O momento certo de investir na aprendizagem de um novo idioma é desde os primeiros anos de vida, em toda e qualquer situação onde possamos transmitir algum novo conteúdo que possa complementar os trabalhos feitos tanto pela escola regular como pela escola de idiomas.




Posso ser uma mãe bem sucedida profissionalmente?

    Será que quando somos mães podemos desejar ter uma carreira bem sucedida, ao mesmo tempo em que queremos ser boas mães, presentes no dia a dia de nossos filhos? Essa é uma dúvida presente não só em nós, mulheres, mas na sociedade como um todo. Há vários profissionais que defendem a coexistência dos papéis de mãe e de profissional com carreira sólida, mas no cotidiano podemos encontrar várias dificuldades para colocar essa ideia em prática.
    Em algumas entrevistas de trabalho, ou mesmo diante de competições dentro do ambiente corporativo por uma promoção, o fato de ser mãe pode ser visto de forma negativa. Algumas pessoas ainda preservam a mentalidade de que uma mulher que é mãe não consegue ter a mesma dedicação ao trabalho que uma mulher sem filhos, ou mesmo um homem... Sim, infelizmente ainda existem pessoas com essa postura.
    Mesmo com todos os avanços em nossa sociedade ainda existem pessoas com mentalidades antigas, muitas vezes limitadas ou mesmo preconceituosas. Livros, reportagens e personagens de novela podem dizer à sociedade que uma mulher pode ser ao mesmo tempo mãe e profissional bem sucedida, mas cabe a cada um de nós mudar concepções antigas e conseguir ver a verdadeira capacidade de cada mulher.
    Quando dizemos a nós mesmos que não podemos fazer algo cria-se uma possibilidade muito grande de não conseguirmos de fato concretizar nossos objetivos. Mesmo diante das dificuldades de ser mãe e profissional, de trabalhar para criar nossos filhos ao mesmo tempo em que trabalhamos fora de casa, é possível desempenhar os dois papéis.
    Precisamos organizar melhor nosso tempo, dividir as tarefas de casa de forma equilibrada para todos os membros da família, contar com o apoio das pessoas próximas, nos entregar 100% tanto aos momentos com os pequenos como aos momentos em que estamos trabalhando, e estar disposta a suar a camisa para poder conquistar o que se quer. Dificuldades existem, mas com vontade de ser bem sucedida tanto em casa como fora dela podemos ser tudo aquilo que queremos!




Meu filho fica o tempo todo jogando...

    Os pais estão encarando um grande desafio nos últimos anos, e muitos não sabem lidar com ele. Os filhos, pequenos ou adolescentes, passam grande parte do tempo em que estão em casa vidrados com algum dispositivo eletrônico, jogando diversos tipos de jogos. Vocês já ouviram falar de LOL, Game of War, WOW?
   Esses são alguns dos diversos jogos em que pessoas ao redor do mundo se conectam para jogar isoladamente ou em equipe. Os cenários são os mais diversos, mas o que eles tem em comum é que em suas histórias/enredos há lutas, desenvolvimento pessoal e estratégia. Quando a criança ou o adolescente jogam eles estão vivendo esse tipo de conflito, que não está muito longe do que vivemos no mundo real, em nosso cotidiano.
    Não necessariamente há um problema em gostar desses jogos, aprender seus vocabulários ou então fazer amigos nesse ambiente virtual. O problema reside no tempo e nas experiências que o jovem vive no contraponto mundo real e mundo virtual. Passar todo o tempo livre, viver todas as suas experiências no mundo virtual podem ser indicativos de que há algum problema.
    Esse problema pode ser fuga do mundo real, que talvez já tenha machucado consideravelmente essa criança/adolescente; falta de habilidades sociais para viver o dia a dia fora do jogo; problemas na auto imagem e na auto estima; ou mesmo ser indicativo de que há problemas dentro de casa. Os adultos não devem ser inimigos dos jogos, pois eles podem ajudar consideravelmente o desenvolvimento de nossos filhos.
    O melhor caminho a ser seguido quando nosso filho passa muito tempo vivendo no mundo virtual é não se posicionar radicalmente contra, a ponto de desligar a eletricidade para o filho sair da frente do computador. É importante estabelecer um diálogo com nossos filhos para entender os motivos que os levam a passar tanto tempo no mundo virtual, mostrando para eles a importância de equilibrar o tempo que passamos no mundo virtual e o tempo que passamos no mundo real.
    Compreensão e diálogo são as chaves para tornar a vivência das crianças e dos adolescentes nos jogos uma ferramenta importante para o desenvolvimento deles!!!  




A hora de comprar o material escolar

    Depois de toda a agitação, felicidade e descontração das festas de fim de ano, pouco a pouco vamos retomando nossas atividades e lidando com as responsabilidades do dia a dia. Para quem tem filhos o mês de janeiro envolve uma preocupação que tem um efeito muito duro nas nossas finanças: a compra do material escolar.
    A lista de material escolar fornecida pelas escolas normalmente é muito grande, e nos faz questionar a utilidade de todos aqueles itens. Reportagens feitas por diversos veículos de comunicação já evidenciaram que algumas escolas, e é importante frisar que são poucas, adotam uma postura triste e pequena ao inflar a lista de material escolar visando benefício financeiro próprio. Devido a essas poucas instituições, quando vemos a lista de materiais duvidamos da idoneidade da instituição.
    A despeito da quantidade de itens, a lista de material escolar é elaborada pelos profissionais da educação com o intuito de fornecer todos os instrumentos necessários para seu filho aprender. O propósito dessa lista é auxiliar professor, aluno e pais no processo de aprendizagem. Mesmo com esse propósito nobre, não podemos ignorar o fato dos materiais escolares custarem caro, além da dificuldade vivida por pais de dois ou mais filhos que precisam comprar duas ou mais listas...
    Nesse cenário onde custa muito ganhar dinheiro, e é muito fácil gastá-lo, nós precisamos fazer uma ampla pesquisa de preços em diversas lojas e mesmo na internet para economizar na tarefa de compra de livros e materiais escolares. Nem sempre compensa comprar todo o material em um mesmo local, mas buscar itens em promoção em diversos locais para compor um preço final mais baixo vale a pena.
    Não saia e compre o material na primeira visita à loja ou site, faça um levantamento dos preços para depois de estudar as melhores opções você efetuar a compra. Demonstre ao seu filho o valor do dinheiro, e como é importante saber usá-lo de forma racional para que ele sempre esteja em nossas carteiras. Se queremos que nossos filhos se tornem adultos responsáveis com suas finanças precisamos dar o exemplo desde já, em algo que é diretamente ligado ao dia a dia deles.




Então é Natal...

    Estamos a poucos dias do Natal e podemos perceber nas ruas um clima diferente. As pessoas estão mais esperançosas com a perspectiva de um novo ano que pode significar uma grande mudança em suas vidas; rostos mais felizes a espera das festas de fim de ano podem ser observados tanto em crianças como em adultos; conceitos tais como demonstração de afeto ao outro e família unida, deixados de lado ao longo do ano, são relembrados. Mas o que pode significar o Natal e o final de ano para cada um de nós?
    Primeiramente podemos pensar no Natal como um momento único para estar ao lado das pessoas que amamos, celebrando conceitos importantes como amizade, amor, afeto e respeito. Resgatar o convívio com nossa família, muitas vezes perdido pela correria do dia a dia, é algo extremamente importante. O ser humano precisa ter um porto seguro para poder alçar vôos mais altos em qualquer âmbito de sua vida, e esse papel pode e é desempenhado pela família.
    Saber que temos alguém, que nossa família nos ama e nos respeita, fortalece nossos sonhos, nossa esperança em criar algo diferente para nós no ano que começa dentro em breve. Sem mencionar o significado religioso do Natal, que é amplamente divulgado, podemos pensar e viver essa data como um resgate da nossa família, da reconstrução e/ou fortalecimento de nosso porto seguro para os novos desafios que virão.
    Enquanto pais cabe a nós transmitir essas ideias aos nossos filhos, para que eles possam crescer sabendo que há um lugar onde eles encontrarão suporte, onde eles podem chorar, onde eles podem descansar e celebrar suas vitórias. Não vamos dar ao Natal o mero significado de troca de presentes ou de jantar mais farto, mas sim de paz interior, amor, respeito e união.
 
O Blog Super Mãe deseja a todos nossos leitores amigos e amigos leitores um Feliz Natal, com muito amor, paz, felicidade e união!!!




Eu me irritei com a pessoa errada

    Nada mais difícil que chegar em casa após um dia de trabalho complicado... Atravessamos a porta ainda carregados com os sentimentos negativos produzidos e vividos por um dia estafante, e muitas vezes nem nos damos conta que ainda estamos contaminados por esses sentimentos quando entramos em contato com a nossa família. O resultado produzido por essa situação não é agradável para ninguém que está ao nosso redor...
    Sem querer fazer uma análise psicológica, ou até utilizar termos técnico, é visível para qualquer observador minimamente atento como o ser humano transfere sentimentos de uma situação para outra, sem se dar conta disso na maioria dos casos. Quando recebemos uma notícia positiva no trabalho, chegamos em casa com um outro ânimo, leves e felizes. Já quando vivemos dificuldades profissionais chegamos mais cabisbaixos, menos dispostos a conversar e sem vontade de dar risadas.
    O movimento oposto também ocorre, já que quando a casa está em harmonia e nossos relacionamentos com os membros da família estão equilibrados nossa produtividade e motivação sofrem um ganho, que parece fazer a roda da vida girar de forma mais simples, menos complicada. Essa transferência de sentimentos não ocorre somente entre ambientes distintos, mas também entre pessoas. Não é raro olharmos um filho que apresenta características semelhantes a alguém próximo e vivermos sentimentos parecidos com aqueles vividos com a pessoa em questão.
    O perigo dessa transferência reside no fato de não sabermos quando ela está atuando. Quando estamos nos divorciando, por exemplo, podemos inconscientemente transmitir ao nosso filho sentimentos vividos em relação a pessoa que está deixando de ser nossa parceira. Esses sentimentos podem ser de amor, raiva, ódio, indignação, sem mencionar a agressividade no tom de voz.
    Nessa situação acabamos atingindo, mesmo sem intenção, uma pessoa inocente que pode ser nosso filho, nosso marido ou nossos parentes. Sem mencionar transferências que podemos fazer com nossas amigas ou amigos, colegas de trabalho, vizinhos, etc. Precisamos estar atentos para que possamos viver com cada pessoa os sentimentos relativos a essa pessoa, e não relacionados a outro contexto. Assim podemos estabelecer relações saudáveis, prazerosas e genuínas que possam nos alimentar com energia para os desafios inerentes à vida.




Briga entre irmãos

    Todos nós sabemos que irmãos brigam por diversos motivos, sendo que as brigas podem se dar desde por um tom de voz mais elevado até por contato físico. Esse tipo de situação gera desconforto e preocupação entre os pais, porque muitas vezes o que se vê na sala de estar é uma luta sem trégua. O fato dos pais quererem que seus filhos sejam além de irmãos amigos agrava o sentimento de desconforto e preocupação, mas a atuação dos pais pode amenizar essa disputa entre os filhos.
    Muitas vezes os próprios pais podem agravar a tradicional briga entre irmãos tratando de forma diferenciada os filhos, valorizando ou menosprezando um deles. Isso acontece porque cada criança é única, e muitas vezes um de nossos filhos se parece mais conosco. Quando um pai ou uma mãe vê seu filho fazer algo que ele gosta, que ele faz no dia a dia, acaba sendo mais caloroso, mais amável com o pequeno.
    Já com o filho que se comporta de uma forma que o pai não gosta, consciente ou inconscientemente sentimentos negativos são transmitidos ao filho, mostrando à criança que o pai prefere o irmão e não a ele. Quando o filho percebe que há uma distinção, que os sentimentos dos pais são diferentes, as brigas entre os irmão começam. Eles brigam para provar que são melhores que o outro, para chamar atenção, para receber o afeto pleno dos pais.
    Os pais podem amenizar a disputa entre os irmãos tratando cada um deles de forma calorosa, mostrando com palavras e com atitudes que eles são amados. Não podemos pensar em simplesmente tratar os dois filhos da mesma forma, até porque cada criança tem suas características singulares, seus gostos e sua personalidade. Cabe aos pais valorizar cada diferença dos filhos, respeitando as características que eles apreciam mais ou menos. Aceitar o filho como ele é, e amá-los da mesma forma.
    Amar os filhos é se dedicar a cada um deles, demonstrar interesse por seus gostos. Vivenciar as diferenças entre eles através de um tempo com cada filho separadamente, além do convívio com todos os filhos. Assim, cada criança perceberá que é amada, e que não precisa disputar com o irmão a atenção e o carinho do pai.  




A rotina agitada dos nossos filhos

    Ninguém melhor do que um pai ou uma mãe para saber como é difícil estar inserido em uma sociedade tão agitada como a nossa. Conciliar os papéis de pai e mãe com essa característica da sociedade atual é, para dizer o mínimo, desesperador. Hoje em dia precisamos estar constantemente conectados a tudo e a todos, pois se não estivermos somos ultrapassados por um concorrente nosso. Ou seja, ou eu estou 24 horas por dia on line, aprendendo e assimilando as novidades, ou então estarei em desvantagem em relação ao meu vizinho.
    Essa linha de raciocínio não se aplica somente à conexão com as redes sociais, ou as notícias do dia. Novas tecnologias são lançadas diariamente, obrigando cada um de nós a estar constantemente aprendendo, se adaptando, se desenvolvendo... Essa necessidade pode e normalmente gera ansiedade, e sem dúvida acaba eliminando o tempo de ociosidade e relaxamento que as gerações anteriores estavam acostumadas.
    Por vivermos em um mundo com essas características, e por sabermos da necessidade das crianças terem uma boa bagagem intelectual para poderem construir um futuro estável e prazeroso, muitos pais acabam matriculando seus filhos em diversos cursos, em inúmeras atividades extra curriculares... Acabando por ocupar o dia da criança com situações de competição, aprendizado e atenção excessiva. Não há nada de errado em querer que nosso filho se desenvolva, seja inteligente e sociável, mas há um limite entre o saudável e o que é prejudicial.
    O cérebro da criança ainda está em formação, por isso não consegue lidar com a ansiedade e o excesso de atividades da mesma forma que um adulto faz. Isso sem mencionar o fato que a maior parte dos adultos não consegue lidar de uma forma saudável com a ansiedade e a agitação do dia a dia. Por essa razão os pais precisam estar muito atentos a carga horária de atividades dos seus filhos.
    A criança precisa ter o momento de estudar, de relaxar, de dormir e de se divertir. Deve haver um equilíbrio entre o prazer e as obrigações necessárias para um convívio em sociedade. As crianças precisam ter uma rotina equilibrada, sem tantas agitações, para que o conhecimento aprendido ao longo das atividades de aprendizado possa ser processado de forma adequada pelo cérebro.
    Proporcionar um futuro bem sucedido para uma criança não é sinônimo de uma agenda repleta de atividades, mas sim de uma rotina equilibrada, sem excessos.




Sugestão de documentário: Alpha - A Nova Geração

    Nesse mês a sugestão do Blog Super Mãe é um documentário muito interessante que estreou hoje à tarde no Shopping JK Iguatemi.

Descrição: logo_final_4

Heinz Papinha apresenta documentário sobre geração Alpha

Curta traz entrevistas com especialistas que discutem o perfil desta nova geração de crianças - nascidas a partir de 2010 - muito mais conectadas


Com objetivo de propor uma discussão ampla sobre uma nova geração – de crianças nascidas a partir de 2010 – e como lidar com ela, a Heinz Papinhas, que inicia sua distribuição no Brasil, apresenta o documentário Alpha – A Nova Geração, produzido pela produtora Kumitê. Com foco nestas crianças, o filme aborda temas do cotidiano dos pais, avós e todos os que tenham contato com esse público, que está cada vez mais ativo, independente e adaptado à rotina e tecnologia dos dias atuais.

A grande questão que surge é o desafio para os pais e professores de como educar essa geração, que não se contenta mais com os meios tradicionais de ensino e também desafia antigos paradigmas. O acesso a informação é totalmente diferente de outras gerações e, consequentemente, a abordagem deverá ser outra. Mas qual?

Gravado em São Paulo, o documentário conta com a participação de especialistas e pais que tentam responder a esta pergunta. Todos os entrevistados falam de suas experiências de como lidar com a geração Alpha, já com a era digital totalmente inserida no cotidiano dela. Informações sobre as demais gerações X – pessoas que nasceram entre a década de 60 e 70; Y – década de 80 e Z – nascidos na década de 90, também são citadas no documentário.

Entre os participantes estão: o diretor de redação da revista Superinteressante e Vida Simples, Denis Russo; a mestre em Psicologia de Crianças e Adolescentes (University College London), Fernanda Furia; o ex-atleta, Fernando Scherer (Xuxa); o empresário graduado em Publicidade (USP) e pós-graduado em Tecnologia da Informação (FGV), Roberto Icizuca e o diretor da Fundação Lemann, Denis Mizne.



    O Blog Super Mãe recomenda esse documentário!!!




Como contar às crianças que um parente morreu?

    Em algum momento uma pessoa querida de nossa família vem a falecer, e não há nada que possamos fazer a respeito. É o ciclo da vida, onde pessoas nascem e morrem diariamente, como se uma história terminasse para outra começar. Contudo, apesar de fazer parte da vida a morte é um evento difícil, pois vivenciamos diversos sentimentos quando um parente deixa de estar conosco.
    Os adultos conseguem lidar com a morte de um parente querido, apresentando ou não dificuldades em aceitar o fato. Já para uma criança a morte é um fenômeno diferente, pois entender que seu avô, por exemplo, não estará mais na Ceia de Natal é algo difícil... Para dizer o mínimo. Fora o fato da criança ainda não saber discriminar nem manejar seus sentimentos, sendo que a morte envolve diversos sentimentos intensos.
    Diante da morte a criança começa a fazer perguntas, como: "para onde ele foi?"; "ele está sozinho?"; "eu não posso mais vê-lo?"; "dói?". Essas perguntas cortam nosso coração, mas se não agirmos nesse momento a morte pode se tornar um grande medo para a criança. Alguns adultos, por exemplo, apresentam fobias ou mesmo o transtorno obsessivo compulsivo (TOC) por não terem recebido a ajuda dos adultos para lidar com esse momento.
    De acordo com as crenças religiosas da família, cabe aos adultos mostrar à criança que a morte faz parte da vida, que a pessoa está em um lugar melhor, e que há um significado na morte que não somente a tristeza do momento. Para lidar com essa situação a família se reúne com a criança, lembra histórias percebendo as qualidades da pessoa que se foi e como ela era, é, e sempre será importante na vida de cada um. Sem dúvida ela fará falta, mas sua vida e seus ensinamentos continuarão para sempre em nossos corações.
    A mentalidade da criança, sua compreensão dos fenômenos da vida ainda está em formação nos primeiros anos, por isso os adultos precisam fornecer os elementos necessários para que a criança processe a perda de um parente da melhor forma possível, vivendo o luto e saindo dele mais consciente, mais madura, e mais forte para lidar com qualquer demanda da vida. Responda todas as perguntas que seu filho fizer, elaborando o discurso de acordo com a compreensão que a criança tem do mundo, para que nada fique mal contado, esquisito ou escondido... Não importa a situação, dialogue ao máximo com seu filho.




Medos e pesadelos


    Muitos sonhos são lindos, repletos de cenários únicos que nos fazem viver experiências inesquecíveis. Contudo, dentro do universo dos sonhos também vivemos experiências nada agradáveis... Sonhos que nos deixam apavorados, sonhos estes que chamamos pesadelos. 
   A definição leiga, aquela que ouvimos de nossos pais desde pequenos, diz que o pesadelo nada mais é que a vivência dos nossos maiores medos, daqueles sentimentos que nos apavoram e que não conseguimos enfrentar. Quando somos adultos, podemos ter um pesadelo e entender que aquela situação se passou dentro do nosso sonho, e que aquela cena não existe. Já para as crianças essa discriminação do que é real e do que é um sonho não é tão simples...
   A criança tem medos, desde o famoso medo do escuro até aqueles medos que  ela não consegue explicar em palavras. Esses medos acabam aparecendo nos pesadelos e podem perturbar o dia a dia de uma família, pois a criança acaba se sentindo fraca, vulnerável, não conseguindo brincar, se divertir, dormir e aproveitar sua vida. 
    Os pais precisam ajudar seus filhos a superarem seus medos, e é através dos pesadelos que os adultos podem trabalhar esses medos de forma criativa. Quando seu filho contar para você um pesadelo, o ajude a desenhar o monstro da história e com sua intervenção mostre a ele que esse monstro não é tão forte, que ele pode ser destruído pelo herói (que deve ser a criança). Rabisque o monstro, ridicularize-o dentro do contexto da brincadeira, torne o herói mais forte para que ele possa destruir seu inimigo.
    Dentro do contexto lúdico podemos ajudar nossos filhos a superarem seus medos, mostrando que devemos enfrentar e superar medos e obstáculos. Essa lição será útil para toda a sua vida. 




Dia da Criança: qual presente vou dar?


    O Dia das Crianças é uma data comemorada em diversos países, sendo que cada país escolhe uma data para celebrar a existência das crianças. No Brasil, a data escolhida para essa celebração foi o dia 12 de outubro.
    Seguindo o calendário promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a data para ser celebrado o Dia das Crianças é 20 de novembro. A UNICEF escolheu essa data porque no dia 20 de novembro de 1959 foi oficializado a Declaração dos Direitos da Criança. Esse documento estabeleceu uma série de direitos válidos a todas as crianças do mundo, como alimentação, educação e amor.  
   Querendo ou não, no Dia das Crianças diversos pais observam que seus filhos ficam agitados, esperando ansiosamente pelo presente ou presentes que irão ganhar. Ver o rosto de felicidade de um filho é um sentimento único para os pais, e o dia 12 de outubro acaba sendo repleto de sorrisos para as crianças que podem ganhar um presente. Contudo, a verdadeira dimensão do Dia das Crianças acaba sendo ofuscada pelos presentes.    
    Há questionamentos feitos por pensadores e por pessoas leigas da função dessa data em nossas vidas, e como ela atualmente acaba sendo associada a um feriado comercial, ligado apenas a compra de presentes para as crianças da família. Observa-se que o dia 12 acaba sendo uma mera troca de itens, sem que os adultos transmitam às crianças a importância de suas existências, e que o presente que um adulto pode e deve dar a uma criança não se restringe a um jogo de vídeo game, boneca ou personagem de ação.
    A intenção desse post não é dizer que está errado dar um presente a uma criança no seu dia, mas sim que além do presente é interessante mostrar aos pequenos o porque de existir esse dia, da importância da criança em nossas vidas, dos direitos que elas tem perante o mundo dos adultos. Nesse dia vale a pena dar como presente a uma criança não só um item comprado em uma loja, mas sim a atenção e o carinho de um adulto.
    Todos nós sabemos como a rotina é difícil, e como acabamos tendo pouco tempo para estar ao lado de nossos filhos. Acabamos em muitos momentos compensando nossa ausência física com presentes...Isso é fato! Mas nesse dia, além do brinquedo da moda, vamos dar amor e atenção aos nossos filhos estando ao lado deles durante todo o dia. Vamos organizar programas interessantes, entrar na brincadeira, viver ao lado deles. Dessa forma, e não através do presente comprado, a data se tornará inesquecível para eles.




Sugestão de leitura: Coleção Combine e Aprenda!






 
    Algumas mães encontram dificuldades em desenvolver nos filhos o hábito da leitura, ou porque elas próprias não tem esse hábito ou por não saberem quais livros devem ser apresentados às crianças para que elas aprendam a gostar de ler. Não há uma idade certa para que a criança tenha o primeiro contato com o livro, mas os especialistas sugerem que desde pequenos nossos filhos tenham contato com o universo das histórias.
    Para você que acaba de se tornar mãe, e quer ver seu filho se tornar um devorador de livros, é importante pensar em títulos adequados para cada faixa etária. Ajudando essas mães, a Editora Yoyo Books apresenta uma linda coleção!
    A coleção é formada por 4 livros, intitulados "Números", "Grande e Pequeno", "O que combina?", e "Cores & Formas". Ideal para crianças a partir dos 6 meses, a Coleção Combine e Aprenda! apresenta livros divididos pela metade.
    Na primeira metade a criança sempre vai encontrar uma pergunta, como exemplo "qual é o contrário da noite", enquanto que na outra metade a criança encontrará a resposta. Uma ótima ideia para chamar a atenção dos  pequenos, misturando em cada página diversão e aprendizado.

O Blog Super Mãe recomenda essa coleção!!!




É hora de escovar os dentes!!!

    Escovar os dentes após as refeições, fazer a higienização de forma correta... tarefa nada fácil para adultos, muito mais para crianças. Mesmo com o trabalho de conscientização sobre a necessidade da higiene oral realizada pelos órgãos competentes nas duas últimas décadas, sem mencionar os esforços dos dentistas e do Conselho de Odontologia, ainda há uma parcela da população que tem dificuldade em colocar a escovação após as refeições como prática habitual.
    Se um adulto encara a higiene oral com desdém, ou como uma obrigação chata, ele acabará passando essa visão para seus filhos. Ou seja, mesmo com o trabalho de conscientização citado anteriormente a criança aprenderá com seu modelo maior (os pais) a encarar a escovação negativamente, dificultando a inserção dessa prática tão simples em sua rotina.
    Os pais tem uma parcela grande de responsabilidade na construção do hábito de escovar os dentes após as refeições como algo divertido para a criança. Há diversas formas de facilitar a construção de uma imagem divertida, positiva do ato de escovar os dentes para as crianças, tais como: uma escova temática, como do Homem-Aranha ou do Bob Esponja; pasta de dentes com sabor, para que a criança sinta um gosto agradável para o seu paladar; fornecimento de um estojinho/necessaire para a criança guardar sua escova, sua pasta de dente e seu fio dental; incentivos verbais/elogios quando a criança escova os dentes corretamente; etc.
    Contudo, a principal ferramenta para desenvolver na criança o prazer em escovar os dentes é dar o exemplo, o modelo prático. Mostre aos seus filhos como você mesmo escova os dentes, como cada dente recebe atenção, como seu hálito fica cheiroso e seu sorriso brilhante.Torne o ato de escovar os dentes algo divertido, até mesmo um programa familiar repleto de risadas e brincadeiras... Incentive a escovação, elogie quando a criança espontaneamente quer escovar os dentes, coloque dentro do contexto da brincadeira a importância desse hábito.
    Dessa forma o que está ao alcance dos adultos fazer para que a criança goste de escovar os dentes e nunca se esqueça dessa responsabilidade será feito da melhor forma possível. Lembre-se que a melhor forma de ensinar algo ao seu filho é você dar o exemplo, pois você é muito importante na vida dele.




Meu filho será aquilo que eu não consegui ser!!!


    É muito difícil para qualquer um lidar com frustrações que, inevitavelmente, fazem parte das nossas vidas. Principalmente frustrações ligadas a um projeto de vida, a um sonho que gostaríamos de ver realizado ao longo do tempo e que, por algum motivo, não pôde ser concretizado. Se frustrar faz parte da vida, sendo de certa forma positivo viver esse sentimento, porém descarregar essa frustração nas pessoas ao nosso redor é muito negativo. 
    Muitos pais chegam a uma certa idade e se dão conta que seus sonhos não puderam ser concretizados. O carro dos sonhos, a casa grande ou mesmo a profissão tão desejada não puderam ser construídos ao longo do tempo. Essa  realidade é muito dura de ser encarada, e muitas pessoas fogem dessa constatação esperando que alguém venha concretizar esse sonho para elas. Dentro de casa essa cena também ocorre quando os pais acabam cobrando o filho para realizar seus sonhos individuais.
    Quantas vezes vemos pais insistindo em escolinhas de futebol para que o filho se torne um craque, mesmo quando o menino não gosta de futebol ou não tem talento para tanto... Mães que querem ver suas filhas se tornando miss... Pais que não aceitam o lado artístico de seu filho, porque querem que ele seja um executivo...
    O filho acaba sendo a salvação do sonho fracassado dos pais, cabendo a ele se tornar o jogador de futebol, o empresário bem sucedido ou mesmo aquele que será o líder do bairro, o que poderá curtir a vida adoidado sem se preocupar com o amanhã. Os pais precisam ter a consciência que o sonho dos filhos não precisa ser o mesmo sonho dos pais. Que os filhos precisam perseguir seus próprios sonhos, não aqueles que os pais perseguiram e não conseguiram alcançar.
    Permita que a criança descubra seus próprios sonhos, que os expresse para nós. Quando ela tiver clareza do que quer, cabe a nós, adultos, incentivar esse sonho e dar todo o suporte necessário para ajudá-la a perseguir essa meta e ser bem sucedida. Aceitar a criança do jeito que ela é, aceitar cada pedacinho de seu sonho é o papel dos pais. Não cobre dos filhos fazer algo que nós, pais, não conseguimos fazer. Cabe a nós perseguir nossos sonhos, permitindo que nossos filhos persigam os deles.  




Sugestão de leitura: Hocus Pocus, Um Pai de Presente



    Há muito tempo atrás, por volta de 30 a 40 anos, as fotos eram um item raro nas casas. Poucas pessoas podiam se dar ao luxo de ter uma foto da família, de um momento importante ou mesmo do jantar preparado pelo marido querido. Hoje em dia a realidade está completamente alterada, já que existem uma dezena de aplicativos para celulares e tablets, permitindo a quase todo detentor de um aparelho celular tirar a foto que quiser, no momento que bem entender.
    Por estarem tão difundidas no nosso cotidiano, são poucos os momentos em que pensamos no significado de uma simples foto em nossas vidas. Contudo, a autora Kiara Terra e a ilustradora Ionit Zilberman pensaram bastante no significado de uma foto na vida de uma família.
    O livro intitulado Hocus Pocus, Um Pai de Presente, publicado pela Editora Companhia das Letras, aborda o significado de uma foto na vida de uma menina. O livro narra as memórias de uma menina e seu pai-padrasto, seus momentos marcantes e como através da descoberta de uma máquina instantânea essa doce menina aprende a captar em uma foto os momentos mais mágicos de sua vida.
    É uma história muito interessante, que nos faz pensar como a felicidade é feita de momentos que podem caber em uma foto. Apesar de serem simples e breves, esses momentos representam um sopro de energia em nossas vidas.


O Blog Super Mãe recomenda esse livro!!!     




A hora de deixar seu filho longe da barra da saia

    Não é fácil para uma mãe zelosa deixar seu filho nas mãos de uma pessoa desconhecida para ir ao trabalho, a um curso ou mesmo para ter um jantarzinho romântico com o companheiro. Nosso sentimento diz para estarmos ao lado dele 24 horas por dia, ensinando, cuidando, dando amor e carinho. Contudo, a vida moderna muitas vezes, para não dizer quase sempre, nos impede de estar ao lado do nosso filho todo o tempo que gostaríamos.
    Diante dessa realidade, da aceitação de que precisamos sair de casa sem a presença da criança, várias dúvidas pairam em nossas cabeças: devo chamar um parente para cuidar do meu filho? E se eu contratar uma profissional? Será que já devo deixá-lo sozinho em casa? Pensamos mais em perguntas do que em respostas nesse momento...
    Dependendo da idade de seu filho, podemos sim pensar em deixá-lo sozinho em casa. Não coloco aqui uma idade rígida, mas sim uma avaliação da idade cronológica da criança e do nível de maturidade e responsabilidade da criança em si. Algumas crianças amadurecem antes das outras, por isso a mãe precisa pesar se a criança está pronta para ficar sozinha em casa, se ela quer isso, e se estando sozinha em casa haveria algum risco dela se machucar e não poder pedir ajuda.
    Sempre que uma criança fica sozinha em casa ela precisa ter em mãos maneiras de contatar um adulto responsável, para que em casos de emergência ela não fica desamparada. Dessa forma damos autonomia para ela, sem indicar um abandono. Desenvolvemos responsabilidade ao mesmo tempo em que acolhemos, para que a criança amadureça emocionalmente sem traumas e sem se sentir sozinha, sem ter com quem contar.
    Para crianças que ainda não podem ficar sozinhas em casa, os pais precisam escolher entre um parente e uma profissional. Caso um parente seja a melhor opção, avalie se essa pessoa tem condições de cuidar de uma criança, se ela tem maturidade para ser a responsável pela casa e pela vida de um pequeno ser humano. Outro fator que precisamos levar em consideração é o nível da relação do parente com o menino, pois deixar uma criança em casa ao lado de uma pessoa que ela não tem empatia não será a melhor das experiências para o pequeno.
    Por fim, caso a escolha seja contratar uma profissional nunca se esqueça de ter referências concretas sobre o trabalho dessa pessoa. Jamais coloque qualquer um em casa, pois nunca sabemos o que pode se esconder atrás de um belo sorriso. Converse pessoalmente ou por telefone com os últimos empregadores dessa pessoa, faça perguntas pertinentes sobre forma de trabalho, cuidado e postura... Todo cuidado é pouco!
    Após refletir sobre esses aspectos, e tomar os cuidados necessários,saia de casa tranquila! E curta a sua vida sabendo que você está proporcionando ao seu filho o melhor cuidado possível!




Vídeo games: diversão e desenvolvimento

   Muitos adultos veem os vídeo games como um problema para as crianças, como algo que precisa ser banido ou severamente controlado pelos pais. Apesar dessa visão, a grande maioria das crianças tem algum tipo de contato com o universo dos vídeo games, e obviamente desenvolve uma paixão muito grande pelos jogos eletrônicos. Mas por que será que os jogos são tão fascinantes para as crianças?
    Diferente dos primeiros jogos produzidos, onde a parte gráfica e o enredo dos jogos eram de certa forma simples ou rudimentares, os jogos atuais apresentam diversos elementos extremamente estimulantes para as crianças. A parte gráfica é riquíssima, com imagens de tirar o fôlego de qualquer um, podendo até ser comparadas à imagens reais de diversas paisagens do mundo que poucas crianças podem ter acesso.
    Ao analisarmos o enredo, vemos diversos tipos de conflitos humanos sendo reproduzidos dentro do jogo. As histórias dos personagens retratados nos jogos apresentam competitividade, agressividade, cooperação, estratégia, paciência/auto controle, maturidade emocional, capacidade de atenção aos pequenos detalhes... Sem mencionar que cada jogo impõe aos jovens movimentos precisos, que inevitavelmente estimulam a motricidade dos jovens, desenvolvendo de certa forma uma consciência corporal que outras atividades diárias não desenvolvem.
    Contudo, deixar as crianças vidradas nos vídeo games todas as horas de todos os dias da semana não é o caminho para que elas se desenvolvam por completo. Como o universo dos jogos é extremamente fascinante pelos pontos já levantados, a tendência é que os jovens queiram passar a maior parte do tempo vivendo essa realidade, muitas vezes se esquecendo do mundo real. Nesse sentido cabe aos pais modularem o tempo gasto no universo virtual e o tempo gasto no universo real.
    Fazer combinados com as crianças, determinando a ordem das atividades é importante. Devemos, enquanto adultos, organizar a rotina para que no dia a dia a criança possa ter acesso aos estudos, a escola, a uma atividade de lazer (seja o mundo virtual ou real)... Sem excessos, mas buscando um equilíbrio para que nossos filhos tenham acesso a todas as ferramentas disponíveis na atualidade para estimular sua inteligência e seu físico.
    Cada atividade da rotina diária irá estimular uma área do desenvolvimento global da criança, como habilidades sociais, motoras e cognitivas. Sem jamais esquecer que cada atividade é voltada para determinada faixa etária, como vemos nos filmes, nos jogos de tabuleiros e nos jogos virtuais. Enquanto pais e adultos responsáveis precisamos estar atentos a esses pontos para que cada elemento seja colocado para a criança no momento certo de produzir um efeito positivo em seu desenvolvimento enquanto ser humano.  




Sugestão de leitura: Bárbaro



    Desde pequenos estamos acostumados a ler histórias de heróis que travam incríveis batalhas, vencendo dragões e obscuros cavaleiros. Vemos os heróis nos livros, nos filmes, nos desenhos animados... Muitas vezes até esquecemos que há heróis no mundo real, no nosso dia a dia. Cada herói tem sua personalidade, seu jeito único de ser, mas o que os heróis tem em comum é a força e a determinação para alcançar seus objetivos.
    No livro de Renato Moriconi, intitulado Bárbaro e publicado pela Editora Companhia das Letras, vemos um herói um pouco diferente. Nosso herói luta contra plantas carnívoras, animais enfurecidos e dragões que cospem fogo sem perder seu semblante corajoso, intrépido. Porém, uma mudança drástica acontece quando ele fica assutado e começa a chorar...
    Normalmente vemos os heróis caracterizados como super humanos, sendo pessoas que só apresentam sentimentos positivos e nobres, que inevitavelmente não estão presentes durante as 24 horas do nosso dia. O autor faz essa aproximação entre o herói clássico, super humano, e o herói do dia a dia, que ao mesmo tempo em que faz atos heroicos sente medo, insegurança, angústias.
    Essa jornada de um herói humano, que ao mesmo tempo é intrépido e inseguro, é relatada para o leitor através de imagens que são envolventes. Um ótimo livro para as crianças se sentirem mais próximas dos heróis, aceitando e expressando seus sentimentos sem, por isso, se sentirem fracas ou inferiores.

O Blog Super Mãe recomenda esse livro!!!




Queimaduras acontecem...

    As queimaduras acontecem com as crianças das mais variadas formas. Por exemplo, quando nosso filho é pequeno e coloca o dedinho no fogão no exato momento em que retiramos uma frigideira. Esse acidente produz uma queimadura muito dolorida para a criança e para a própria mãe ao ver o filho se acidentar.  
    Nesses casos não devemos colocar pasta de dente ou margarina, apesar de acharmos que isso é eficaz... Quando adotamos esses remédios caseiros que aprendemos com nossas mães e avós corremos o risco de uma infecção por não saber o que realmente deve ser feito para ajudar no processo de cura do ferimento.
    Portanto, além de ficar atenta nós, mães, precisamos saber o que fazer quando por exemplo o bebê começa a engatinhar e coloca os dedinhos na tomada, provocando choques e queimaduras. Por mais que a mãe cuide e esteja atenta a todos os pormenores, acidentes acontecem e precisamos estar preparadas.
    Separei abaixo algumas dicas que retirei da Revista Crescer do mês de maio de 2013 sobre o que fazer em casos de queimadura. Mesmo com essas dicas fiquem sempre em alerta para possíveis acidentes.

- Coloque a área afetada embaixo da água corrente por cinco minutos, para aliviar a dor, limpar o local e impedir que a queimadura cresça. Isso porque o tecido da pele fica quente e o calor pode se espalhar, afetando os tecidos vizinhos.
- Não estoure bolhas, pois isso pode virar porta de entrada para infecções, nem passe receitas caseiras na queimadura. Pasta de dente, margarina e clara de ovo podem atrapalhar o processo de cicatrização, já que aumentam a chance de infeccionar.
- Se a criança reclamar de dor, ligue para o pediatra e peça uma indicação de analgésico.
- Se seu filho queimar o rosto, as mãos, a região genital ou uma superfície maior do que a da palma da mão dele, precisa correr para o hospital. As bolhas também são um sinal de alerta para procurar um médico já que indicam uma queimadura mais séria. Se for uma área menor (como a pontinha do dedo) e não tiver bolha, basta lavar, dar analgésico e hidratar com cremes próprios, sempre acompanhando para ver se o machucado piora.
- Queimadura de sol é como a de fogo. O mais importante é ver se tem bolha, o que caracteriza um caso mais grave. Se estiver só vermelho, a orientação é tomar muito líquido para hidratar e ficar de olho na temperatura, porque pode dar febre.
- As queimaduras podem ser de primeiro grau, quando a pele fica vermelha e dolorida, de segundo grau, quando apresenta bolhas, ou de terceiro grau, que, apesar de não doer, é a mais grave e forma uma casca escura ou esbranquiçada. Nos casos leves, o ferimento desaparece sozinho em até uma semana.  

Fonte das dicas: Ricardo Simões Morando, pediatra do Hospital e Maternidade Rede D'Or São Luiz (SP) e David Gomes, cirurgião plástico responsável pela unidade de queimaduras do Hospital das Clínicas (SP).




Uma conversa além do blá blá blá

    Quando falamos em diálogo, principalmente no contexto familiar, logo vem à mente a imagem de uma conversa longa. Conversa esta onde os participantes, sejam eles adultos ou crianças, estão cansados e querendo a todo custo que a "bronca" ou o "sermão" acabe logo. Porém, para que na prática o diálogo seja diferente da imagem que nos vem à mente a maneira como se dá essa conversa faz toda a diferença.
    Saber o que queremos transmitir, seja enquanto pais ou enquanto crianças, é muito importante para que a conversa seja estruturada, onde todos saibam e se interessem pelo tema discutido. Conversas que só fazem sentido para uma das pessoas na sala passa a ser um monólogo, e só agrada aquele que está discursando. Outra situação onde o diálogo perde o efeito construtivo é quando ele ocorre acompanhado de olhares críticos, falas contrárias às ações do dia a dia e gestos autoritários.
    Para que o diálogo seja produtivo para a família como um todo é necessário conhecer cada filho individualmente, saber como é sua personalidade e seu temperamento. A partir desse conhecimento é possível dialogar e entender os filhos de maneira aberta e positiva, sem deixar que esse diálogo transmita apenas ensinamentos. Quando o diálogo dos adultos se resume a ensinamentos, a conselhos, a imposições o produto da conversa passa a ser o afastamento dos filhos.
    Cada ser humano é único e deve ser respeitado nas suas diferenças, sejam elas positivas ou negativas. Dar espaço para o outro falar e se comunicar é uma lição que deve ser aplicada tanto na família como no mundo. Se estamos inseridos em uma sociedade, em uma comunidade, cabe a cada um de nós respeitar o outro e por reciprocidade ter o respeito alheio. O diálogo, seja na família ou com amigos, produz a comunicação sadia,  favorecendo a tolerância às frustrações,  respeito ao próximo e união entre pessoas que muitas vezes são muito distintas.




Crianças pequenas e agressivas... Problema à vista?

   Quando observamos que uma criança agride fisicamente outra no playground, por exemplo, é preciso estar atento a essa situação. Esse tipo de comportamento precisa ser analisado para que possamos descobrir o que está acontecendo com essa criança, tanto em casa como em outros ambientes que ela possa frequentar.
    Normalmente as cenas de agressão ocorrem quando a criança é contrariada, e por essa razão nossa atuação é fundamental para que a criança aprenda a lidar com os "nãos" de uma outra forma. No momento em que ela começar a bater em outras crianças deve-se imediatamente chamar sua atenção, conversando com muita calma, explicitando o que está certo e o que está errado na situação observada.
    Ao mesmo tempo nós, adultos, precisamos estimular atitudes simpáticas e agradáveis, explicando que bater nas pessoas não é bom. Precisamos falar e agir da mesma forma, para que a criança escute o que estamos dizendo a ela e possa observar que a nossa mensagem é a mesma que pauta nossas atitudes no dia a dia para com as outras pessoas ao nosso redor.
    O diálogo com a criança na situação de agressão para com o outro deve apresentar firmeza, segurança, sem gritos ou punições físicas... Com o intuito de não piorar ainda mais a situação. Deixe a criança perceber que fazer carinho é bom e bater não é, mostrando através da sua fisionomia tristeza e alegria nas respectivas situações.
    Sabemos que entre dois e quatro anos a criança é bastante impulsiva, apresentando autonomia física sem ter controle total sobre seu corpo. Esta característica é natural do ser humano nessa faixa etária, e não deve ser vista com maus olhos. Precisamos aceitar essa fase, acolhendo a criança do jeito que ela é.
    Contudo, quando esse descontrole se tornar excessivo, a ponto de parecer que a criança é extremamente desajeitada ou mesmo confundindo-se descontrole com agressão, pode estar acontecendo com a criança algo estressante, seja na escola, em casa ou mesmo nos conteúdos assistidos na televisão. Tudo isso pode gerar atitudes explosivas, que devem ser foco de análise e de intervenção por parte dos adultos responsáveis para que os ambientes deixem de ser estressantes para a criança.
    Procure também fazer uma rotina diária para que a criança não fique insegura e agressiva. Estimulando comportamentos rotineiros você evita o estresse do inesperado, proporcionando autonomia e confiança para que a criança realize as tarefas do dia a dia.




Sugestão de leitura: Abrapracabra!



    Para aqueles leitores que gostam de aventuras fascinantes, onde os personagens atravessam portais mágicos e entram em contato com realidades que nos instigam, o livro Abrapracabra!, publicado pela Editora Brinque-Book, é a sugestão de leitura do Blog Super Mãe para o mês de junho.
    O livro conta a história de dona cabra que, ao caminhar perto de sua casa no sertão, encontra uma lâmpada mágica. Ao esfregá-la um gênio aparece, e para espanto de dona cabra ele diz: "Pense uma palavra mágica, mas cuidado ao falar, um desejo imaginado ela irá realizar". A partir dessa fala um universo de viagens e aventuras se abre para a nossa personagem principal.
    O mundo acaba se tornando pequeno para dona cabra, e as aventuras evidenciam que mesmo nos momentos mais adversos podemos e temos ao nosso lado o apoio dos nossos verdadeiros amigos. Essa mensagem é muito importante para as crianças entenderem a importância da amizade, e o valor da verdadeira amizade em nossas vidas.
    Fernando Vilela, autor do livro, já recebeu prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, dois Prêmios Jabuti, Menção Novos Horizontes do Prêmio Internacional do Salão Jovem de Bolonha, entre outros. Além de "Abrapracabra!", Fernando Vilela também é autor  de "O disfarce dos animais", "Eu vi!", "Os heróis do tsunami", "Onde eles estão?" e "A toalha vermelha", todos publicados pela Editora Brinque-Book.
    Abrapracabra! é uma excelente leitura. O Blog Super Mãe recomenda!  




Socorro!!! Denis, o pimentinha está na minha casa!!!

     Você já deve ter vivido uma situação parecida quando um amiguinho do seu filho foi passar a tarde na sua casa. Depois de preparar um lanche delicioso para a agradável tarde a campainha toca... Quando você abre a porta o menino fala o maior palavrão para o seu filho!
    Desde o começo as brincadeiras são inadequadas, como mexer em tudo na casa, empurrar seu filho, gritar, derrubar seus enfeites ou mesmo o leite e/ou refrigerante na hora do lanche. Parece que a tarde não vai terminar nunca, e acaba se tornando catastrófica! O que fazer nessa situação?
     Repreender e educar o filho dos outros não é uma boa ideia... Colocá-lo de castigo nem pensar! Ficar extremamente irritada e mandá-lo embora pode ser uma saída, mas o que seria dito para os pais dele? Calma!!!
     Essa situação como um todo deve ser tratada com muito cuidado, principalmente no que diz respeito ao nosso próprio comportamento. Não podemos nos desesperar achando que uma visita dessa criança vai "estragar" nosso filho, ou então "deseducá-lo". Claro que se as visitas se tornarem um hábito esses receios podem de fato se concretizar, mas uma ou duas visitas não serão um problema.
    Precisamos aproveitar a oportunidade para ensinar aos nossos filhos que precisamos escolher quem devemos trazer às nossas casas, pois é na casa onde nossa família e as coisas mais preciosas para nós estão. A criança vai entender com esse ensinamento que uma criança sem limites, sem educação e agressiva para com ela não necessariamente é um amigo, muito menos alguém que possa frequentar nossa casa.
    Podemos também aproveitar essa situação nada agradável para mostrar que as famílias, valores e educação são muito diferentes, e que obviamente merecem ser respeitadas. O diferente tem seu valor, e proporciona um aprendizado maravilhoso.
    A criança precisa saber escolher as pessoas que estarão ao seu lado, pessoas que proporcionem experiências positivas, além de respeitá-las sempre! Quando receber ou fazer visitas, nossa criança precisa estar atenta às regras da casa, respeitando e comportando-se adequadamente dentro de outras famílias. Através do diálogo claro a criança crescerá com condições de decidir o que é certo e errado quando estiver passando por momentos desafiadores em sua vida, fazendo escolhas positivas para o seu futuro.




Saber que seu filho tem uma necessidade especial não precisa ser o fim do mundo...

    Nessa semana foi divulgada na imprensa brasileira a notícia de que uma equipe de pesquisadores da universidade Kings College de Londres desenvolveu um novo exame que promete detectar, com maior precisão e mais cedo, a Síndrome de Down durante a gravidez. Essa notícia evidencia os investimentos que a área de pesquisa em Medicina dedica para diagnosticar durante a gravidez uma série de condições genéticas que, sendo tratadas precocemente, podem permitir o tempo necessário para investimento no tratamento da condição, proporcionando uma qualidade de vida melhor para a criança.
    A Síndrome de Down, também conhecida como Trissomia do cromossomo 21, é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente. É caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal, sendo que geralmente é associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como aparência facial.
    Nunca é fácil para uma família receber a notícia de que o filho apresenta algum tipo de condição que merece maiores cuidados, afinal de contas logo que a família constata a gravidez os planos, expectativas e sonhos em relação ao filho começam a ser construídos a todo vapor. Receber a notícia de que o filho apresenta necessidades especiais de certa forma é uma explosão nessas expectativas, explosão esta que pode destruir o futuro das pessoas envolvidas nessa história caso a família não recebe as orientações adequadas dos profissionais envolvidos nesse diagnóstico.
    O primeiro passo da família quando recebe esta notícia normalmente é negar essa condição, de forma serena ou com raiva. Sentimentos são vividos intensamente, brigas e discussões são constantes, até mesmo com os médicos... Um período turbulento na vida da família, que pode culminar com a separação do casal. Ambos precisam ter calma, dialogar bastante e dar suporte um ao outro para que eles possam passar para a próxima fase do lidar com essa questão.
    A segunda fase é sintetizada pela frase "por que comigo?", sendo o momento onde a família aceita o quadro e se sente vítima do destino ou de um deus. Depressão, tristeza, choro e desilusão são vividos... Essa fase pode ser vivida durante muito tempo, até mesmo décadas. O filho é colocado na posição de incapaz, e de que nunca conseguirá alcançar seus próprios sonhos.
    O suporte psicológico nessas situações é muito importante, já que o psicólogo aliado aos médicos envolvidos nesse diagnóstico poderão mostrar para a família a proposta de tratamento para o filho com necessidades especiais. Essa proposta engloba os objetivos do tratamento, quais serão de fato as limitações da criança, quais potenciais a criança apresenta e que merecem ser valorizados, como interagir com a criança e as melhores formas de estimular seu desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social.
    Ter um filho com necessidade especial não deve ser visto como o fim do mundo, mas sim como uma oportunidade de rever prioridades na nossa vida. A criança não necessariamente irá corresponder às expectativas dos pais, mas pode sim ter uma vida plena e feliz alcançando os objetivos que sejam de fato importantes para a sua vida.




Sugestão de leitura: Rapunzel e o Quibungo



    Sempre lemos histórias de princesas vivendo em belíssimos castelos no alto de colinas. Princesas com pele branca, olhos azuis e loiras... Princesas cuja imagem acaba sendo muito distante da realidade de muitas meninas e mulheres ao redor do mundo.
    Para crianças que lêem histórias infantis é muito importante existir um elemento de ligação entre elas e a história relatada pelo livro, e sem dúvida a aparência e/ou realidade dos personagens são os elementos de ligação mais fortes que existem. Sendo assim, histórias escritas por europeus retratando a realidade européia em diferentes momentos históricos não necessariamente apresentarão esses elementos de ligação.
    Mesmo quando a história aborda um tema universal, que não necessariamente tem relação com a origem das personagens, uma proximidade com a realidade vivida pela criança facilita sua compreensão da mensagem que o livro pretende transmitir.
    Pensando nisso, Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho escreveram o livro intitulado Rapunzel e o Quibungo, com ilustrações de Walter Lara, publicado pela editora Mazza Edições. Nesse livro Rapunzel é uma menina negra, nascida na Bahia, que vive em uma torre feita de bambu. Suas frutas preferidas são cupuaçu, cajá e graviola.
    Ao longo da obra identifica-se em diversas situações a aproximação da história com a cultura brasileira, criando esse elemento de ligação para o jovem leitor. Essa aproximação tão evidente produz como consequência um envolvimento maior com a história, permitindo a criação de uma auto-estima individual e nacional mais sólida, já que a história valoriza elementos culturais do nosso dia a dia.
    Essa é uma excelente leitura. O Blog Super Mãe recomenda!




Crescer é complicado... para os pais e para os filhos


    Agora que seu bebê cresceu, entre 2 e 3 anos começa uma fase difícil e complicada, que com um pouco de jogo de cintura e otimismo pode ser superada de maneira tranquila e equilibrada. É o período onde a criança parece estar totalmente fora de controle
    Nessa idade seu filho vai andar, correr, se irritar, gritar... Já começa com algumas birras, querem escolher algumas roupas, tornam-se teimosos e desobedientes... Enfim, para pais desavisados esse é o momento do desespero absoluto.
    O conselho dos especialistas para os pais é manter a calma e não ser autoritário demais. Há casos comprovados de gritos e maus tratos dados por pais à criança nessa fase. Essa atitude é desaconselhável e demonstra falta de equilíbrio dos adultos. Nessa situação, onde seu filho aparenta estar fora de controle, aconselha-se uma ajuda psicológica para os pais aprenderem a lidar com a situação e com os sentimentos gerados pela situação concreta.
    O lado positivo dessa fase reside no fato dos pais poderem aprender muito com os filhos. Por exemplo a mãe pode, a partir da convivência equilibrada com seu filho nessa fase, descobrir e conhecer a maneira de ser da criança, seus gostos e preferências, habilidades e poder de compreensão diante do mundo tão grande que o bebê tem ao seu redor. Os pais podem conhecer o que seria o esboço da personalidade de seu filho.
    É importante demonstrar afeto e ao mesmo tempo ser rígido quando necessário, evidenciando ao pequeno o que é certo e o que é errado. Sem grandes exaltações, mas com firmeza no tom de voz. Alguns casais tendem a ficar aflitos e temerosos na hora dessas mudanças no comportamento do bebê.
    Nesses casos é sempre aconselhável observar a evolução da criança e aprender a reconhecer o que ela realmente quer com aquelas atitudes. Descobrir o que psicólogos dizem ser a função do comportamento da criança.
    Com as mudanças dessa fase há também uma grande evolução motora e psíquica que logo terminará com o filho se tornando uma criança mais calma, não tão rebelde. Essa fase pode ser considerada turbulenta para muitos, mas é a melhor experiência de conhecimento e amor que os pais podem ter e demonstrar aos filhos.
    Aproveite cada etapa com intensidade e mente aberta!!!




Ser mãe não significa deixar de ser mulher


    Ser mãe é a mais fascinante experiência na vida de uma mulher. Não importa a idade em que a mulher se torna mãe, a felicidade gerada pela chegada de um filho enriquece a vida de qualquer mulher. Desde a mais simples faxineira a mais sofisticada executiva de uma empresa.
    Os pensamentos, preocupações e expectativas da mulher nesse momento ficam voltadas para a chegada do filho. Na contramão desses sentimentos descontrolados está o parceiro, o pai. Ele  acaba sendo um coadjuvante nesse momento, podendo ser esquecido tanto pela mulher como pelas pessoas próximas ao casal. É para ele que a mulher também  deve voltar suas atenções, principalmente em momentos de mudança como o de se esperar um filho. 
    A mulher recebe todo o tipo de agrados e privilégios por estar grávida, mas quando nasce o bebê nós mulheres passamos a ser "a mãe do bebê". De tanto ouvir que por sermos mães temos responsabilidades com a criança, que devemos ficar todo o tempo disponíveis para ela acabamos por deixar de lado a mulher que sempre existiu, tanto para nós mesmas como para o parceiro.
    Nessa situação o homem vai se distanciando cada vez mais, e a mãe dia a dia vai se entregando mais a tarefa de ser uma mãe plena, total. Nos tornamos somente a mãe, afinal de contas não podemos falhar... O pior momento nessa situação é quando a mulher já não se cuida mais, não encontra mais tempo entre o trabalho e os filhos para estar bonita para o seu parceiro e para ela mesma.
    Para ser mãe e mulher é preciso dedicar um tempo para você e para seu parceiro.Não deixe seu relacionamento esfriar até o ponto que ele corra o risco de acabar por causa do filho. Se você depois de uma ou duas gestações se sentir feia, converse com o seu parceiro. Seja sincera com ele e encontre a mulher dentro de você!!! Respeite seu parceiro e divida com ele tarefas e responsabilidades. É importante integrar o pai e o homem na família, não deixando um vazio dentro da relação.
    É difícil, sem dúvida, mas com boa vontade e muito diálogo surgirão oportunidades para manter o relacionamento amoroso com o parceiro, e ainda ser uma mãe dedicada. É possível sim dedicar-se a uma família (filhos e mãe; marido e mulher) desde que o amor exista entre os parceiros.



Existe o momento certo para a maternidade acontecer?


    A maioria das mulheres atualmente adia ao máximo a hora de ter filhos, sendo que alguns casais ficam 10, 15 anos casados antes de pensarem em ter filhos. A prioridade no início da relação passou a ser a carreira profissional, tanto do homem como da mulher. Ter filhos é um pensamento que está em segundo, ou mesmo em terceiro plano.
    Nos dias de hoje a sociedade e a própria mulher consideram que a realização para o sexo feminino está voltada para a sua carreira profissional, verbalizando que uma criança atrapalharia a carreira. Muitos casais admitem que um criança não atrapalharia a carreira, mas poderia mudar a prioridade do casal colocando em risco outros planos.
    Se a mulher tem a chance de poder realizar-se profissionalmente ela deve sim correr atrás, dar o seu melhor para alcançar esse objetivo. Tudo tem seu tempo e muitas vezes esperar um pouco mais para concretizar a maternidade pode trazer segurança para o casal, já que os pais terão a criança em um momento de vida onde há mais maturidade para poder lidar com os desafios de ter, sustentar e educar um filho.
    Quando o relógio biológico despertar será o momento certo e você, mulher, estará preparada para a maternidade. Não tenha pressa e não ceda a pressões familiares, e esteja em sintonia com seu marido para saber o momento de tomar a decisão que afetará diretamente a vida cotidiana do casal, tanto em aspectos práticos como emocionais. 
    Carreira, sucesso, bens materiais são muito importantes, mas chega a hora em que o sonho de ser mãe é mais importante que todos os outros. Para saber e sentir o momento certo de ser mãe a mulher precisa seguir sua vida com maturidade e segurança, sem grandes pressões ou cobranças, para poder realizar da melhor forma possível o sonho de ter um filho.


Sugestão de leitura: Eu (não) gosto de você!


    Nem sempre é fácil para uma criança saber que seus pais terão mais um filho, e que ela deixará de ser o centro das atenções em casa. Dividir os pais com um irmãozinho pode ser extremamente excitante para uns, e um pesadelo terrível para outros. 
    Os adultos tentam transmitir às crianças como pode ser bacana ter um novo bebê em casa, alguém que eles poderão cuidar, ensinar as coisas que eles conhecem, além dos óbvios momentos de diversão. Contudo, sentimentos como raiva, ciúmes e descontentamento podem e normalmente aparecem diante da barriga da mãe que não pára de crescer.



 
     Esse momento delicado na dinâmica familiar é abordado no livro intitulado "Eu (não) gosto de você!", de autoria de Raquel Matsushita, publicado pela Editora Jujuba. A história é contada sob o ponto de vista da criança que vive a jornada da gravidez de sua mãe à espera de um irmãozinho. Uma jornada onde a criança vivencia angústias e outras emoções novas em sua vida.
    O livro é um excelente material para os pais entenderem melhor esse momento do ponto de vista da criança, além de poderem utilizá-lo para trabalhar esse momento de transição familiar com os seus filhos.

Recomendo a leitura!!!



A hora de retirar a chupeta e a mamadeira


  Os casais encontram dificuldades em determinar com precisão o momento de retirar a chupeta e a mamadeira da vida diária dos filhos. As idéias sobre esse tema são muito variadas, como trocar a chupeta por brinquedos, colocar uma pitadinha de sal, dizer que o Coelhinho da Páscoa veio e deixou um ovo de chocolate no lugar da chupeta (usando assim personagens de datas comemorativas).
    Para os pediatras essa retirada pode e deve ser feita a partir de um ano e meio, estendendo-se até os três anos nos casos mais demorados. Esse intervalo de certa forma é grande para que os pais tenham consciência de que cada criança é única, e que o tempo de duração dessa retirada varia de acordo com a reação da criança.
    Muitas vezes o mais difícil para os pais nesse processo de retirar a chupeta e a mamadeira é justamente assumir que o seu bebê já não é tão bebê assim, que ele está crescendo e vai se tornar independente. Diante desse cenário, consciente e/ou inconscientemente os pais podem adiar essa retirada com medo de seu filho crescer e deixar de ser só seu.
    Na opinião dos especialistas não é tão difícil retirar as chupetas e mamadeiras do hábito diário das crianças, já que para eles isso pode ser feito aos poucos. Eles sugerem para os pais nunca fazerem essa retirada concomitantemente com acontecimentos significativos, como início na escola, retirada das fraldas, ou logo após a chegada de um irmãozinho.
    Uma estratégia para retirar a chupeta pode ser começar a restringir o tempo com o objeto, um limite de horários. Por exemplo usar só três horas durante o dia, ou mesmo somente na hora de dormir. Já no caso das mamadeiras pode ser reduzido o número de mamadas ao dia. Por exemplo, a do meio da noite ou na hora de dormir pode ser totalmente retirada, e a da manhã pode ser substituída por uma deliciosa mesa com o café da manhã junto aos familiares.
    Devemos ter muita cautela e bom senso nessa retirada dos "bicos", porque para a criança essa retirada representa uma perda que deve ser encarada sem sofrimento tanto para os pais como para os filhos. Não importa o tempo que a criança vai demorar para sair da chupeta e da mamadeira, o importante nesse momento é estar atento às necessidades emocionais dos filhos. Nunca esconda esses objetos dos seus filhos, essa retirada deve ser real (sem mentiras) e gradual, dentro do universo de compreensão de uma criança.



A educação infantil em nossas vidas


    Antes a escola era obrigatória somente a partir dos 6 anos, onde a realidade social permitia que as mulheres cuidassem exclusivamente da educação dos filhos até essa idade. Com o passar das décadas e as mudanças sociais, principalmente a entrada da mulher no mercado de trabalho, foram criados os berçários e maternais para assumirem essa responsabilidade. Contudo, matricular o filho no berçário e/ou maternal não era obrigatório por lei. 
    Atualmente existe uma nova proposta na educação infantil de educar as crianças desde cedo, sendo que há uma lei que torna obrigatória a matrícula de crianças a partir de 4 anos. O amadurecimento dessas novas propostas de educação, e a criação de novas leis, corroboram  a visão de que a educação de uma criança pode e deve começar a partir dos 4 meses. 
    Os cuidados começam no berçário, passando pelas etapas compreendidas como educação infantil. Essa educação antecipada, quando comparada aos modelos de décadas anteriores, propicia à criança uma formação social para toda a vida. A evolução do conhecimento, da compreensão do mundo, é estimulada pelo ambiente escolar, onde profissionais capacitados para essa função colocam a criança em contato com situações sociais e acadêmicas desafiadoras.
    Desde cedo a curiosidade é estimulada através de jogos, brincadeiras, músicas, reconhecimento de cores, letras e formas. Sem mencionar o desenvolvimento social propiciado pelo fato da criança estar em contato com outras crianças de sua idade e com adultos em um ambiente novo, rico em estímulos. A compreensão do mundo e o respeito pelo outro e pelas diferenças começam a ser construídos nessa idade.
    O desenvolvimento gerado por essas situações de aprendizagem e contato social despertará a autonomia e a criatividade da criança para enfrentar problemas e obstáculos que necessariamente existirão por toda a sua vida. Muitas escolas já contam com um projeto pedagógico sólido direcionado à primeira infância, contemplando todos os aspectos elencados no presente texto.
    Procure identificar a escola que mais se adapta as suas exigências na área educacional, com um a orientação individualizada, para que a criança seja feliz na escola se preparando para o futuro.



Sugestão de leitura


    Crianças que querem mandar em tudo e em todos podem ser uma dor de cabeça para seus pais. Há uma grande dificuldade em abordar esse tema com uma criança, já que não necessariamente uma conversa pode esclarecer para a criança os problemas em ser "um pequeno mandão".
   Várias teorias da Psicologia dizem que a melhor forma de esclarecer para a criança uma questão importante é através de um trabalho lúdico, de contextualizar o problema em uma brincadeira para que através dela a criança possa se conhecer e entender a mensagem que queremos passar. No sentido de abordar o  problema da criança ser "mandona" através de um contexto lúdico, a sugestão de leitura do mês de março é o livro de Ruth Rocha intitulado "O Reizinho Mandão", da Editora Quinteto Editorial.

   


    Ruth Rocha é paulistana e vive na mesma cidade desde que nasceu. Graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo, com pós-graduação em orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,  Ruth Rocha é autora de diversos livros infantis de muito sucesso, com mais de cem livros publicados no Brasil e vinte no exterior .
   O livro "O Reizinho Mandão" conta a história de um rei mimado e mandão, um garoto que vivia implicando e dando broncas nas pessoas. Para esse rei tudo tinha que acontecer do jeito dele, na hora em que ele queria. De tanto implicar e dar broncas em seus súditos as pessoas de seu reino pararam de falar com ele, ficando mudas. A reação das pessoas faz com que o pequeno menino reveja sua forma de tratar os outros.
    Esse livro é uma excelente ferramenta para abordar com as crianças o tema "ser mandão". Recomendo a leitura!!!




Adolescência: qual a idade certa para soltar as rédeas e deixá-los a vontade para sair

   Há 30 ou 40 anos atrás a resposta a essa dúvida seria: mulheres são recatadas e não saem desacompanhadas, e os homens quanto mais cedo saírem pelo mundo mais cedo se tornarão homens. A própria sociedade conservadora já ditava as regras, não havendo tantas pressões para ser de determinado grupo na escola ou em qualquer outro lugar.
    Hoje em dia tudo mudou, meninos e meninas buscam sua independência bem antes da adolescência porque a pressão dos amigos e a própria sociedade de consumo fazem com que a liberdade seja comparada a libertinagem. Esse movimento faz com que o indivíduo não tenha uma personalidade forte o suficiente para enfrentar os problemas e frustrações do dia a dia.
    A medida que os jovens fazem suas escolhas sob pressão do grupo as consequências podem se tornar prejudiciais para eles, sem mencionar que nessas escolhas vemos que a família passa a ser deixada de lado. Como a família e a escola são a base de tudo, elas precisam ser preservadas para construir uma pessoa forte e atuante no mundo. Se o adolescente não encontrar segurança em casa e na escola ele vai procurar outros meios de ser forte e seguro, meios que podem ser um grupo de pessoas destrutivas, usuárias de drogas ou mesmo criminosos. 
    É primordial dar ao adolescente desde cedo uma base sólida de compreensão e orientação, já que nenhuma construção é feita sem alicerces bem colocados e firmes na terra. Para que isso ocorra é preciso consciência por parte dos pais e educadores, saber onde o jovem está e com quem está, passando a mensagem de que eles são importantes para nós. 
    Impor desde cedo pequenas regras e horários para comer, dormir, estudar são pequenas frustrações colocadas em um ambiente acolhedor (familiar) para que depois, no mundo frio e duro, a pessoa já saiba lidar com os "nãos" que recebemos. Assim, quando chegar a adolescência o jovem não questionará as regras de horários de chegada e saída, já que saberá exatamente porque impomos esses limites - pelo nosso amor e preocupação com eles - entendendo a importância de liberdade e responsabilidade.
    Com uma criação sólida baseada nos princípios e regras da família e da sociedade quando chegar a hora de fazer escolhas o adolescente escolherá os melhores caminhos para ele, pois aprendeu com os adultos a importância das escolhas e as consequências envolvidas no ato de escolher. Saber que liberdade envolve responsabilidade e consequências demonstra uma personalidade e caráter prontos para viver em sociedade com dignidade.
    Logo, a hora certa de soltar seu filho no mundo não existe. Existe sim a consciência dos pais em prepará-los para a vida com respeito e amor.



Exames essenciais durante a gravidez


    Continuando nosso texto sobre a primeira consulta com o ginecologista e obstetra, após a certeza da gravidez, há uma série de exames essenciais a serem feitos nos próximos nove meses para garantir a saúde do seu bebê.
    Aqui está uma lista com esses exames:

Primeiro mês

- Tipagem de sangue ABO e Rh - É um exame feito para investigar se a gestante é Rh negativo. Nesse caso, será necessário tomar uma vacina para evitar que seu organismo ataque os glóbulos vermelhos do filho.
- Hemograma - Diagnostica a existência de anemia ou outro tipo de infecção que possa prejudicar o desenvolvimento do bebê.
- Sorologias para Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Hepatite B e C e HIV - Pesquisam doenças que possam ser passadas para o bebê através da placenta ou no momento do parto causando danos à criança.
- Cultura de urina - Diagnostica infecção urinária e diabetes.
- Protoparasitológico de fezes - Pesquisa a presença de verminoses que possam roubar os nutrientes do feto.

Segundo mês

- Ultra-som transvaginal - Avalia a correta localização da gestação (que deve se dar no útero), além de calcular a idade gestacional e diagnosticar a ocorrência de gestação múltipla (gêmeos).

Terceiro mês

- Ultra-som endovaginal para avaliação de translucência nucal - Investiga a possibilidade de ocorrência de doenças genéticas como a Síndrome de Down.

Quarto mês

- Amniocentese e Biópsia de Vilo corial - São exames que pesquisam anormalidades cromossômicas. Só é feito sob solicitação dos pais ou quando a mãe fica grávida em uma idade considerada já avançada (35 anos).
- Translucência nucal (Ultra-som morfológico de primeiro trimestre) - Rastreia alterações que possam sugerir anormalidades cromossômicas.

Quinto mês

- Ultra-som morfológico de segundo trimestre - Avalia malformações anatômicas fetais.
- Ecocardiografia fetal - Pesquisa cardiopatias no bebê, principalmente quando a mãe possui a doença, é diabética ou possui histórico familiar da doença.

Sexto mês

- Teste de O'Sullivan - Pesquisa a ocorrência de diabetes gestacional. Quando é constatada na gestante, a doença pode trazer complicações no parto, hipoglicemia e dificuldades respiratórias ao bebê.
- Repetição de algumas sorologias como HIV, sífilis, toxoplasmose - Nova pesquisa de anemia e infecção urinária.
- Ultrassom morfológico com Doppler - Avaliação do crescimento e desenvolvimento fetal. É um exame que analisa os ossos, órgãos e fluxo de sangue no bebê, no cordão umbilical e nas artérias uterinas.

Sétimo e oitavo mês

- Ultrassom - Se houver alguma necessidade específica. Do contrário este exame não é necessário.
- Pesquisa de Streptococcus - As streptococcus são bactérias consideradas normais em muitas mulheres, mas quando contaminam a criança ainda no útero ou na hora do parto podem causar insuficiência respiratória, retardo mental, problemas de visão e perda de audição no bebê.

Nono mês

- Ultrassom - Avaliação do crescimento e desenvolvimento fetal. Verifica a posição do bebê, o peso estimado para a época do parto, a quantidade de líquido amniótico e o amadurecimento placentário. 

    Quando há suspeita de alguma alteração fetal ou quando os pais da criança apresentam fatores de risco para doenças genéticas, o médico pode solicitar exames especiais. 

Fonte: http://bebe.bolsademulher.com/gravidez/materia/pre-natal_em_dia/69037/1



Quando marcar uma consulta com o obstetra?


    É muito importante para a futura mãe criar laços de confiança com o seu obstetra. Sabemos que essa empatia pode levar algum tempo para acontecer... Por isso seria recomendável visitar o ginecologista antes mesmo da gravidez acontecer, quando ainda estamos desejando ser mãe.
    Estabelecendo a confiança entre paciente e obstetra o que mais deseja a futura mãe é que seu filho venha ao mundo forte e com muita saúde. Para que isso ocorra o nosso corpo precisa se preparar adequadamente para os meses de gestação, sofrendo transformações que visam assegurar a saúde, o desenvolvimento e o bem estar da criança.
    Para que tudo ocorra bem no dia a dia da gestação e durante o parto é necessário fazer os exames pré-natais. A finalidade desses exames é acompanhar a evolução da gravidez e detectar anomalias e doenças que possam chegar até o bebê. "A assistência pré-natal adequada pode prevenir e tratar precocemente doenças hipertensivas, eclampsia, anemia, infecções vaginais e urinárias, diabetes, entre outras", ressalta Cláudia Soares Laranjeira, membro da Diretoria Executiva da Associação de Ginecologistas de Minas Gerais ( SOGIMIG).
    Você sabia que o ácido fólico é extremamente importante na prevenção de doenças no sistema nervoso central e na parede abdominal do feto? A futura mãe terá acesso a essa informação na primeira consulta com o seu obstetra, quando ele orienta os pais sobre a suplementação de ácido fólico (vitaminas do Complexo B) pelo menos três meses antes da gravidez, sendo mantida até a 12° semana de gestação. Esses e outros esclarecimentos gerais serão dados pelo obstetra durante as consultas periódicas.
    A partir da confirmação da gravidez as visitas ao obstetra devem ser mensais, onde ele irá avaliar peso, pressão arterial (cerca de 5% das grávidas apresentam hipertensão induzida pela gravidez a partir da 20° semana de gestação), altura do útero, entre outros dados. Além das consultas, outros exames essenciais durante os nove meses de gestação são necessários de acordo com orientação médica.
    Tomando todos esses cuidados a mãe dará um grande passo para garantir uma chegada segura do seu filho ao mundo. Vale também lembrar que a alimentação durante a gestação é de vital importância, já que a mulher precisa se alimentar a cada três horas, com uma dieta rica em proteínas e vegetais; além de movimentar-se (como exemplo fazer natação, hidroginástica, caminhada, etc.) para melhorar o condicionamento cardiovascular.
    Gravidez não é doença!    

Bibliografia consultada: http://bebe.bolsademulher.com/gravidez/materia/pre-natal_em_dia/69037/1




Sugestão de leitura




      Recentemente um novo livro lançado me chamou a atenção. O título do livro é "Como educar sem usar a violência", da autora Dora Lorch. Antes de falar sobre o livro, aqui está um pouco da vida profissional da autora.
    Dora Lorch é psicóloga clínica e mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Autora de textos publicados em revistas científicas e revistas dirigidas ao público leigo, também é co-autora de livros ao lado de grandes profissionais, como a renomada autora de livros infantis Ruth Rocha. Atuou e/ou atua em diversos projetos sociais, além de ser sócia de empresas no ramo de Psicologia.
    Voltando ao livro, a autora se preocupa com a temática da violência infantil usada "a serviço da educação" e as marcas que a criança carrega por toda sua vida quando passa por esse tipo de situação. Para ela, pais e educadores devem fornecer exemplos diários de bom comportamento, agindo em suas vidas  de forma coerente com as regras passadas às crianças. O adulto pode educar dando bons exemplos de conduta e de valores aos seus filhos.
      Para Dora Lorch, o uso de violência e humilhação como ferramentas para educar uma criança produz seres humanos violentos e sem capacidade crítica. Abordando temas delicados do cotidiano familiar, como birras, medos, mentiras, vergonha, inconsciente e brincadeiras; a autora constrói um manual de como pais e profissionais da educação podem agir de forma positiva para educar a criança, contribuindo para a construção de um ser humano crítico e atuante em nossa sociedade.
      Recomendo a leitura desse livro, pois quanto mais estudamos e lemos sobre educação melhor será o desempenho de nosso papel de pais/educadores.

Boa leitura!!!



Relato de uma mãe que sofreu de depressão pós-parto


  "Quando fiquei grávida meus sentimentos foram uma mistura de alegria, medo e ansiedade... sentimentos que toda mulher vive ao descobrir que será mãe. Os nove meses passaram com tranquilidade, apesar da mudança de cidade, da procura de um novo apartamento, e todas as preocupações que essas duas grandes mudanças provocam no dia a dia.
    Digo duas grandes mudanças porque ter um filho já é uma grande mudança na vida de qualquer mulher, ao mesmo tempo mudar de cidade é bem complicado para toda família. Há pressões de todos os lados, palpites, pequenas discussões que vão estressando e deixando a pessoa um pouco abalada.
    Depois do parto, comecei a sentir muita insegurança e medo de ir para casa com o bebê. Segundo o médico, era depressão pós parto. De um lado a família não acreditava que isso poderia acontecer com uma pessoa saudável, e por outro eu estava vivendo sentimentos cada vez mais confusos. Sem entender o que estava acontecendo, piorando a cada dia. Não suportava ouvir o choro do bebê, não dormia, não tinha fome... O que era para ser prazeroso tornava-se insuportável! Desde a simples troca de uma fralda até as visitas dos conhecidos para conhecer o bebê. 
    Os dias se arrastavam, tudo parecia distante e sem sentido para mim. Eu sentia muito cansaço e falta de alegria. Buscava com todas as minhas forças sair da depressão, mas era muito difícil. Os três primeiros meses foram os piores...
    A partir do quarto mês, depois de conversar com o meu médico, fui aconselhada por ele a tentar buscar uma rotina diária, com passeios ao ar livre, caminhadas, ginástica, cuidar do bebê diariamente com calma e sem ansiedade. E, principalmente, buscar o apoio de um psicólogo e da família.
    Fiz o que ele me aconselhou, e através de muito diálogo, com muito amor e carinho fui pouco a pouco saindo da depressão, até que em um belo dia olhei para o meu filho e pensei: É muito bom ser sua mãe e amar você como te amo."

(S.N, casada, 58 anos)  



Escolher a escola para o seu filho


    Escolher uma escola para os nossos filhos não é uma missão impossível, apesar de não ser uma tarefa fácil. Devemos ter em mente que a melhor escola não é aquela que é próxima de nossa casa, aquela que possui a fachada bonita ou aquela que tem um desconto considerável na matrícula.
    A primeira coisa a fazer nesse processo de escolha da melhor escola para as crianças é saber a proposta pedagógica e como a teoria é aplicada na aprendizagem. Cabe a nós analisar se a teoria de aprendizagem proposta vem de encontro ao nosso dia a dia, aos princípios e regras que passamos para os nossos filhos dentro de casa.
    A escola pode ser tradicional ou mesclada com teorias modernas... com um bom projeto de marketing, bela fachada, ou então uma instituição que não dá descontos na matrícula. O que importa é avaliarmos o projeto pedagógico, sua aplicação na dinâmica das aulas, sem esquecer os professores e a coordenação (afinal de contas, são eles que fazem a escola funcionar no dia a dia).
    Nessa busca visite mais ou menos umas dez escolas de sua preferência e avalie todos os aspectos citados até aqui, sem esquecer a infra estrutura da instituição. A segurança na entrada e na saída, a disponibilidade de estacionamento para deixar os filhos na hora da entrada, a área esportiva e recreativa, os espaços de sala de aula, janelas, ventiladores e ar condicionado. 
    Também é importante que a escola contenha todos os níveis de educação, assim até chegar à faculdade  a criança seguirá na mesma escola, convivendo com os mesmos amigos sem sofrer mudanças dolorosas ou grandes perdas. Caso haja necessidade da criança mudar de escola, é importante ouvir a opinião de mães de alunos e ex-alunos. Essa análise deve ser feita em qualquer escola que seu filho vá frequentar, seja ela a escola de idiomas ou a escolinha de futebol.
    Com esses cuidados seu filho poderá percorrer a vida escolar sem grandes problemas desde a infância até a adolescência.



Quando a criança faz birra...


    Em minha opinião o bebê até a idade de 2 anos não chora ou grita por manha. Obviamente ele está sentindo algo que o incomoda, e os pais precisam desenvolver a sensibilidade para saber identificar o que está ocorrendo com o bebê. Contudo, a partir dessa idade a criança começa a aprender como lidar com os adultos e como reverter o "não" dos pais.
    Quando os pais dizem "hoje você não vai tomar sorvete", e a criança quer estamos diante de uma situação onde a birra pode acontecer. A criança vai gritar e chorar até conseguir aquilo que ela quer, o sorvete que os pais não queriam dar. Quando os pais não mantém o "não" colocado inicialmente o filho identifica uma abertura, uma chance de conseguir aquilo que ela quer em diversas situações. 
     Essas situações incomodam os pais, mas se tornam ainda mais difíceis de lidar quando acontecem em locais públicos como supermercados, shoppings e parques. É importante para a criança ouvir "não" para crescer com segurança, autonomia e principalmente entendendo e respeitando os limites. Durante sua vida nosso filho não saberá lidar com as frustrações se desde cedo não forem colocados limites e regras na sua vida.
      Não fará mal para a criança sentir frustrações e saber que nem tudo aquilo que ela quer poderá ocorrer, já que a autoridade maior dentro das famílias são os pais e não os filhos. É comum ver meninos e meninas que manipulam os pais a ponto de escolherem a hora de estudar, brincar e se alimentar, por exemplo. Tudo ocorrendo de acordo com o seu bel prazer. Nessa cena os pais são meros expectadores do desenvolvimento dos filhos.
    A hora de impor limites e regras é durante a infância, porque ma adolescência será impossível reverter esse processo educacional que não ocorreu. Na sociedade cada vez mais pessoas precisam de ajuda de terapeutas e psiquiatras para lidarem com suas frustrações, falta de autonomia diante dos problemas encontrados na vida, e principalmente pela falta de amor na infância.
    Os pais que educam filhos com limites e regras os tornam adultos para qualquer situação da vida em sociedade. É possível sim dar amor e carinho ao mesmo tendo em que limites são colocados para os pimpolhos. Experimente!!! Seja sempre firme e nunca volte atrás quando um "não" for dito para os filhos.



Férias! Tempo de unir os laços familiares


    Por mais incrível que possa parecer, desfrutar as férias com as crianças é sempre uma experiência inesquecível para todos os familiares. Não pense que a organização das malas ou a escolha dos locais para levar a criançada nos dias de férias podem gerar muito trabalho ou stress para você...
    Com um pouco de imaginação os passeios ou as viagens podem transformar os dias de férias em experiências agradáveis e relaxantes. Tudo pode dar motivos para novas descobertas, longas conversas, risos, alegrias inesperadas, brincadeiras, cantorias... Se os envolvidos tiverem boa vontade e entusiamo este momento de união familiar pode se tornar inesquecível para todos.
     Trace um roteiro de férias com visitas a parques, museus, clubes, viagens interessantes; tendo como meta aproveitar ao máximo esse período de férias. Sempre tendo o bom senso de não cansar muito os filhos. Alguns locais interessantes a serem visitados nesse mês de janeiro são:

- Zoológico de São Paulo;
- Aquário de São Paulo;
- Parque do Ibirapuera;
- Jardim Botânico;
- Museu do Ipiranga;
- Parque Estadual da Cantareira;
- Zoo Safari;
- Parque Villa Lobos;
- Casa das Rosas;
- Parque da Água Branca;
- Hopi Hari;

    Quando pensamos em viagens a cidades, algumas ideias bacanas são:

- A cidade de São Paulo (gastronomia, arte,diversão e lazer);
- Ubatuba; 
- Campos do Jordão;
- Campinas;
- Ilhabela;
- Santos;
- Guarujá;
- São Sebastião;

    Para quem vai visitar a Disney e seu mundo de magia, além de toda a tradicional diversão do local, desde o dia 6 de dezembro está em funcionamento:

- Under the Sea - Journey of Little Mermaid - o visitante vai entrar em um carrinho em forma de concha para passear pelos cenários do filme "A pequena sereia". Repleto de inovações tecnológicas, seus filhos se sentirão como se realmente estivessem dentro do mar, encontrando os personagens do filme. 
- Beast's Castle - o castelo da Fera fica em uma colina em frente a uma velha ponte de pedra... Assim como no Castelo da Cinderela, o visitante pode jantar dentro do castelo em um restaurante que recria a cena do filme "A Bela e a Fera" onde os dois personagens principais dançam lindas melodias.
- Enchanted Tales with Belle - essa aventura começa na oficina de Maurice, pai de Bela, onde um espelho mágico é a entrada para uma nova história. O visitante entra na biblioteca da Fera e participa de uma aventura emocionante!



Boas férias!!!

Fonte: Revista Crescer Nov. 2012.



Mãe de primeira viagem

     Muito antes do seu filho deixar o aconchego da sua barriga você já acompanhava seu desenvolvimento. Você se lembra quando o coração ficou pronto, lá pela 24° semana, e você pela primeira vez pode ouvi-lo bater em sua consulta médica. Que emoção indescritível!
     Depois dessa experiência veio o primeiro chute na barriga... o parto... E agora com o seu filho nos braços a ansiedade continua forte e você treme só de pensar em como cuidar do desenvolvimento em todas as suas fases desse ser tão pequeno, tão frágil... Temos vontade de pedir socorro!!!!
     E as famílias, com a intenção de ajudar, participam com conselhos, fazem críticas ao que julgam errado, ensinam simpatias, discutem entre eles a melhor forma de orientá-la. E é claro, todo esse movimento aumenta ainda mais sua insegurança de ser mãe de primeira viagem. Diante de tanta confusão e stress chega o momento que você acaba se perguntando se será capaz de identificar se o bebê está bem, se o seu desenvolvimento é normal, se o seu filho vai falar logo, se vai aprender a andar... Ufa!!! Muita calma nessa hora!!!
     O melhor a fazer é curtir cada fase do desenvolvimento do seu filho. Você pode até estimular essas fases sempre que possível, mas sem forçar nada por maiores que sejam as expectativas de todos. Os processos de desenvolvimento levam um tempo e tudo acontece naturalmente, basta a sua presença e os cuidados básicos referentes a saúde e bem estar. Dê muita segurança e afeto para o seu filho, assim ele vai crescer saudável e feliz.

Sugestão de leitura




     Hoje em dia, com tantos brinquedos eletrônicos, vídeo games, computadores, etc., os pais acabam esquecendo a importância da leitura de estórias infantis para as crianças desde os primeiros anos de vida. O prazer de ler um livro é um sentimento que deve ser ensinado para a criança, para que a leitura faça parte da cultura dessa pessoinha como  o futebol faz parte da cultura do povo brasileiro.
     Por essa razão quem deve criar o hábito da leitura para as crianças são os pais. Por exemplo, pode-se pensar em um ou dois dias da semana onde os pais se deitarão com os filhos para ler uma estória. Esse momento será muito valioso para a criança, porque a presença e atenção do pai e da mãe são extremamente  significativos e marcantes na vida do pimpolho. O momento da leitura, onde a família está reunida, será estimulante para seus filhos além de desenvolver a fantasia e conferir a sensação de ser amada pelos pais.
     Nesse sentido de incentivo à leitura, a foto acima mostra três livros distribuídos gratuitamente pela Fundação Itaú Social , que você pode adquirir acessando o site http://www.itau.com.br/itaucrianca/. O trabalho de incentivo à leitura realizado pela fundação é muito interessante, e merece ser conhecido por todos os brasileiros.
     Os três livros são ótimos! O livro intitulado "A poesia na varanda", de Sonia Junqueira; "Lino", de autoria de André Neves; e "O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado", de Don e Audrey Wood levam a criança para uma fantástica viagem ao mundo das letras, da imagem, da imaginação... Estes são exemplos de obras infantis que ajudam a formar cidadãos críticos e atuantes na sociedade.

Boa leitura para você e para seus filhos!


O seu bebê nasceu... Parabéns... E agora, o que fazer?

É uma grande satisfação o nascimento de um bebê, toda a família o recebe com imensa alegria. Porém, os primeiros dias de um recém nascido são, para os pais, uma grande adaptação, cheia de descobertas prazerosas e de aprendizado.

O importante é ter em mente que logo quando nasce o bebê deve receber carinho e amor, além de ter o cuidado dos pais. Digo pelos pais para alertar você, mamãe, sobre a importância dos pais nos primeiros dias do bebê em casa.

A confusão gerada por haver um bebê em casa, tentando se adaptar ao lado dos pais a esse novo mundo, é muito grande. A criança troca o dia pela noite, chora, grita, não mama no horário certo... Tudo isso leva tempo, e faz parte da adaptação do bebê ao mundo fora do útero. A mãe e o pai podem juntos dividir as tarefas relacionadas ao cuidado com o filho, para que nenhum esteja sobrecarregado. Enquanto um dorme o outro cuida do nenê, para que nenhum fique exausto. 

Essa estratégia de "revezamento" pode ser feita também na hora do banho, na troca de fraldas, na hora de dar o colo até que o sonhinho venha, e assim por diante.

Nesse momento tão importante na vida de um casal a necessidade de partilharem os cuidados diários do bebê só trará alegrias, intimidade e cumplicidade maiores do casal, além de descobertas prazerosas para os dois. 


Vacinas: você sabe quais são?


A seguir elaboramos uma lista com as vacinas necessárias para cada etapa da vida do seu filho:


1) Nascimento: BCG e Hepatite B (deverão ser aplicadas nas primeiras 12/24 horas de vida)

2) 2 meses: Poliomelite, Hepatite B (deve ter um intervalo mínimo de30 dias entre a primeira e a segunda dose), Tetravalente (DTP + HIB), Rotavirus (para aplicar a 1° dose a idade mínima deve ser 6 semanas, e a idade máxima deve ser 14 semanas)

3) 4 meses: Poliomelite, Tetravalente (DTP + HIB), Rotavirus (para a segunda dose a idade mínima é de até 14 semanas, e a idade máxima é de até 24 semanas), Pneumo 10 Valente 

4) 6 meses: Poliomelite, Hepatite B (o intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias), Tetravalente (DTP + HIB), Pneumo 10 Valente

5) 9 meses: Febre Amarela (somente em regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica, com reforço a cada 10 anos) 

6) 12 meses: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR)

7) 15 meses: DTP, Poliomelite e Pneumo 10 Valente (a dose de reforço para crianças que começaram a tomar as vacinas com menos de 6 meses de idade é de pelo menos 6 meses até a última dose)

8) 4 a 6anos: DTP, Poliomelite e SCR

9) 15 anos: DT - Difteria e Tétano (reforço a cada 10 anos por toda a vida). Em caso de gravidez e na profilaxia de tétano, após alguns ferimentos deve-se reduzir o intervalo para 5 anos.   

Fonte: Jornal O Diário de São Paulo

Cuide bem da alimentação da sua família



É sério!!! Selecionar os alimentos saudáveis para seu filho é uma tarefa muito importante na vida de uma mãe.

Não é porque as crianças estão sempre elétricas, agitadas, que elas tem uma energia ou saúde inesgotáveis! As crianças precisam de alimentos saudáveis e que não causem problemas futuros. Então não podemos pensar somente no gosto do alimento ou se ele sacia a criança hoje. A mãe precisa pensar a curto, médio e longo prazo.

Contudo, sei que hoje em dia com os horários apertados é comum a alimentação de toda a família se tornar inadequada. Responda rapidamente as seguintes perguntas: você se alimenta corretamente? Come frutas e verduras regularmente? Evita frituras? A cada 3 e/ou 4 horas você se alimenta, faz uma pequena refeição? Escolhe sempre os alimentos saudáveis e frescos?

Se você respondeu não à maioria das perguntas não se desespere... Ainda podemos refletir sobre como construir uma alimentação saudável para você e para toda a sua família. Ainda dá tempo de mudar seus hábitos alimentares para melhorar a qualidade de sua alimentação. Quando fazemos mudanças na alimentação produzimos mudanças na vida de uma pessoa como um todo.

Aqui estão algumas dicas:

- prepare para as crianças alimentos bem coloridos. Por exemplo: se o seu filho não gosta de determinados legumes, um prato bem colorido com uma carinha desenhada pode servir para que a criança se interesse pelo legume. Uma cenoura pode ser a juba de um leão se estiver ralada... Um prato pode ser muito atrativo!!!
- prepare um contexto para as refeições - sentar a mesa com a família reunida; conversas sobre o dia a dia de cada um; evitar discussões e brigas; no horário das refeições o foco é a refeição,não a televisão ou o computador; criar um clima de cumplicidade e alegria.  

Quando a lição de casa vira um problema


Para qualquer criança é natural e muito prazeroso brincar. Porém, fazer as tarefas de casa não necessariamente é prazeroso, muito menos uma tarefa fácil para os pais. Vemos crianças que fazem birra, reclamam e acabam fazendo a lição de qualquer jeito, quando não deixam as atividades em branco ou mesmo agridem os pais que querem que elas façam a lição...

O prazer envolvido no ato de aprender não é um sentimento natural, então não espere que seu filho aprenda a gostar de ter tarefas, ou gostar espontaneamente de ler livros. É dever dos pais darem apoio, incentivando a criança a gostar dessas atividades. Os pais devem ser os primeiros a dedicar uma hora específica do dia para as tarefas de casa, um horário onde os pais estejam ao lado da criança para dar o apoio e o suporte nas atividades.

Contudo, a presença dos pais e a importância que os mesmos dão a esse momento do dia são passos importantes para ensinar a criança a gostar desse momento. Os pais são modelos para os filhos, e por isso precisam mostrar por atitudes e palavras como pode ser bacana fazer a lição e aprender. Sabemos que hoje em dia a disponibilidade de tempo dos pais não é muita, porém é preciso criar uma maneira de fazer um acompanhamento das lições todos os dias. Um ritual para pais e filhos, um momento de união, aprendizado e divertimento.

Não é de um dia para o outro que as crianças irão adquirir responsabilidade e prazer em estudar. Essa postura de estudante aplicado deve ser construída no dia a dia...
  
Algumas dicas para que a lição de casa seja agradável e estimulante:

- estabelecer uma rotina de horário para lição de casa;
- a lição deve ser feita em um lugar tranquilo,com mesa adequada e boa iluminação;
- caso a criança esteja em período de alfabetização é interessante ler gibis e bons livros infantis para ela. Essa atitude ajudará muito a ampliar o vocabulário da criança;
- auxilie a criança a fazer as tarefas, não dê a resposta pronta. Ensine a criança a raciocinar.   

Um comentário:

  1. Boa tarde, Sônia!
    Excelente artigo!
    Fico feliz em saber que usou uma foto minha para ilustrar o incentivo à leitura, e divulgar o projeto do Itaú Cultural!
    Um abraço!!!

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