Entrevistas

ENTREVISTA: FEBRE PERIÓDICA - O QUE É ISSO?




Dr. Marco Aurélio Safadi (CRM: 54792), parceiro da NUK e professor de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenador da Equipe de Infectologia Pediátrica do Hospital.

Sobre a NUK – www.nuk.com.br

Presente no mercado desde 1956, a NUK ajuda a promover o crescimento saudável dos bebês com produtos seguros, simples e que estimulem seu desenvolvimento. A empresa foi fundada por dois renomados odontopediatras na Alemanha. A marca trabalha com uma equipe de especialistas nas áreas de pediatria, odontologia, nutrição e ciência para criar os melhores produtos para bebês no mundo todo.

A combinação da expertise médica da NUK e o conhecimento das mamães, maiores especialistas no assunto, faz com que os produtos sejam cuidadosamente projetados para estimular o desenvolvimento do bebê, com produtos inovadores, de fácil uso e excelente qualidade para auxiliar e beneficiar mães e bebês.



PFAPA é uma sigla em inglês que significa febre periódica, estomatite aftosa, faringite e adenite. Ou seja, é quando a criança apresenta febre recorrente acompanhada de aumento de gânglios no pescoço (as populares ínguas), inflamação na garganta e aftas na boca.

A PFAPA é comum?
Não se sabe exatamente a sua frequência, mas provavelmente é mais comum do que se imagina. O pouco conhecimento sobre a doença faz com que o seu reconhecimento se torne mais difícil, sendo as febres e seus demais sintomas, na maioria da vezes, atribuídos a viroses.

Quem é acometido pela PFAPA e como se comporta?
A PFAPA se apresenta em crianças nos primeiros anos de vida, em geral até os 5 anos. Trata-se de uma doença benigna, que não interfere no desenvolvimento da criança, porém sua evolução é arrastada com duração de vários meses a anos.

Quais as causas da doença?
Suas causas são desconhecidas. Até o momento não se identificou causa genética ou infecciosa para explicá-la. O que se sabe é que há uma ativação periódica e temporária do sistema imunológico causando tais sintomas.

Quais são os principais sintomas?
O principal sintoma da doença é a febre recorrente, sua principal marca. Além da febre, vem acompanhada de dor de garganta, aftas e ínguas no pescoço. A duração da febre é de 3 a 6 dias, deixando a criança abatida e sem apetite, se repetindo, em geral, a cada 3 a 6 semanas. Nem todos os sintomas precisam estar presentes para o seu diagnóstico e outros sintomas como dor abdominal e vômitos também podem aparecer. Lembre-se, nos períodos sem sintomas, a criança não apresenta qualquer alteração.

Como confirmar a doença?
Não existe nenhum exame confirmatório. O mais importante é atentar à recorrência da febre e aos demais sintomas. Alguns exames podem ser necessários para excluir outras doenças que apresentam sintomas semelhantes, mas a suspeição aliada ao exame físico são o mais importante para o seu diagnóstico.

Qual o tratamento da PFAPA?
Não existe tratamento específico, o mais importante é o acompanhamento da criança pelo pediatra e medicações para alívio dos sintomas como os antitérmicos comuns. O uso de corticoides administrados no início dos sintomas podem encurtar o tempo das crises.
Em alguns casos, a extração das amígdalas pode ser considerada, geralmente resolvendo os episódios.

Qual a evolução da doença?
Como já foi dito, a doença tem evolução crônica podendo durar vários anos. A tendência é que os episódios apresentem intervalos cada vez maiores até o seu desaparecimento. Como é uma doença benigna, que não traz repercussões para a criança, o acompanhamento pediátrico regular e o alívio dos sintomas são, na maioria da vezes, suficientes para trazer conforto ao pequeno paciente.




ENTREVISTA: PSICÓLOGO VICTOR NICOLINO FARIA - PARTE 2


Victor Nicolino Faria é psicólogo clinico graduado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sendo Bacharel em Psicologia pela mesma instituição.


Telefone: (11) 99623-6496


Blog Super Mãe: Por que as pessoas se negam a ver certos aspectos tristes da nossa realidade?

Victor Nicolino Faria: Na minha compreensão é um mecanismo de defesa do ser humano. Diante de um conteúdo que pode perturbar minha paz interior, ou mesmo meus conceitos, eu me nego consciente ou inconscientemente a aceitar que eles existem. Em outras palavras o ser humano muitas vezes se nega a ver o que vai lhe causar sofrimento, como por exemplo uma traição, a finitude da vida, o suicídio entre os jovens.


Blog Super Mãe: É comum os pais se negarem a ver a realidade dos jovens?

Victor Nicolino Faria: Sim, porque temas como drogas, sexo, depressão, suicídio e bebidas alcoólicas são subestimado pelos pais. Eles acreditam que nunca acontecerá com seu filho, porque ele é x, y ou z. Na verdade todo e qualquer jovem está exposto a diversos males, assim como os adultos. Enquanto pais precisamos estar atentos a realidade que nos cerca, para poder entender melhor nossos filhos e poder ajudar caso eles precisem.


Blog Super Mãe: A omissão é um grande problema?

Victor Nicolino Faria: Sem a menor dúvida! A omissão é o pior problema que enfrentamos atualmente em nossa sociedade, em diferentes aspectos. Analisando a omissão de alguns pais podemos ver o crime que eles cometem na vida de seus filhos, pois a atuação dos adultos na vida de uma criança é fundamental, modeladora da maneira como essa criança olhará e lidará com o mundo. Trate seu filho com desleixo, omissão, e verá um ser humano carregando estas marcas durante a sua vida.


Blog Super Mãe: O que homens e mulheres precisam para serem bons pais e lidarem com questões delicadas da nossa sociedade?

Victor Nicolino Faria: Estarem preparados para amadurecer, encarando a vida de olhos abertos. No momento que nos tornamos responsáveis por um ser vivo precisamos zelar pelo seu bem estar físico, mental e social. Para tanto necessitamos encarar nossos medos, limitações e agir no sentido de educar a criança para a vida real.




ENTREVISTA: PSICÓLOGO VICTOR NICOLINO FARIA - PARTE 1

Victor Nicolino Faria é psicólogo clinico graduado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sendo Bacharel em Psicologia pela mesma instituição.

Website: www.epcopsicologiaclinica.com.br

Telefone: (11) 99623-6496


Blog Super Mãe: Atualmente o tema suicídio está sendo muito discutido nas redes sociais e nas mídias. O que você acha disso?

Victor Nicolino Faria: Apesar de levarmos um susto quando ouvimos falar sobre suicídio, acredito que nossa reação se deve ao conceito de suicídio que crescemos ouvindo falar, implícita ou explicitamente. O suicídio era um tema pouco discutido, um tabu em nossa sociedade, sendo que poucas pessoas falavam a respeito e quando falavam era de formas simplistas ou mesmo tendo uma visão estritamente religiosa da questão. É importante falarmos abertamente sobre o suicídio, mesmo que para isso precisemos desafiar esse tabu ou mesmo nossos incômodos subjetivos.


Blog Super Mãe: Por que é importante falar a respeito de suicídio?

Victor Nicolino Faria: Porque a medida que falamos sobre questões que afligem o ser humano tornamos conscientes conflitos não abordados pela sociedade ou pelo indivíduo, e tornando conscientes  estes conflitos podemos encará-los e superá-los. A série da Netflix "13 reasons why" aborda este tema no universo adolescente, além de evidenciar os temas bullying, amor, depressão, e presença dos pais na vida dos jovens. Eu sugiro para pais de crianças e adolescentes buscarem informações sobre esta série e sobre este tema, porque todos precisam entender o que é suicídio, o que é depressão, etc. Entender é a melhor forma de evitar e/ou superar qualquer adversidade de nossas vidas.


Blog Super Mãe: Algumas pessoas falam mal desta série, ou se afetam negativamente pela narrativa da história. Será que é uma boa indicação para pais?

Victor Nicolino Faria: Toda obra tem pontos negativos e pontos positivos, e sem dúvida a medida que assistimos os episódios desta série somos afetados pelos conteúdos, pela narrativa. Mas qual o problema em se afetar por uma história? Se somos afetados é porque a história produziu uma reflexão, uma mudança em nós... Tocou em questões sensíveis em nossa vida pessoal ou em nossa vida dentro da sociedade. A medida que somos afetados precisamos entender o porque de estarmos afetados, buscar novas informações, conversar a respeito... Se apropriar do conteúdo que nos afeta.


Blog Super Mãe: E a partir da apropriação podemos agir?

Victor Nicolino Faria: Sem dúvida. Quanto mais sabemos melhor podemos agir com nós mesmos, com o outro, com os nossos familiares.


Blog Super Mãe: Mas não é fácil falar sobre suicídio, principalmente quando está relacionado à infância e adolescência.

Victor Nicolino Faria: Eu sei, e justamente por não ser fácil precisamos sim falar a respeito, discutir esta triste realidade. Quantos jovens e adultos precisarão cometer suicídio, quantas famílias precisarão sofrer esta dura perda, ou mesmo quantas pessoas precisarão encarar as terríveis dores, dúvidas e angústias que levam ao suicídio? Nunca é fácil encarar e superar um tabu, mas temos o dever de fazer isso pelas pessoas que sofrem em nossa sociedade por depressão, bullying e tantos outros males que afetam o ser humano e que são renegados dos círculos de conversas.





ENTREVISTA: CAMILA FELDBERG, COORDENADORA DE FOMENTO DA FUNDAÇÃO ITAÚ SOCIAL


A Fundação Itaú Social e o UNICEF lançaram na última segunda a 12ª edição do Prêmio Itaú-Unicef, que reconhece boas parcerias entre Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e escolas públicas no desenvolvimento de ações socioeducativas voltadas à educação integral. Nesta edição, 96 iniciativas serão premiadas em todo o País.


O Blog Super Mãe tem o prazer de reproduzir a entrevista da coordenadora de Fomento da Fundação Itaú Social Camila Feldberg. Para assistir a entrevista basta clicar no seguinte link: http://www.imprensapremioitauunicef.com.br/




ENTREVISTA: O QUE É A GUERRA CONTRA BEBÊS MENINAS


Joel Budd, editor de políticas sociais da revista The Economist


Blog Super Mãe: Fale para as nossas leitoras um pouco sobre o generocídio que você aborda na revista The Economist.

Joel BuddEm muitos países, o generocídio é uma prática comum para não se ter meninas. Há duas maneiras de fazê-lo. Uma delas é detectar fetos de meninas com ultrassom e, em seguida, abortá-los. Outra é negligenciar bebês do sexo feminino (por exemplo, não vacinando-os), para que eles sejam mais propensos a morrer. Essas coisas não são comuns na América Latina, mas são na Ásia e em algumas partes da Europa. O generocídio é especialmente um problema nos dois maiores países do mundo: Índia e China. Como resultado, o mundo inteiro tem muitos meninos. O número total da "falta" de meninas e mulheres no mundo é estimado em 136 milhões.

O generocídio só acontece em lugares onde há três coisas. Em primeiro lugar, os pais realmente querem um menino. Em segundo, as famílias são pequenas. Nos países em que as famílias grandes são comuns (por exemplo, na África Subsaariana), os casais quase sempre terão um menino. Mas, em lugares onde os casais têm apenas um ou dois filhos, eles irão tentar garantir ter um menino. Em terceiro lugar, há alguma maneira de não se ter meninas indesejadas. Normalmente, nos dias atuais, o método é o aborto seletivo.
Não importa se o aborto é legal ou ilegal, ou se os médicos são proibidos de dizer aos pais qual é o sexo do feto. Se os pais realmente querem um menino, e não uma menina, eles irão encontrar uma maneira de fazer isso acontecer.
E por que os pais querem meninos e não meninas? Geralmente é porque, em alguns lugares, há o costume de as mulheres se mudarem para a casa da família do marido quando se casam. Isso significa que as mulheres casadas são "perdidas" para seus próprios pais. Elas acabam cozinhando para os pais de seus maridos e cuidando deles na velhice. Isso existe na China, Índia, Vietnã e em alguns outros lugares. E é aí que o generocídio acontece.

É uma péssima tendência para as meninas, obviamente. Mas, o generocídio também é muito ruim para os meninos. Como há poucas meninas em países como China e Índia, muitos rapazes não poderão casar quando crescerem. E homens solteiros são vistos como perigosos na Ásia. Portanto, este é um problema social enorme. Felizmente, o generocídio é cada vez mais raro. Mas, como já foi muito comum 10 anos atrás, muitos meninos que hoje têm 10 anos de idade não poderão encontrar uma esposa. Esse problema vai piorar por muitos anos antes de melhorar.





ENTREVISTA: CÉLIA POMARO - PSICÓLOGA, PEDAGOGA E DIRETORA DA ALL TOGETHER BILINGUAL SCHOOL



Célia Pomaro nasceu no interior paulista, na pequena Pereira Barreto. Apaixonada por crianças, saiu de sua cidade natal com o intuito de concluir seus estudos em psicologia, especializando-se em psicopedagogia a fim de compreender os sentimentos, expressões e o comportamento dos bebês e das crianças. Recém-formada, na década de 80 montou a "Escola da Arca", onde atuou por 20 anos. Em 2005, observando a expansão das escolas bilingues no Brasil, planejou e construiu a All Together Bilingual School, que foi a primeira escola bilíngue da cidade de São Paulo a receber bebês a partir de 4 meses de idade.

Célia acredita na importância da vivência e dos estímulos diversos desde os primeiros anos de vida, onde a aprendizagem se dá naturalmente através dos sons, brincadeiras e da musicalização. Ela defende ainda que o ensino infantil respeite, em todas as fases, as necessidades de desenvolvimento pessoal e psicológico de cada criança.



Blog Super Mãe: Conte-nos sobre a All Together.

Célia: A All Together Bilingual School foi fundada em 2005 pioneira em receber crianças a partir de 4 meses de idade, acreditando que a formação do individuo inicia-se nesta fase. Onde a aprendizagem se dá naturalmente através dos estímulos sonoros, táteis, olfativos, visuais e gustativos. Nosso lema é: “Leve a sério a infância e diverta-se na vida adulta”.


Blog Super Mãe: Por que vocês decidiram trabalhar com crianças nesta faixa etária?

Célia: Para ensiná-las a lidar com a diversidade de conflitos e emoções individuais em prol da integração social e cognitiva do grupo. As crianças desta faixa etária aprendem a desenvolver competência afetiva que promova a passagem do “eu” para o “nós”, descobrindo como viver com seus pares e em sociedade.


Blog Super Mãe: O que é o sócio construtivismo e quais benefícios ele traz para a criança.

Célia: O sócio construtivismo é uma abordagem escolar prática que possibilita  a cada aluno e ao seu grupo/classe serem protagonistas de seu processo como aprendizes, promovendo soldagem dos pré requisitos, reflexão individual sobre a ação, sobre seu conhecimento e sobre o que está aprendendo.


Blog Super Mãe: Por que devemos nos preocupar com uma educação bilíngue?

Célia: A educação bilíngüe nesta idade ativa os hemisférios cerebrais de modo espontâneo. A criança faz mais sinapses e aprende a usar os dois códigos lingüísticos, estimular as funções executivas e a busca por solução de problemas.


Blog Super Mãe: Existem muitas escolas, muitas linhas pedagógicas... como as mães podem saber em qual escola e linha pedagógica seu filho será mais feliz?

Célia: Primeiramente buscando uma filosofia que vai ao encontro de seus propósitos de vida e que seja condizente com as exigências do mundo atual. Essa escolha deve ser criteriosa abrangendo vários pontos que compõem o 4 pilares para a Educação no século XXI: aprender a aprender, aprender a conhecer, aprender a conviver e aprender a fazer.


Blog Super Mãe: Gostaria de dizer algo mais as nossas leitoras?


Célia: Muito maaaais.... venham nos visitar!




ENTREVISTA: EF EDUCATION FIRST RESPONDE PERGUNTAS DE INTERCAMBISTAS DE PRIMEIRA VIAGEM




Se preparar para uma viagem ao exterior pela primeira vez é animador, mas podem surgir milhares de perguntas. Pensando nisso, especialistas da EF Education First Intercâmbio, líder mundial em intercâmbio e cursos no exterior, responderam a algumas das principais dúvidas dos estudantes de primeira viagem. Aproveite e prepare-se para a sua grande viagem!

Eu nunca viajei sozinho – você tem algumas dicas?

Viajar sozinho pela primeira vez pode ser um pouco intimidante, mas aqui estão alguns truques: chegue cedo no aeroporto. Você terá bastante tempo para passar pela segurança e chegar ao seu portão sem correria. Achamos que é sempre útil marcar o transfer com antecedência, assim você não tem que se preocupar com transporte até sua host family ou na residência após seu longo voo.
Eu deveria entrar em contato com a minha host family antes da viagem? 
Sim! No final das contas, você fará parte temporariamente da família deles, então eles provavelmente estão tão curiosos quanto você. Você poderá enviar-lhes um email, se apresentando, tirando suas dúvidas e contando a eles o quão animado(a) você está em estudar fora.

O que eu devo levar?

Isso depende para onde você vai e quanto tempo vai passar lá. Você poderá lavar sua roupa, então não exagere na mala. Além disso, haverão lojas, então deixe um pouco de espaço para as coisas que você comprar por lá. Uma vez que você sabe sobre o clima, leve roupas adequadas, um par de tênis, para curtir atividades e excursões, carregadores e adaptadores. No caso de você se esquecer de algo: a não ser que seja seu sweater preferido, você poderá comprar basicamente tudo no seu destino de viagem.

Eu devo levar presentes para a minha host family e meus colegas de quarto?

Todo mundo ama presentes e host families ou colegas de quarto não são exceção. Um pequeno souvenir do seu país ou cidade certamente vai ajudar a quebrar o gelo e mostrar a eles que você é uma pessoa fantástica.

Eu preciso de um cartão de crédito?

Sim. Recomendamos que você leve um cartão de crédito, especialmente se você for para os Estados Unidos. Outra maneira de ter certeza que os gastos não ultrapassem os limites é usar um cartão pré-pago: você ou seus pais podem simplesmente carregar o cartão com a quantia desejada.

Eu preciso de um seguro especial para estudar fora?

Nós recomendamos que você tenha um seguro de viagem que também inclua “responsabilidade” e “legal”. Você também pode ter um seguro privado, ou checar com seu consultor de viagem se eles providenciam um seguro para você. Viva uma experiência transformadora em outro país! Com mais de 44 escolas próprias em 16 países, a EF Education First oferece diversos programas de intercâmbio e estudo no exterior para jovens e adultos. Para encontrar o programa certo para você, acesse o site www.ef.com.br.




ENTREVISTA: NEUROLOGISTA E DIRETORA DA ABRAZ - REGIONAL SP


Dra. Ana Luisa Rosas – neurologista e diretora científica da Abraz - Regional SP


Link do vídeo da campanha: https://youtu.be/6uf_zL0iEaE


Blog Super Mãe: Doutora, antes de mais nada gostaríamos de saber o que é o Alzheimer?

Dra. Ana Luisa Rosas: A Doença de Alzheimer é uma enfermidade que  surge  predominantemente em pessoas idosas, com raras exceções. É um tipo de demência.  A doença de uma maneira geral se inicia com algum comprometimento cognitivo, com esquecimentos leves sobre assuntos às vezes corriqueiros. À medida que vai evoluindo, as queixas de memória vão se tornando mais complexas e a pessoa pode começar a apresentar impacto funcional no seu dia a dia, comprometendo seu rendimento  nas atividades. Nesta fase, quando acontece de ter algum impacto funcional, é que em geral as pessoas buscam a ajuda médica.


Blog Super MãeTem uma causa? E o mais importante, tem cura?

Dra. Ana Luisa RosasNão se sabe ao certo  por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral. Porém, mesmo com essas informações, os cientistas ainda não encontraram a cura para a doença.


Blog Super Mãe: Quais são os tratamentos mais usados e mais eficazes?

Dra. Ana Luisa RosasA ciência tem caminhado em direção a novas descobertas e tratamentos farmacológicos e já existem alguns medicamentos que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes e o cotidiano das famílias. Medicamentos utilizados para o tratamento da DA, como os anticolinesterásicos, podem ser retirados mediante receita médica nos postos de alto custo. Porém, à medida que a doença avança e sintomas comportamentais se apresentam, com o declínio cognitivo, é preciso introduzir outras drogas, que podem não ser dispensadas pela rede pública. Então, é importante que as famílias se organizem para cuidar do doente.


Blog Super Mãe: Existem exames para diagnosticar o Alzheimer antes do aparecimento dos sintomas?

Dra. Ana Luisa RosasNão há exames que diagnostiquem a doença de Alzheimer antes do aparecimento dos sintomas. Na prática, o diagnóstico da doença é clinico, ou seja, depende da avaliação feita por um médico que irá definir qual é a principal hipótese para a causa da demência.  


Blog Super MãeComo devemos, enquanto amigos ou familiares, lidar com o paciente diagnosticado com Alzheimer?

Dra. Ana Luisa RosasCuidar de uma pessoa com Doença de Alzheimer é um desafio para qualquer família. As mudanças são significativas e precisam ser compreendidas e incorporadas na rotina familiar.  Todos que convivem com o doente devem de alguma forma se preparar para lidar com perdas,  reorganizar a vida cotidiana, redistribuir tarefas e oferecer tratamento adequado com cuidados que atendam às necessidades e preservem a integridade do idoso. O mais importante é dar muito afeto, carinho e, principalmente, ter muita paciência. Esses ingredientes não devem faltar nunca. A forma como cada família reage ao diagnóstico varia muito pois cada família tem uma dinâmica diferente. Mas quando fica muito difícil para a família aceitar a doença, uma intervenção psicológica focada em apoio emocional pode ajudar bastante. 


Blog Super Mãe: Fale sobre a campanha.


Dra. Ana Luisa RosasA Torrent do Brasil, em parceria com a ABRAZ, realizou uma campanha digital no mês de setembro com o objetivo de conscientizar a população sobre o diagnóstico precoce da doença de Alzheimer. O ponto alto da campanha é um vídeo que está sendo veiculado na rede, em homenagem ao dia 21 de setembro que é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. O vídeo utiliza o formato câmera escondida e mostra reações espontâneas e verdadeiras de pessoas diante de uma atriz que simula os sintomas da doença em uma rua movimentada do centro de São Paulo. A ideia da campanha é destacar os vários ângulos do problema como os principais sintomas e o perfil dos pacientes e ressaltar a importância do tratamento precoce para a melhoria de vida de quem sofre a doença. Para assistir o vídeo basta acessar o link: https://www.youtube.com/watch?v=6uf_zL0iEaE&feature=youtu.be . Assistam e compartilhem assinalando a hashtag #nãoseesqueça




ENTREVISTA: JULIANA GUARANY, FOTÓGRAFA





Facebook: Fotografia Juliana Guarany
Instagram: @fotografiajuguarany



Blog Super Mãe: Como você entrou em contato com a fotografia?


Juliana: Gostava de fotografia desde sempre, só não sabia que isso mais tarde, iria se transformar em minha profissão.Nos aniversários das amigas, na escola e até nas festinhas dos meus primos sempre estava lá com uma câmera na mão, que nem profissional era, mas já me deixava feliz. Fui crescendo, e tendo ainda mais interesse pela fotografia, achava coisas teóricas em casa e adorava estudar. Um dia descobri que meu pai e meu avô, trabalhavam com fotografia e eram formados, e nessa época eu nem nascida era, mas brinco até hoje que esse amor pela fotografia foi genético. Decidi então, entrar pra esse mundo de cabeça , alma e coração. Me formei em fotografia em 2014 e nunca mais larguei uma câmera.



Blog Super MãeQual público você gosta mais de trabalhar?

JulianaSem dúvidas, o público que ganha meu coração são as crianças e tudo que as envolve. Os ensaios de famílias são muito especiais. Registrar a naturalidade, o amor e a alegria de cada serzinho e de seus papais que passam por mim, é uma forma de eterna gratidão. Vibro com cada olhar e com cada sorriso. Normalmente nos ensaios tento capturar ao máximo o real, a essência de cada família ou gravidinha, mostro nas minhas fotos o que eles são todo dia. Muitas vezes, faço ensaios de acompanhamentos dos bebês, é uma outra experiência incrível, porque a cada mês que apareço na casa dos meus clientes, vejo o desenvolvimento dessas fofuras, e isso não tem preço.


Blog Super MãeÉ fácil trabalhar com fotografia? A população valoriza o profissional e o seu talento?

JulianaNão vou mentir, não é fácil. Pra quem acha que trabalhar com fotografia é só ir lá fazer umas fotos e pronto , está totalmente enganado. A fotografia vai muito além de tudo isso, desde o atendimento aos clientes, apresentação de proposta de ensaio, ajuda na escolha do figurino, deslocamentos, tempo de edição, preparo para o ensaio (principalmente quando são com bebês, já que temos que respeitar o tempo deles) até a confecção dos meus pacotinhos (não abro mão de através das minhas entregas levar carinho e gratidão aos meus clientes). 
Acredito que tem espaço no mercado para todo estilo de fotografia, hoje em dia tem surgido cada vez mais fotógrafos muito bons. Não me preocupo muito com a "concorrência", por acreditar também que o seu cliente vai se identificar com a sua fotografia por algum motivo, ele vai ver o seu filho, sua família, ou até mesmo se ver, no caso das gestantes nas suas fotos, e assim, te escolher pelo seu talento. Um fotógrafo que estuda, que é correto e que tem amor pelo que faz jamais passa despercebido. Então, a valorização existe sim. 


Blog Super MãeO que você teria a dizer sobre o registro fotográfico da gestação e da maternidade?

JulianaTanto a gestação quanto a maternidade são fases únicas, deliciosas de serem vividas e inesquecíveis. As fases acabam passando cada vez mais rápido, e por que não registrá-las? O registro é a garantia de olhar tudo aquilo, e viver de alguma forma tudo novamente. É através das fotografias que vocês, mães, vão lembrar como ele sorria com os olhinhos fechados, como amava o brinquedo que não existe mais, como adorava aquela comidinha. Mais tarde quando seu filho crescer, vai ser por meio da fotografia que vocês irão  ter momentos de risadas e emoções vendo e lembrando de tudo aquilo. É através da fotografia que irão lembrar que já o amava quando ele estava dentro da sua barriga ou quando cabia na palma da mão do papai. As fotografias vão estar presente em todas as outras gerações pra lembrar que o amor de vocês existe desde sempre. 


Blog Super MãeVocê gostaria de dizer algo mais as nossas leitoras?

JulianaMamães, sei que as vezes parece mero capricho fazer um acompanhamento de mês em mês, ou a cada três meses, um ensaio de família ou aquele ensaio lindo da sua barriguinha criando tamanho... mas não é!  Não deixem passar sem registros, essas fases gostosas, esses sorrisos, que vão deixar muita saudade, mas que com as fotos serão mais fáceis de matá-las. Planejem , sonhem,  registrem! Sabem aquele lugar especial de vocês? Que sempre vão? Pode ser naquele parquinho de domingo a tarde, pode ser na praia onde vocês adoram brincar, ou até mesmo, na casa de vocês, no cantinho, no quarto, vão lá e registrem! E acreditem, jamais irão se arrepender por colecionarem os momentos maravilhosos da vida de vocês!

Espero que eu tenha de alguma forma esclarecido dúvidas, ajudado e conseguido passar através das minhas respostas todo o amor que envolve a minha fotografia com famílias, acredito muito no poder da família e da maternidade, e esse valor é o que sempre levo no meu trabalho. Qualquer dúvida, pergunta ou ajuda estarei a disposição de todas as mamães leitoras.






ENTREVISTA COM A EMPRESA ROBOTA


Lyselene Candalaft Alcantara Prol é diretora operacional da empresa Robota










Blog Super Mãe: Hoje em dia se fala muito sobre crianças aprenderem robótica. O que elas podem aprender nestes cursos? 


Lyselene: Hoje em dia fala-se muito no domínio e fascínio que as crianças tem pelo mundo virtual. É fato, porem geralmente trata-se apenas de um domínio como usuário e geralmente individuais e não como crianças que são capazes de criar e realmente aprender de forma cooperativa neste mundo virtual. A robótica vem para estimular a criatividade, o trabalho em grupo e a elevação da autoestima na medida em que as crianças são as protagonistas no processo de criação dos seus projetos e depois podem dar vida fazendo motores funcionarem, lâmpadas acenderem, Leds piscarem ao seu comando.





Blog Super Mãe: Do que se trata o seu projeto?


Lyselene: Nós da Robota temos como missão contribuir com o processo educacional em nosso país. Queremos um país com excelência no processo de ensino-aprendizagem, pessoas inteligentes, capazes e motivadas para criar, solucionar problemas e serem felizes. Desenvolver, pesquisar, aprimorar, implantar e aplicar os mais diversos tipos de soluções tecnológicas  é o caminho que escolhemos para realizar nossa missão. Estamos lançando uma série de pequenos Kits de montagem que estimulam a criação de forma cooperativa entre pais e filhos. A ideia é estimular faça você mesmo seu brinquedo.



Blog Super Mãe: Qual o diferencial dele em relação aos outros? Quais materiais vocês costumam utilizar nos seus cursos?

Lyselene: Nosso diferencial é a qualidade, aplicação pedagógica e preço. Os projetos dos Maker Box são frutos de atividades de sucesso já realizadas em parceira com as escolas que prestamos serviços  nesse caminho de mais de 12 anos  de trabalho com a aprendizagem criativa. Por sermos uma empresa nacional e fabricantes da maioria do material que compõe os Kits podemos trabalhar com um fator de custo benefício bem grande. Desenvolvemos duas linhas de materiais plásticos adequados a diferentes faixas etárias que são utilizados para montagem estrutural dos projetos. Alem disso usamos papelão, materiais de pintura e Kraft em geral...





Blog Super Mãe: Como nossas leitoras podem conhecer mais sobre suas oficinas?


Lyselene: Podem acessar nosso site: www.robota.com.br ; nossa loja virtual: www.robotaeducacional.com.br ; nossa página no facebook: https://www.facebook.com/robotaescola/ ; nosso e-mail: robota.edu@gmail.com ; e o meu telefone: 99971 2160




Blog Super Mãe: Você gostaria de dizer algo mais para o nosso público?

Lyselene: Sim. Caras mães, não percam a oportunidade de brincar com seus filhos. Já foi comprovada a grande importância dos pais e das brincadeiras no processo de amadurecimento e desenvolvimento da autonomia. Ainda mais  se puderem criar os próprios brinquedos juntos !!!! Nós da Robota estamos aqui para apoiá-las e todo esse processo. Alem dos Maker Box temos oficinas de capacitação para uso destas e muitas outras ferramentas.




ENTREVISTA COM AS FUNDADORAS DA EMPRESA CLOSET.ME


Sobre a empresa

O nome é uma brincadeira entre o closet da mulher e o prazer de se vestir bem e o objetivo da marca é fazer com que a moda seja acessível para todas as pessoas. 


Super Mãe: Conte para as leitoras sobre vocês:

Renata e Camila: Somos duas irmãs, que viemos de Campinas para estudar Administração de Empresas em São Paulo. Sempre fomos muito unidas e nosso sonho sempre foi abrir um negócio próprio.



Super Mãe: O que vocês gostam de fazer:

Renata e CamilaGostamos muito de moda, então sempre que temos tempo livre, estamos envolvidas em algum projeto relacionado a isso. Pesquisar sobre tendências do mercado de luxo e festas tornou-se um vício. Estamos sempre acompanhando tudo o que está acontecendo no mercado. Gostamos também de lidar com o público que está em busca de um look para uma data especial. Isso porque é sempre uma ocasião alegre e de boas energias!



Super MãeComo surgiu a ideia da Closet.Me:

Renata e CamilaComo nós duas somos formadas em Administração de Empresas, sempre quisemos abrir um negócio próprio. Vimos uma oportunidade no mercado e apostamos nisso. Fizemos 6 meses de estudo de mercado para analisar a viabilidade do negócio e percebemos que havia muito espaço para se trabalhar e desenvolver isso no Brasil.



Super MãeQue tipos de roupas e de público vocês trabalham?

Renata e Camila:Trabalhamos com vestidos de festa, sendo eles longos e curtos. Nosso publico alvo é formado por formandas, madrinhas e convidadas de festas em geral.



Super MãeQual tipo de experiência vocês proporcionam as clientes?

Renata e CamilaEntendemos que sempre estamos envolvidas em algum momento especial. Seja ele uma formatura, casamento ou festa. Dessa forma, proporcionamos sempre uma experiência alegre e única, de forma a fazer com que a própria escolha do vestido já seja uma festa. Toda mulher sonha em estar bonita, independente do evento. Assim, trabalhamos para que isso sempre possa ocorrer. Ajudamos as nossas clientes a escolher o vestido certo para a ocasião e estilo do corpo.



Super Mãe: Como as leitoras podem se tornar suas clientes?

Renata e CamilaÉ muito fácil ser cliente da Closet.Me. É só entrar em contato pelo email: contato@closetme.com.br ou até mesmo pelo whatsapp: 011 975041918 para agendar um horário. Será um prazer atende-las!



Super Mãe: Gostariam de dizer algo mais?


Renata e CamilaAcreditamos muito na ideia do aluguel de vestido, pois além de ser um consumo mais consciente, permite que a mulher possa estar sempre com um look diferente sem gastar muito. Hoje em dia, com as redes sociais, ninguém gosta de repetir a roupa, não é mesmo?




ENTREVISTA SOBRE EPILEPSIAS E CONVULSÕES


Dra. Andrea Julião de Oliveira
Neurologista/Epileptologista
Médica do NATE (Núcleo Avançando no Tratamento das Epilepsias) do Hospital Felício Rocho

Andrea Julião de Oliveira é médica neurofisiologista clínica com atuação em epilepsia. Fez seu treinamento no Hospital São Lucas da PUC-RS, em Porto Alegre, e hoje trabalha no NATE (Núcleo Avançado de Tratamento das Epilepsias), no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, MG.

Super Mãe: Desde pequenas ouvimos falar que febres muito altas podem causar convulsões. Isso é verdade?

Dra. Andrea: Sim, de fato existem “convulsões febris”, que são crises epilépticas causadas por febre – não necessariamente febre alta, mas geralmente uma subida mais rápida da temperatura corporal. Felizmente, as convulsões febris não são tão comuns (ocorrem em cerca de 5% das crianças, geralmente entre os 6 meses e os 5 ou 6 anos de idade). As convulsões febris são geralmente benignas, ou seja, sem maiores consequências.


Super Mãe: Qual a diferença deste tipo de convulsão para epilepsia?

Dra. Andrea: As convulsões febris têm uma causa externa, que é a febre (ou, como dissemos, a subida rápida de temperatura), em um cérebro mais excitável, que é o cérebro de crianças na idade pré-escolar. Isto é diferente das epilepsias, que são doenças caracterizadas por uma predisposição anormal a apresentar crises independentemente de causas externas imediatas. Ou seja, o fato de apresentar uma convulsão febril não significa que a criança tem ou terá epilepsia.
 

Super Mãe: É possível prever um ataque epiléptico?

Dra. Andrea: Infelizmente, a maioria das crises epilépticas se inicia súbita e abruptamente, sem permitir que possamos prever. Há exceções, nos casos em que as crises tem um início mais gradual, focal, com sintomas que o paciente pode perceber antes de apresentar alterações da consciência: a estes sintomas damos o nome de “aura”.


Super Mãe: Quais são os sinais de um ataque epiléptico e como devemos agir nestes casos?

Dra. Andrea: Existem crises de diversos tipos, com características diferentes. Nas crianças, são comuns crises de “ausência”, caracterizada apenas por uma breve parada, com ruptura do contato e da consciência, mas sem sinais visíveis. As crises mais assustadoras, no entanto, são ainda as crises convulsivas (chamadas “tônico-clônicas generalizadas”), que se caracterizam por perda da consciência e do controle motor, com queda e movimentos involuntários de contração dos músculos, que se tornam enrijecidos ou se contraem repetidamente. Nessa crise, a pessoa pode morder a própria língua e pode ter cianose (ficar “roxinha”), porque a oxigenação do sangue está diminuída. É importante esclarecer que a cianose não tem nada a ver com “enrolar ou engolir a língua” (isso não existe!), mas sim com o enrijecimento da musculatura respiratória. Portanto, não se deve segurar, em hipótese alguma, a língua do paciente em crise, nem introduzir qualquer objeto em sua boca. Ao contrário, devemos facilitar sua respiração afrouxando as roupas, colocando-o deitado de lado e deixando espaço para que ele respire. A maioria das crises, felizmente, termina espontaneamente em menos de 3 minutos. Por isso, se a crise, com a contração muscular, durar mais de 5 minutos, já é preciso providenciar ajuda médica. Apenas se a crise se prolongar por mais de 10 minutos devem ser tomadas medidas de tratamento de urgência. Atenção apenas para não colocar nessa conta o período que vem depois do término da crise, em que a pessoa fica molinha, muito sonolenta, às vezes um pouco confusa, enquanto se recupera.


Super Mãe: Nos quadros de epilepsia, quais sãos os tratamentos disponíveis?

Dra. Andrea: O tratamento da epilepsia, em princípio,  é feito com medicamentos. Existem diversos fármacos, e a escolha deve ser feita criteriosamente pelo médico, levando em conta o tipo de crise, as características do paciente, sua  idade, se ele usa outros remédios ou tem outros problemas de saúde. Na maioria das vezes, a epilepsia se controla com um único medicamento, desde que tomado regularmente e nas doses adequadas. Infelizmente, porém, existem casos (20 a 30%) em que o controle não é obtido com fármacos. Se isso ocorrer, devemos avaliar as alternativas de tratamento. Nesses casos, a cirurgia da epilepsia pode ser uma boa opção. Se a cirurgia não for possível, há alternativas como a dieta cetogênica e a neuromodulação.


Super Mãe: O que a doutora teria a dizer sobre o tratamento denominado terapia VNS?

Dra. Andrea: A terapia VNS é uma destas alternativas, e faz parte do que chamamos de “neuromodulação”. A neuromodulação funciona pela aplicação de estímulos elétricos leves, repetidos cronicamente, sobre o sistema nervoso, de modo a, lentamente, modificar o modo como o cérebro funciona. No caso das epilepsias, a neuromodulação pretende reduzir a ocorrência das crises e sua gravidade.  A terapia VNS deve ser indicada por um time de médicos especializado em epilepsias de difícil controle. É um processo que funciona com o implante de um gerador de impulsos elétricos, semelhante a um marca-passo, na região do ombro, ligado a um eletrodo colocado sobre o nervo vago, no pescoço. Este gerador é ligado e controlado pelo médico epileptologista, utilizando uma ferramenta sem fio, que modifica gradualmente a intensidade e a frequência dos estímulos aplicados sobre o nervo. Geralmente a terapia VNS é muito bem tolerada e não oferece maiores riscos.

Super Mãe: A doutora gostaria de dizer algo mais?

Dra. Andrea: Sim. É muito importante lembrar que as epilepsias não são raras - acometem cerca de 2% da população - e podem surgir a qualquer momento na vida de uma pessoa, da infância à terceira idade. Felizmente, as epilepsias podem evoluir muito bem, desde que diagnosticadas corretamente e tratadas adequadamente. A maioria das pessoas com epilepsia pode ter suas crises totalmente controladas e viver uma vida plena e feliz. O pior problema, para muitas das pessoas com epilepsia, no entanto, é o preconceito! Ideias erradas e preconceituosas existem até hoje, infelizmente. Para este problema, a solução é a informação. Informação correta, bem fundamentada e de fontes seguras, além de amor e respeito!




ENTREVISTA COM CASSIA CASSITAS, AUTORA DO LIVRO O MENINO QUE PEDALAVA



Super Mãe: Conte para as nossas leitoras um pouco sobre a sua história.
Cassia: Sou uma mulher inquieta que gosta de gente e de livros. Minhas especializações em tecnologia da informação, didática do ensino superior e filosofia revelam um pouquinho do que os leitores podem esperar dos meus livros. Vocês vão encontrar ciborgues, bolhas econômicas e muita emoção nos personagens que povoam meus textos.
Super Mãe: Como surgiu a ideia para escrever este livro?
Cassia: Da vontade de sorrir, entrar em contato com um lado leve da vida que algumas pessoas parecem conhecer. Descobri as paralimpíadas durante as pesquisas. Muitos caminhos me levaram aos atletas, ao esporte e ao grande tema, a inclusão social. Posso afirmar que sinto uma grande admiração pelas pessoas que encontrei nessa trajetória. Vale a pena dar uma paradinha e olhar para elas. Cada pessoa que homenageio neste livro decidiu olhar para frente à sua maneira e assim acontecer. Vejam as fotos no site http://omeninoquepedalava.com.br. Elas brilham!  
Super Mãe: Qual o significado deste livro na sua vida?
Cassia: Foram mais de três anos de muito trabalho, surpresas e alegrias. Um projeto que despertou em mim lembranças adormecidas e eu adorei reencontrá-las. Eu me esforcei no sentido de trazer alternativas aos meus leitores, estimulá-los a olharem para si mesmos e para a vida, enxergar possibilidades. “O Menino que pedalava” significa coragem e movimento. Um presente que desejo compartilhar.
Super Mãe: Ser sucesso na Amazon foi uma surpresa para você?
Cassia: Meu primeiro livro “Domingo O Jogo”(2010) ficou várias semanas entre os ebooks mais vendidos no Brasil. O romance “Fortuna A Saga da Riqueza” é pouco conhecido no Brasil mas chegou a muitos leitores americanos sob o título “Saga of Wealth”. Ao lançar “Riding” no início de 2015 na Amazon, minha maior surpresa foi ler nos comentários de meus leitores frases como “nunca se sabe o que virá da Cassia Cassitas” , escreveram. “Quando vi seu novo livro, corri comprar”. Eu adorei!
Super Mãe: Você é mãe? Como consegue conciliar sua vida pessoal e profissional?
Cassia: Sim, sou mãe de dois rapazes. Escrever me deixa no maior bom humor, mas nada se compara à maternidade. Juntas combinam muito bem, pois enquanto eles dormem eu escrevo. Tenho livros no carro, na bolsa, tudo se encaixa. E as historias de mães de deficientes que conheci são um forte incentivo. São exemplos poderosos da grandeza que brota no ser humano e faz com que a humanidade avance. Me ensinaram que muitas vezes são nas pequenas decisões do dia a dia, no exercício de olhar para o outro, que encontramos nossa verdadeira realização.
Super Mãe: É difícil ser autora de livros no Brasil?
Cassia: Escrever é a melhor parte. Derramar as ideias nas páginas, instigar o leitor a pensar sobre elas, e de certa forma iniciar uma discussão sobre o assunto é muito estimulante. Distribuir e vender é outro lado da profissão, mais comercial. A boa notícia é que o leitor brasileiro está lendo mais com o acesso a celulares e redes sociais. E o Brasil é muito bom nisso! Esse é o desafio, a oportunidade para os autores brasileiros.  
Super Mãe: Você gostaria de dizer algo mais para as nossas leitoras?
Cassia: Apresentar a historia de André a um público formado por tantas mães é algo muito significativo. De certa forma, a maternidade faz com que nos voltemos aos nossos filhos. Ao agir e sonhar em torno deles, corremos o risco de esquecer de perguntar algumas coisinhas. Até o dia em que eles se voltam para o mundo. Eu acredito que a inclusão social começa por nós, na forma como nos vemos, passa por nossas atitudes diante da realidade. Nas vozes das mães de “O Menino que Pedalava” eu sugiro algumas ideias. Deixo para vocês uma delas:

“Escrevendo e reescrevendo o texto de abertura, a dor de Elizabeth se dissolveu. Ela se deixou envolver pelas palavras derramadas na tela do computador, enrolando-se nelas, cobrindo-se com elas para se aquecer durante a noite. Concluiu que a distância fazia parte da natureza do amor: não segurando nem aprisionando. Só aconchegando. A chegada desse pensamento acalmou seus nervos.”


ENTREVISTA COM A PSICÓLOGA E EDUCADORA MARIANA CALBUCCI


Blog Super MãeMariana, conte-nos sobre você, formação, vida profissional.

Mariana: Comecei a pensar na área educacional, durante a faculdade de psicologia em 2006, enquanto cursava licenciatura. Depois de alguns estágios em áreas como, clínica, recursos humanos, hospitalar e escolas, descobri minha paixão por trabalhar com crianças e adolescentes. Já formada, atuei como professora de educação infantil em algumas escolas bilíngues da região do Morumbi e atualmente coordeno, junto ao meu sócio e companheiro, o Projeto Mãozinha. 

Blog Super Mãe: Atualmente você está envolvida com qual projeto?

MarianaMãozinha - Educação em condomínios. Que acontece nas áreas comuns dos condomínios oferecendo atividades artísticas, esportes, música, teatro e com uma parte educativa e cultural. 

Blog Super Mãe: Como ele funciona? De onde surgiu a ideia de desenvolver essa iniciativa?

MarianaDesenvolvemos atividades que priorizam o exercício ao cooperativismo e a conscientização ambiental, demonstrando às crianças como o mundo está, como o rio poluído e os problemas de se juntar os restos orgânicos com as embalagens. Além de praticarmos o hábito de separar o lixo, temos a elaboração periódica de objetos úteis e brinquedos a partir de sucatas e cuidamos de uma pequena horta. A ideia surgiu, ao notarmos a necessidade que os pais têm de deixar seus filhos em um local de confiança (como o quintal casa) evitar o trânsito e os assaltos frequentes.

Blog Super Mãe: Como as famílias tem recebido esta proposta? 

MarianaMuito bem. Valorizam a questão da segurança e praticidade.

Blog Super Mãe: Quais desafios vocês vem encontrando? 

MarianaMudar a rotina das crianças, por ser uma ideia inovadora.

Blog Super Mãe: É recompensador trabalhar ao lado de crianças e de suas famílias?

MarianaObservar e acompanhar o desenvolvimento das crianças, a formação de princípios básicos, como valores humanos e perceber que as famílias se conscientizam e transformam suas atitudes, é engrandecedor! Nossa parceria com as famílias é muito importante para o desenvolvimento de cada criança, que acompanhamos em sua individualidade.

Blog Super Mãe: Você gostaria de dizer algo a mais para as nossas leitoras?

MarianaSabemos que o mundo tem tido desafios em diversas áreas e que o o futuro depende da educação das crianças. Então, nós adultos, devemos ser o exemplo desta geração. Agir corretamente com o próximo e ter responsabilidade com o meio ambiente, orientando os nossos pequenos. Assim, estaremos no caminho de uma grande mudança.

Para saber mais, fale conosco!

ENTREVISTA COM O DOUTOR JAMAL AZZAM

Dr. Jamal Azzam – Otorrinolaringologista
       
  
Super Mãe: Quais são as doenças mais comuns que as crianças/famílias que buscam o seu consultório apresentam?

Dr. Jamal: Certamente a busca mais frequente é relacionada às alergias respiratórias, principalmente a rinite alérgica e suas complicações: sinusites, má respiração etc. Outra parcela muito grande é dos pacientes que respiram mal pelo nariz devido a desvio do septo nasal e pólipos nasais Também existem crianças com problemas infecciosos repetidos, especialmente quando frequentam escolas ou creches.


Super Mãe: Elas são fruto de falta de informação/prevenção?

Dr. JamalPor incrível que pareça, ainda falta muita informação sobre saúde para população geral. Assuntos graves como ronco e apnéia do sono são praticamente desconhecidos. Problemas respiratórios que tem inúmeras consequências negativas para o corpo humano, como respiração bucal, também não são motivo preocupação, certamente por desconhecimento. Associadamente a isso, temos em nosso país uma cultura quase zero para prevenção de doenças.

  
Super Mãe: No Brasil as informações sobre a área de especialidade do doutor são amplamente 
divulgadas para o público leigo? Há algum canal ou site onde as mães podem encontrar estas informações?

Dr. JamalO último censo do Conselho Federal de Medicina de 2015 mostrou que no Brasil todo apenas 1,7 % dos médicos são otorrinolaringologistas. Esta carência de profissionais, associada ao altíssimo índice de doenças desta área gera um enorme conflito de assistência à saúde e de informações para a população gera. Procuro alimentar com enorme frequência meu site www.jamal.com.br com informações sempre atualizadas e com quase 80 vídeos de TV com entrevistas ao vivo, sempre focando o público leigo. Além do que, em outubro de 2015 lancei meu livro "Ouvidos Nariz e Garganta - cuidados e curiosidades", direcionado para público leigo, com informações diretas e resumidas, com linguagem bastante simples.


Super Mãe: As mães devem levar os filhos para uma consulta com o otorrinolaringologista com qual frequência?

Dr. JamalTodas as crianças que tem problemas repetidos de ouvidos, nariz ou garganta devem consultar um otorrinolaringologista sempre. Para crianças saudáveis, recomendo uma consulta por volta dos quatro anos de idade para exame geral e de audição.


Super Mãe: Em cidades grandes, poluídas, como podemos prevenir o aparecimento de doenças no ouvido e na audição?

Dr. JamalA grande maioria das doenças de ouvidos em crianças são relacionadas aos problemas de nariz: gripes, resfriados ou aumento da adenóide, popularmente conhecida como "carne esponjosa". Então, a manutenção de um nariz saudável é fundamental para evitar os problemas de ouvidos, especialmente nas crianças pequenas. Manter o nariz sempre limpo e umidificado com soro fisiológico ajuda bastante a evitar problemas respiratórios. Inalações somente com soro fisiológico também ajudam bastante, especialmente em períodos do ano em que o clima está mais seco.


Super Mãe: E para as famílias que têm o hábito de usar a piscina. Quais cuidados são necessários?

Dr. JamalO hábito de usar piscina pode levar a infecções repetidas nos ouvidos. Recomendo que todos que tem este hábito consultem de rotina um médico otorrinolaringologista, para exame simples em consultório. Por vezes, pouca cera ou descamações nos canais dos ouvidos podem reter água após a natação e levar a infecções.


Super Mãe: O doutor gostaria de dizer algo mais?


Dr. JamalA busca de uma avaliação com otorrinolaringologista deve ser rotina para a população, tanto para avaliação respiratória, quanto da audição. Como havia dito, recomendo que todas as crianças a partir de 4 anos façam audiometria (teste da audição). Recomendo também que todas pessoas façam audiometria a cada 5 anos e acima de 65 anos este exame deve ser feito anualmente. Além disso, existem diversas alterações em ouvidos, nariz e garganta que passam despercebidos pela maioria da população e um simples exame de consultório com otorrinolaringologista pode ajudar muito.




ENTREVISTA COM GASTROPEDIATRA


Mini currículo da Doutora Mariana Deboni, gastropediatra:

- Médica especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

- Médica especialista Gastroenterologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria

- Médica da unidade de Gastroenterologia Pediátrica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) 

- Pediatra do corpo clínico  do Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

- Médica consultora da FPIES Brasil 


DÚVIDAS COMUNS EM MÃES DE PRIMEIRA VIAGEM

É comum que as mamães de primeira viagem tenham algumas dúvidas simples em relação ao bebê e recorrem às vovós ou até mesmo um profissional de saúde. A gastropediatra Dra. Mariana Deboni, selecionou algumas dúvidas muito comuns e explica porque ocorre e como solucionar. 

Veja abaixo:

1)    Constipação Intestinal ou Prisão de Ventre

Ocorre quando há eliminação de fezes com dor ou dificuldade. Geralmente é acompanhada de aumento no intervalo entre as evacuações. Na maioria dos casos, não há nenhuma doença no intestino. O que ocorre é que ele passa a funcionar de forma muito lenta. Enquanto a aquisição desse ‘modo exagerado’ de funcionamento pode ocorrer de forma súbita, a sua correção exige tratamento prolongado com a ajuda de sua pediatra ou gastropediatra.

Abaixo seguem gatilhos mais comuns para o desencadeamento da constipação intestinal em crianças.

Mudanças na dieta: muito comum quando há a introdução de novos alimentos e troca de leite materno por fórmula.

Infecções febris agudas: nessa fase a criança tende a ficar sem apetite e beber pouca água. Dessa forma, as fezes se tornam mais consistentes.

Retirada das fraldas: quando a retirada é feita de forma precoce, os padrões bizarros de evacuação podem surgir. Lembre-se que não há uma idade mágica para o treinamento. O desfralde é uma conquista da criança.

Mudanças bruscas na rotina: viagem, troca de escola, mudança de casa..

Indisponibilidade de banheiro: cuide para que seu filho tenha sempre acesso a um vaso sanitário limpo. Jamais ensine que usar o banheiro fora de casa é sujo ou ruim. Essas crenças acabam acompanhando a gente por toda a vida.

Adiamento involuntário da defecação: as crianças são muito ocupadas com suas brincadeiras e não gostam de perder tempo no vaso sanitário. Esse comportamento que inicialmente é voluntário, rapidamente torna-se inconsciente e pode atrapalhar muito a vida do seu filho.

2)    Dor abdominal crônica

A queixa de dor abdominal na infância é algo muito comum. Na maioria das vezes ela é do tipo funcional, ou seja, não é decorrente de nenhuma doença do tudo digestivo. Ela ocorre devido a uma hipersensibilidade individual à estímulos fisiológicos (como a digestão, produção de gases e secreção de enzimas). Para que a dor abdominal seja classificada como funcional é preciso observar as seguintes características:

- Ganho adequado de peso e estatura;

- Ausência de sangue ou muco nas fezes;

- Ausência de diarreia;

- Ausência de febre;

- Ausência de anemia;

- Boa disposição para as atividades diárias;

- Ausência de outros sintomas como dor nas juntas, aftas na boca e falta de apetite.

3)    As fezes do recém-nascido

Você já deve ter reparado que as fezes do recém-nascido variam muito durante o dia. Ao nascimento, a primeira evacuação é denominada mecônio, uma espécie de massa pegajosa, preta, que se assemelha a piche. O mecônio deve ser eliminado até 48 horas de vida. Em seguida vem as evacuações rotineiras que variam do amarelo mostarda até tons variados de verde. A consistência é líquida ou semi líquida. Esse é considerado o padrão normal. Já imaginou a dificuldade que seria ter que eliminar fezes moldadas quando se passa a maior parte do tempo deitado? A coloração verde não é considerada um sinal de cólica, e sim uma variação da normalidade. Significa que o seu bebê tem um trânsito intestinal rápido e eficaz.

4)    Quem tem sede bebe água

Quem convive com crianças já deve ter reparado que é cada vez mais comum o hábito de trocar água por sucos, refrescos, refrigerantes e bebidas à base de soja. Poucos sabem, mas esse costume é prejudicial à saúde. Ele aumenta o risco de cáries e obesidade. Além disso, em grandes quantidades, alteram a aceitação da comida, causam dor abdominal e flatulência. Deixe essas bebidas para a hora do lanche. Após as refeições ofereça água (50 – 100 ml para as crianças pequenas e 200-300 ml para as maiores). Dê preferência ao consumo da fruta in natura em vez do suco ou refresco, já que assim as fibras podem ser ingeridas.

5)    Penico ou vaso sanitário


Tanto faz! O importante é a aceitação da criança. Se o pequeno preferir usar o vaso sanitário, deve-se estar atento a alguns detalhes. Para que a evacuação se processe de uma maneira eficaz é importante que os pés estejam apoiados e que o vaso sanitário tenha um redutor de assento (à venda em qualquer loja de artigos infantis). Dessa forma, tanto a musculatura abdominal, quanto a pélvica serão utilizadas. Além disso, oferece mais segurança, já que elimina o risco de quedas. O mercado oferece opções para todos os bolsos. Não precisa gastar uma fortuna, apenas preste atenção nas dicas acima e procure produtos com certificação de qualidade.




ENTREVISTA COM A NEUROPEDIATRA ALESSANDRA FREITAS RUSSO


Doutora Alessandra Freitas Russo é médica, neuropediatra, responsável pelo setor de Neuropediatria da AACD.


Super Mãe: Conte um pouco para as nossas leitoras como é o trabalho de uma neuropediatra.

Dra. AlessandraA Neuropediatria (também denominada Neurologia Pediátrica ou Neurologia Infantil) constitui uma sub-especialidade da pediatria dedicada às doenças ou disfunções do sistema nervoso e do sistema muscular que se manifestam na criança ou no adolescente. O Neuropediatra tem como função essencial o diagnóstico, prognóstico, tratamento medicamentoso, orientação terapêutica e aconselhamento dos problemas neurológicos que afetam a criança ou o adolescente, mas a sua atividade clínica exige frequentemente um contato estreito com outros especialistas não só da pediatria ou da neurologia mas ainda da genética, neurocirurgia, psiquiatria infantil e reabilitação. 


Super MãeComo você conheceu a AACD? Como e para você trabalhar nesta instituição?


Dra. AlessandraA AACD é uma instituição de referência no tratamento da criança com deficiência, então durante a formação ela é sempre citada por professores  ou na literatura especializada. Eu me sinto honrada em trabalhar numa instituição na qual eu acredito e onde tenho a oportunidade de fazer, junto com uma equipe maravilhosa, a diferença na vida dos meus pequenos pacientes.

Super MãeQual o perfil de paciente que a doutora atende?

Dra. AlessandraAcompanhamento (neuro-puericultura) de bebês de risco (prematuros ou bebês que apresentaram qualquer problema ao nascimento), alterações no Desenvolvimento Neuro-psico-motor (DNPM), paralisia cerebral, epilepsia (convulsão), transtornos no aprendizado (dislexias, discalculia), transtornos do neurodesenvolvimento (Transtornos do espectro do autismo, deficiencia intelectual, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).

Super MãeQuais desafios profissionais a doutora encontra no dia a dia?

Dra. AlessandraSão vários, mais o maior desafio está na dificuldade do sistema  público de saúde em atender as demandas de exames complementares e medicamentos usados na minha especialidade.

Super MãeA AACD é seu único local de trabalho?

Dra. AlessandraNão. Atuo também em clínica particular e desenvolvo pesquisa de doutorado na Universidade de São Paulo

Super MãeComo está a neuropediatria no Brasil quando a comparamos com outros países?

Dra. AlessandraEmbora tenhamos enorme potencial profissional (a neuropediatria no Brasil é uma especialidade bastante forte e organizada com boa formação dos médicos atuantes), posso dizer que ainda engatinhamos quando comparados aos países da América do Norte e da Europa, especialmente na área investigativa. O acesso a exames e tratamento de ponta é muito difícil, especialmente para a população de baixa renda.

Super MãeGostaria de dizer algo mais as nossas leitoras?
Dra. Alessandra:  Não tenham  medo de procurar um neuropediatra ou de procurar a AACD. Os 5 primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Qualquer diagnóstico realizado ou terapia iniciada nesta fase da vida terá mais resultado. Na dúvida, marque uma consulta, converse sobre suas inquietações. Eventualmente muitas situações podem ser resolvidas com uma orientação adequada. Cito como exemplo, nosso projeto Bebês de Risco, onde seguimos bebês prematuros e orientamos a família a estimular da melhor forma possível. Nossos resultados são bebês e famílias felizes e sem medo de possíveis sequelas.








ENTREVISTA COM O PSICÓLOGO VICTOR NICOLINO


Entrevistado: Victor Nicolino Faria - Psicólogo e Bacharel em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Fundador da EPCO - Equipe Psicológica Cândido de Oliveira, pesquisador e autor de publicações científicas sobre Psicologia. CRP 06/98407

Tel: (11) 99623-6496

Blog Super Mãe: Neste ano inauguramos uma nova seção em nosso site, chamada Psicólogo Responde. Como você recebeu o convite para fazer parte desta ideia.

Victor Nicolino: Já participei do Blog Super Mãe em outras oportunidades, tanto sendo entrevistado como escrevendo textos para a seção Opiniões de Profissionais. Para mim estas experiências anteriores foram muito gratificantes, pois recebi feedbacks positivos das leitoras. Quando O Blog Super Mãe me procurou para saber se eu gostaria de ser o psicólogo responsável por responder as dúvidas das leitoras, a minha resposta só poderia ser a seguinte pergunta: Quando começamos?  

Blog Super Mãe: No que consiste a seção Psicólogo responde?

Victor Nicolino: Os leitores e leitoras do Blog podem esclarecer dúvidas sobre desenvolvimento infantil, educação, relacionamento com o parceiro ou com os filhos, conceitos de família, etc. Ou seja, toda e qualquer dúvida que tenham e que possa ser respondida pela Psicologia. Basta enviar um e-mail para blogsupermae@gmail.com com sua dúvida e aguardar a minha resposta que será publicada no Blog Super Mãe todas segundas.

Blog Super Mãe: Qual a importância deste espaço?

Victor Nicolino: No dia a dia, quando estamos lidando com nossas famílias, trabalho, filhos e com nós mesmos, surgem várias dúvidas, sentimentos e muitas vezes culpas. Estas questões precisam ser esclarecidas para que possamos seguir enfrente com nossas vidas, dando o nosso melhor para que todos ao nosso redor, inclusive nós mesmos, tenhamos uma vida saudável.

Blog Super Mãe: É possível ser feliz na sociedade em que vivemos?

Victor Nicolino: Esta é uma ótima pergunta! Ser ou não possível alcançar a felicidade vai depender do que consideramos ser felicidade. Se para a Ana, por exemplo, felicidade é a ausência plena de problemas, então para a Ana minha resposta seria não. 

Blog Super Mãe: Como assim?

Victor Nicolino: A felicidade pode ser o estado de espírito do ser humano onde mesmo diante de adversidades há um esforço da pessoa em buscar situações que lhe deem prazer. Felicidade é ser ativo diante da vida, resolvendo os problemas do cotidiano ao mesmo tempo que mantemos nossa saúde física, mental e social. Para tanto a pessoa tem a consciência do que lhe faz bem, lhe dá prazer, e no cotidiano busca equilibrar situações não prazerosas com situações prazerosas. Faz sentido?


Blog Super Mãe:  Então a sua resposta seria que é possível ser feliz?


Victor Nicolino: Sim, sem dúvida! Mas a felicidade não bate à nossa porta ou nos manda uma mensagem via celular. Felicidade é uma construção que passa por nos conhecermos melhor, entendermos nossas emoções e mecanismos psicológicos.

Blog Super Mãe:  A seção Psicólogo responde pode ajudar as pessoas na busca de felicidade?



Victor Nicolino: Claro, pois é através do questionamento dos porquês de fazermos o que fazemos, pensarmos o que pensamos e sentirmos o que sentimos que entendemos melhor a nós mesmos. Desta compreensão podemos ser ativos na construção da felicidade, equilibrando as situações não prazerosas com situações prazerosas. Viver de forma saudável é viver equilibrado! 




ENTREVISTA COM A DRA. KELLY OLIVEIRA

Dra. Kelly Oliveira é formada em medicina pela Unicamp e pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), atualmente cursa Alergia e Imunologia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pediatra e Neonatologista em dois Hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, também atende em consultório particular, localizado em São Paulo. 

Telefone para agendar consulta: (11) 5088-6699. 

Autora do blog Pediatria Descomplicada (www.pediatriadescomplicada.come consultora em amamentação da Lansinoh.  Relacionado a saúde do universo infantil, com várias dicas e orientações da própria Dra Kelly.

Super Mãe: Qual a importância da amamentação para o bebê e para a mãe?

Dra. Kelly: O leite materno é o alimento perfeito para o bebê. O leite materno é um liquido dinâmico e vivo, que varia de acordo com as necessidades do bebê em cada fase da vida (colostro, leite de transição e leite maduro), varia ao longo da mamada e ao longo do dia. O leite materno contém células vivas de defesa e imunoglobulinas que são passadas ao bebê, que o protegem contra infecções. Além disso, o leite materno é rico em ácidos poli-insaturados de cadeia longa, os famosos DHA e ARA, é abundante no leite materno e são responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro e da visão do bebê. O leite materno também é um fator de proteção para alergias, obesidade e diabetes no futuro. Para a mamãe, o leite materno ajuda sim a emagrecer (para alegria das mamães!), pois amamentar (principalmente em livre demanda), promove um gasto médio de 500kcal diárias! Além disse, protege a mãe contra câncer de mama, câncer de colo uterino e útero, além de diminuir o risco da mãe desenvolver diabetes no futuro. Claro que amamentação é muito mais que isso, pois acima de tudo promove o vínculo entre mãe e filho, um carinho e um amor que não tem preço!


Super Mãe: O período de amamentação oferece algum risco do ponto de vista estético (queda das mamas, por exemplo) para as mulheres? Se sim, há alguma forma de evitar tais problemas?

Dra. Kelly: O período de amamentação não fornece nenhum risco estético às mamães, desde que elas façam atividades físicas regulares (após o período de resguardo), e também cuidem da sua saúde e alimentação. Há um aumento da mama natural das lactantes, e essa diminuição acontece depois que a mãe para de amamentar. Mamães com prótese mamária, ou cirurgia de redução de mama podem amamentar sem problemas também.

Super Mãe: Após o nascimento e durante o período de amamentação algumas mulheres desenvolvem depressão pós-parto. A doutora poderia falar mais a respeito?

Dra. Kelly: O blues puerperal acomete até 60% das mulheres no pós-parto e é relacionado a uma condição de fragilidade emocional após o parto. Os sintomas são insônia, choro fácil e alterações de humor.  A depressão pós-parto atinge até 10% das mulheres no pós-parto, e nada mais é que os sintomas de depressão, porém relacionados ao momento após o parto, e que está intimamente relacionada com o momento do nascimento e ter um bebê em casa para cuidar. Os sintomas são mais graves do que somente uma tristeza, labilidade emocional ou sentimento de impotência. A mãe pode ter irritabilidade, fadiga extrema e até pensamentos de se ferir ou ferir o bebê. É uma condição de risco que precisa ser identificada e tratada rapidamente, com especialista.

Super Mãe: Há alguma forma de prevenir essa condição? Medicamentos antidepressivos são utilizados?

Dra. Kelly: A melhor prevenção para essa condição é o apoio da família, do marido, com um suporte familiar que ajude essa mãe e dê segurança a ela. O médico deve estar sensível para essa condição e deve ficar atento caso a mãe apresente algum dos sintomas acima.  O tratamento da depressão pós parto deve ser o acompanhado por uma equipe multiprofissional, com médico, psicólogo, uma boa equipe de apoio, grupos de mães e gestantes também é interessante nessa situação e as vezes é necessário medicar, mas deve ser feito somente pelo médico.

Super Mãe: Qual o papel do pediatra nesse momento da vida do bebê e da mãe?

Dra. Kelly: O papel do pediatra é fundamental, pois ele que vai orientar sobre essa fase da vida do bebê e essa fase para os pais também. O pediatra é responsável por orientar os primeiros cuidados, amamentação, sono, vacinas e as dúvidas que as mães podem ter. Além disso, é um suporte para as mães nos momentos mais difíceis.

Super Mãe: As mães que procuram a doutora em seu consultório estão mais cientes dos cuidados que precisam ter ao engravidar, durante a gravidez e no período pós-parto?

Dra. Kelly: Sim, com certeza, em meu consultório faço a consulta de pré-natal para acompanhamento da gestante antes mesmo do bebê nascer, oriento sobre a rotina do bebê, cuidados com o bebê, o banho, coto umbilical, orientações sobre amamentação, o que esperar, o que fazer e o que não fazer, como é o sono do bebê e o que esperar também, enfim tanta coisa! Considero essencial esse primeiro contato. Tudo isso para que o período entre o nascimento do bebê e os primeiros dias seja prazeroso e não extremamente exaustivos e difíceis para a família como um todo.

Super Mãe: A doutora gostaria de falar algo mais?



Dra. Kelly: A informação é a melhor coisa que podemos buscar nesse momento, e o ideal é que os pais procurem o pediatra antes mesmo de o bebê nascer, para conseguir ter o máximo de informações sobre cuidado com o bebê, amamentação, sono do bebê e tudo que a espera para essa fase. Procurar ler livros, artigos, vídeos e até posts sobre o assunto também é super válido! Além disso participar de grupos de gestantes e mães também é uma opção muito interessante, pois é lá que se compartilham experiências, podemos desabafar e saber que tem outras pessoas passando pelas mesmas dificuldades que passamos.




ENTREVISTA COM A PERSONAL ORGANIZER LÍVIA SOARES


Super Mãe Nossas leitoras se interessaram muito pelo evento que você participou. Conte-nos um pouco mais sobre o evento? Como foi?

Lívia: O encontro aconteceu no dia 29/08/2015 no Hotel BH Palace, Belo horizonte. 
Foi o primeiro evento de Personal Organizer de Belo Horizonte promovido pelo Kza Organizada.
O encontro contou com palestra, dicas e troca de experiência entre os profissionais de organização, como também designer, arquitetos, decoradores e interessados em conhecer mais sobre nosso trabalho. 

2    Super Mãe: De onde surgiu a ideia? Como você conheceu a outra participante, Bianca Duarte Brito?

Lívia: O encontro foi idealizado pela Iraci Laudares que me convidou junto a Bianca Duarte Brito para falar Sobre o Baby Organizer. Conheci a Bianca na Conferência Personal Organizer Brasil em junho deste ano em São Paulo.

Super Mãe: O que é a organização profissional de ambientes?

Lívia: A organização é fundamental na nossa vida, através dela ganhamos mais qualidade de vida, mais agilidade no dia a dia, maior praticidade, evitamos exageros e desperdícios. O objetivo é ter uma vida mais agradável e menos estressante.

O personal organizer é o especialista que põe tudo em ordem de maneira inteligente, deixando os objetos fáceis de achar e ocupando apenas o espaço necessário.

Super MãeComo você entrou em contato com essa profissão? Faz tempo que você trabalha com essa área?

Lívia: Sou formada em Fonoaudiologia pela PUC-MINAS. No ano de 2010 decidir fazer o que me deixasse muito feliz e realizada. Iniciei alguns cursos no SENAC, como maquiador profissional, organização de closet e Consultoria de Imagem. Durante o curso de Consultoria fiz algumas amizades, dentre elas a Cristina Dumont que foi minha sócia na Elégere.

Após a realização de um curso em Brasília sobre estilo, conheci a Oz - Organize a vida em São Paulo, onde me certifiquei como Personal Organizer, empresa filiada a NAPO – National Association of Profissional Organizer e também como Baby Organizer.
Desde 2013 trabalho como Personal Organizer em Belo Horizonte, através da minha empresa “Elégere Personal Organizer”.

Super Mãe: Como a organização profissional de ambientes pode ajudar as mães no dia a dia?

Lívia: A organização permite que a mamãe tenha tudo que for necessário ao seu alcance, evita gastos exagerados e sem necessidade, permite maior tempo com seu bebê e sua família, diminui o stress gerado pela nova rotina.

Super Mãe: Existe algum site com mais informações sobre o seu serviço?

Lívia: Vocês podem acompanhar os meus trabalhos, dicas e novidade pelo site www.elegere.com.br (em breve estará no ar com novo layout e muitas novidade) e também nas redes sociais.

Facebook: /elegereorganizacao
Instagram: @elegere_

Super Mãe: Gostaria de dizer algo mais as nossas leitoras?

Lívia: Gostaria de dizer um pouco mais sobre BABY ORGANIZER.

É uma nova área de atuação do Personal Organizer, específico para o atendimento à gestante. O trabalho consiste na organização do enxoval, na preparação da mala da maternidade e na preparação da casa para a chegada do bebê.

O nosso objetivo é deixar a grávida e todos os envolvidos tranquilos ao final da gestação. Quartinho pronto; malas arrumadas; documentos separados; roupinhas lavadas e organizadas; quarto da mamãe em ordem; casa segura e preparada; rotina da casa definida (lista de compra, tarefas para ajudantes do lar e babás, dicas para receber visitas no pós parto).

Todos sabemos que o nascimento de um bebê é muito exaustivo para a mamãe que se doa em tempo integral, quando, você deixa tudo preparado, você reduz o tempo e o desgaste em organizar o dia a dia E GANHA QUALIDADE DE VIDA.

Obrigada.


Lívia Soares.




ENTREVISTA COM AS PSICÓLOGAS DO NÚCLEO CORUJAS


Entrevista com as psicólogas Luciana Romano e Raquel Benazzi, que fazem parte do Núcleo Corujas - Grupos terapêuticos, cursos e atendimentos clínicos.
Website:http://www.nucleocorujas.com.br/


Super Mãe: Como é o trabalho desenvolvido por vocês no Núcleo?

Psicólogas: No Núcleo Corujas realizamos cursos, palestras, grupos terapêuticos e oficinas para gestantes e mães com bebês. Além disso, temos nossa clínica de atendimento psicológico a todos os públicos, criança, adulto, idoso e orientação a gestante, mães/bebês e familiares. 

Super MãeQual o objetivo desta proposta?

PsicólogasInformar, proporcionar acolhimento, desenvolvimento de estratégias e reflexões às mães e familiares, com base na compreensão das questões e não nos julgamentos e preconceitos. Além de favorecer a troca de experiências com base nos vínculos e diálogos entre as pessoas que participam de nossas atividades.

Super MãePor que falar sobre luto com as crianças?

PsicólogasA morte é inevitável, faz parte do processo do ser humano. A criança deve minimamente se familiarizar com questões de perdas e lutos e se preparar para estas situações da vida, pois só assim conseguirá desenvolver competências e ferramentas internas para superar tais adversidades e ser capaz de lidar de forma mais saudável com os sentimentos da perda que enfrentará mais tarde ao longo da vida. Essa é uma forma de preparar o futuro adulto para este fato inevitável - perda, morte e luto. Claro que devemos enfatizar que a explicação da morte e do luto à criança deve ser feita com uma linguagem adequada a sua compreensão e idade, usando conceitos concretos e expressões reais, sem metáforas e sempre oferecer um espaço de segurança e acolhimento para todas suas expressões de dúvidas e sentimentos. 

Super MãeComo vocês entraram em contato com essa realidade?

PsicólogasMinha mãe sempre tratou da morte de forma mais aberta, conversando delicadamente sobre o tema, ouvindo minhas dúvidas e fantasias e não tratando os rituais de despedida como algo aterrorizador. Aprendi que se a família lida melhor com a morte, a criança – consequentemente - aprenderá a lidar com isso também, mesmo ela sendo difícil e dolorosa.

Ao entrar na faculdade de Psicologia, aprendemos a lidar com as dores emocionais dos outros, o que nos permitiu compreender o sofrimento humanoNossas experiências em hospital, UTIs e clínica nos mostram que a população, principalmente a adulta, tem pavor em conversar e lidar com o tema morte/luto, tendo enorme dificuldade em conseguir falar abertamente e, mais ainda, com as crianças, o que também dificulta a permissão do luto de todos os envolvidos.

Muitas vezes em hospitais e clínicas somos convocadas a mediar essas conversas e ajudar num processo de luto antecipatório, isto é, o luto que já existe antes de haver a perda real, caso comum em doenças graves e longas internações.

Super MãeQual é a formação de cada uma? Vocês são mães?

PsicólogasSomos formadas em Psicologia pelo Mackenzie, com Pós-Graduação em Psicologia Clínica Analítica e em Psicologia Hospitalar. Hoje, nós somos mães apenas em potencial e aspirantes, trabalhamos nessa área e temos a formação para lidar com o sofrimento e dificuldade do ser humano, seja ele qual for, apesar da não experiência mãe-filho pessoal. 

Super MãeHá facilidade nos meios de comunicação para as mães terem acesso às informações sobre como abordar o luto com as crianças?

PsicólogasEsse assunto ainda é visto como tabu e acreditamos que existe pouco espaço destinado a este tipo de abordagem. Porém, observa-se uma procura por profissionais que auxiliam neste processo.

Hoje, com a internet, as informações são disponibilizadas de forma fácil, as pessoas procuram respostas e soluções rápidas. Mas, ao mesmo tempo que esse pode ser um bom caminho é necessário cautela, muita informação sem embasamento teórico, que generaliza situações e categoriza o comportamento como certo ou errado.

Precisamos lembrar que o assunto é peculiar e que, muitas vezes, é preciso entender o aspecto particular e único de cada um enfrentar e sentir estes momentos,

Super MãeComo é o trabalho do grupo terapêutico Núcleo Corujas?

PsicólogasNos reunimos em torno de um tema específico que será discutido pelos participantes com o objetivo de gerar reflexão, criar uma rede de apoio, oferecer um espaço de trocas de experiências e suporte emocional, diálogo, estratégias e vínculos. Assim, em cada encontro abordamos um assunto específico e a partir dele abrimos para conversa, dinâmicas ou atividades com o grupo. Fazemos intervenções e reflexões quando necessário, e deixamos os participantes se expressarem livremente.

Super MãeVocês gostariam de dizer algo mais as nossas leitoras?


PsicólogasQueremos dizer que ter dificuldade em falar de luto com a criança é normal, principalmente dentro da nossa sociedade - que nega constantemente a morte. Não se sinta menos pai ou menos mãe por ter essa dificuldade, olhe para isso com mais acolhimento, compreensão e menos julgamento, procure pensar o que é morte para você, como a compreende e como lida com o luto. Após este difícil exercício, confie que tratar o tema com amor, segurança e mais naturalidade com a criança trará menos sofrimento a ela do que resguardá-la deste assunto, ao inventar mentiras ou simplesmente negar.    




ENTREVISTA COM A DRA. KELLY OLIVEIRA


Dra. Kelly Oliveira é formada em medicina pela Unicamp e pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), atualmente cursa Alergia e Imunologia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pediatra e Neonatologista em dois Hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, também atende em consultório particular, localizado em São Paulo. 

Telefone para agendar consulta: (11) 5088-6699. 
Autora do blog Pediatria Descomplicada (www.pediatriadescomplicada.come consultora em amamentação da Lansinoh.  relacionado a saúde do universo infantil, com várias dicas e orientações da própria Dra Kelly.

Super Mãe: Qual a importância da amamentação para o bebê e para a mãe?

Dra. Kelly: O leite materno é o alimento perfeito para o bebê. O leite materno é um liquido dinâmico e vivo, que varia de acordo com as necessidades do bebê em cada fase da vida (colostro, leite de transição e leite maduro), varia ao longo da mamada e ao longo do dia. O leite materno contém células vivas de defesa e imunoglobulinas que são passadas ao bebê, que o protegem contra infecções. Além disso, o leite materno é rico em ácidos poli-insaturados de cadeia longa, os famosos DHA e ARA, é abundante no leite materno e são responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro e da visão do bebê. O leite materno também é um fator de proteção para alergias, obesidade e diabetes no futuro. Para a mamãe, o leite materno ajuda sim a emagrecer (para alegria das mamães!), pois amamentar (principalmente em livre demanda), promove um gasto médio de 500kcal diárias! Além disse, protege a mãe contra câncer de mama, câncer de colo uterino e útero, além de diminuir o risco da mãe desenvolver diabetes no futuro. Claro que amamentação é muito mais que isso, pois acima de tudo promove o vínculo entre mãe e filho, um carinho e um amor que não tem preço!


Super Mãe: O período de amamentação oferece algum risco do ponto de vista estético (queda das mamas, por exemplo) para as mulheres? Se sim, há alguma forma de evitar tais problemas?

Dra. Kelly: O período de amamentação não fornece nenhum risco estético às mamães, desde que elas façam atividades físicas regulares (após o período de resguardo), e também cuidem da sua saúde e alimentação. Há um aumento da mama natural das lactantes, e essa diminuição acontece depois que a mãe para de amamentar. Mamães com prótese mamária, ou cirurgia de redução de mama podem amamentar sem problemas também.

Super Mãe: Após o nascimento e durante o período de amamentação algumas mulheres desenvolvem depressão pós-parto. A doutora poderia falar mais a respeito?

Dra. Kelly: O blues puerperal acomete até 60% das mulheres no pós-parto e é relacionado a uma condição de fragilidade emocional após o parto. Os sintomas são insônia, choro fácil e alterações de humor.  A depressão pós-parto atinge até 10% das mulheres no pós-parto, e nada mais é que os sintomas de depressão, porém relacionados ao momento após o parto, e que está intimamente relacionada com o momento do nascimento e ter um bebê em casa para cuidar. Os sintomas são mais graves do que somente uma tristeza, labilidade emocional ou sentimento de impotência. A mãe pode ter irritabilidade, fadiga extrema e até pensamentos de se ferir ou ferir o bebê. É uma condição de risco que precisa ser identificada e tratada rapidamente, com especialista.

Super Mãe: Há alguma forma de prevenir essa condição? Medicamentos antidepressivos são utilizados?

Dra. Kelly: A melhor prevenção para essa condição é o apoio da família, do marido, com um suporte familiar que ajude essa mãe e dê segurança a ela. O médico deve estar sensível para essa condição e deve ficar atento caso a mãe apresente algum dos sintomas acima.  O tratamento da depressão pós parto deve ser o acompanhado por uma equipe multiprofissional, com médico, psicólogo, uma boa equipe de apoio, grupos de mães e gestantes também é interessante nessa situação e as vezes é necessário medicar, mas deve ser feito somente pelo médico.

Super Mãe: Qual o papel do pediatra nesse momento da vida do bebê e da mãe?

Dra. Kelly: O papel do pediatra é fundamental, pois ele que vai orientar sobre essa fase da vida do bebê e essa fase para os pais também. O pediatra é responsável por orientar os primeiros cuidados, amamentação, sono, vacinas e as dúvidas que as mães podem ter. Além disso, é um suporte para as mães nos momentos mais difíceis.

Super Mãe: As mães que procuram a doutora em seu consultório estão mais cientes dos cuidados que precisam ter ao engravidar, durante a gravidez e no período pós-parto?

Dra. Kelly: Sim, com certeza, em meu consultório faço a consulta de pré-natal para acompanhamento da gestante antes mesmo do bebê nascer, oriento sobre a rotina do bebê, cuidados com o bebê, o banho, coto umbilical, orientações sobre amamentação, o que esperar, o que fazer e o que não fazer, como é o sono do bebê e o que esperar também, enfim tanta coisa! Considero essencial esse primeiro contato. Tudo isso para que o período entre o nascimento do bebê e os primeiros dias seja prazeroso e não extremamente exaustivos e difíceis para a família como um todo.

Super Mãe: A doutora gostaria de falar algo mais?

Dra. Kelly: A informação é a melhor coisa que podemos buscar nesse momento, e o ideal é que os pais procurem o pediatra antes mesmo de o bebê nascer, para conseguir ter o máximo de informações sobre cuidado com o bebê, amamentação, sono do bebê e tudo que a espera para essa fase. Procurar ler livros, artigos, vídeos e até posts sobre o assunto também é super válido! Além disso participar de grupos de gestantes e mães também é uma opção muito interessante, pois é lá que se compartilham experiências, podemos desabafar e saber que tem outras pessoas passando pelas mesmas dificuldades que passamos.




ENTREVISTA COM EDUARDO ROMAN - PARTE 2


Eduardo Maidana Roman, publicitário e empresário

Perolinhas

Quadros e Posters Criativos



Instagram: @perolinhas_posters


Super MãeComo é a Perolinhas? O que ela oferece ao público?

EduardoPerolinhas é uma loja virtual que nasceu em cima de uma ideia principal - transformar em quadros as pérolas ditas pelos filhos. Daí, o projeto se expandiu para outras possibilidades, com quadros personalizáveis para o recém-nascido, para decorar o quarto e também para presentear amigos e outros papais novos. Perolinhas é focada no universo infantil e prima pela alegria que se expressa na criatividade e nas cores sempre muito vivas.


Super MãeComo o público está recebendo suas obras?

EduardoEsta loja me pegou de surpresa, pois eu sabia que a ideia era diferente, mas não imaginava que a repercussão ia ser tão grande. Os pais que fazem os quadros com as frases dos filhos adoram e ficam muito orgulhosos de verem estampadas na parede um pedacinho da infância dos seus rebentos.


Super MãeGostaria de dizer algo mais as nossas leitoras?


EduardoOs momentos com os filhos sempre foram guardados com fotos ou vídeos. Perolinhas inaugura uma nova forma de retratar um momento tão único e que passa muito rápido. E dar essa possibilidade aos papais de eternizar esta fase me deixa muito feliz.




ENTREVISTA COM EDUARDO ROMAN - PARTE 1


Eduardo Maidana Roman é publicitário e empresário

Perolinhas

Quadros e Posters Criativos



Instagram: @perolinhas_posters


Super Mãe: Eduardo, de onde surgiu a ideia de tornar as frases engraçadas/peculiares dos pequenos em obras de arte?

Eduardo: Quando me tornei pai, naturalmente comecei a ter um envolvimento maior com as crianças. Nessa vivência, percebi que praticamente todas elas tem uma criatividade muito própria, com raciocínios que pegam a gente de surpresa. Somado a isso, notei que muitos pais compartilham essas frases com outras pessoas, principalmente em redes sociais. Aí pensei: Poxa, com frequência a gente vê quadros com frases de auto-ajuda, poesias, etc e por que não fazer com frases dos filhos e que os pais se orgulham? Dividi essas ideia com algumas pessoas próximas que acharam muito inusitada e somente após essas pesquisas, coloquei em prática.


Super MãeVocê já trabalhava com arte? Conte-nos um pouco de você?

EduardoSou publicitário que trabalha na área de criação. Uma área que exige o perfil inventivo. Um talento que identifico em mim desde pequeno, pois sempre fui uma pessoa inquieta e que sempre buscou a visão inusitada das coisas. Mas minha relação com as artes gráficas se desenvolveu no trabalho, onde realmente eu tive contato com a estética e a criatividade visual.


Super Mãe: Qual o seu contato com o mundo infantil? Já é pai?

EduardoMinha relação com as crianças sempre foi muito forte. Mesmo antes de me tornar pai, tinha um apreço e uma identificação grande, pois admiro a pureza e a criatividade que existe naturalmente nelas. Mas foi através da experiência de ser pai que realmente descobri o verdadeiro amor e os infinitos mundos que existem dentro da cabeça destes pequeninos.




ENTREVISTA COM NATALIA WERUTSKY - PARTE 2



Natalia Werutsky atua na área de nutrição clínica, em consultório e a domicílio, especialista em nutrição funcional. Presta consultoria, ministra palestras, treinamento e cursos de culinária (personalizado e em grupos; comercial e familiar). Autora de livros na área de nutrição, saúde e da família. 

Super MãeTransmitir hábitos saudáveis para os nossos filhos e uma tarefa fácil nos dias atuais? 

NataliaNão, mas se for feito desde pequeno, com acompanhamento e exemplo amoroso e frequente é possível sim. Tem que se investir na cozinha, não tem outro jeito. Minhas pacientes que mais tem sucesso, além de passar por consulta fazem alguns cursos para aprender alguns pratos e receber orientação prática.

Super MãeVocê acha que a propaganda de alimentos industrializados atrapalha a alimentação saudável dos nossos filhos? 

NataliaNão, se você não deixar isso influenciar seu filho. O importante é desenvolver hábitos saudáveis na casa, dar uma base alimentar ao seu filho. Além disso, não expor a criança a este tipo de apelo ajuda. Mas sou a favor da proibição destas propagandas. Acho desnecessário e não apropriado!

Super MãeComo você, chef e nutricionista, consegue conciliar os papéis de mãe e profissional? 

NataliaÉ difícil, mas minha prioridade é minha família. Tento encaixar meus trabalhos nos momentos em que minha filha está na escola. Mas minha família também me ajuda bastante quando preciso. Com este equilíbrio e ajuda tenho conseguido trabalhar, cuidar da casa e da minha família.

PARA MAS INFORMAÇÕES, SITES DA AUTORA:



@nataliawerutsky (Instagram)

ENTREVISTA COM NATALIA WERUTSKY - PARTE 1



Natalia Werutsky atua na área de nutrição clínica, em consultório e a domicílio, especialista em nutrição funcional. Presta consultoria, ministra palestras, treinamento e cursos de culinária (personalizado e em grupos; comercial e familiar). Autora de livros na área de nutrição, saúde e da família. 

Super Mãe: Primeiramente, Natália, gostaríamos de agradecer a sua participação. Os leitores do Blog Super Mãe gostariam de saber um pouco sobre você, sua formação e porque escolheu essa área. 

Natalia: Tenho formação em Administração pela FAAP, Nutrição pela São Camilo e Gastronomia pelo Natural Gourmet Institute & Culinary Arts of NYC . Após fazer Administração não me encontrei nos trabalhos que realizei. Sempre me interessei pelos alimentos, seus benefícios e propriedades. Queria aprender mais. Amei, me achei na nutrição. Mas queria mais, foi então que fiz Pós graduação em Nutrição clínica funcional e suplementação. Aprendi muito, mudou minha visão de nutrição. Mas ainda assim faltava algo. Precisa ensinar meus pacientes a comer saudável, orientar, mas também ensinar na prática para que eles pudessem comer com saúde e prazer. Foi então que achei este curso incrível em NYC. Fui, concluí, trabalhei e voltei. Atualmente faço atendimento clínico nutricional domiciliar e em consultório, dou cursos de culinária para grupos e personalizados a domicílio, presto consultoria nutricional e gastronômica para empresas, famílias e pessoas físicas.

Super Mãe: Como surgiu a ideia do seu livro? 

NataliaFui escrevendo, queria registrar meus aprendizados e experiências nesta área. Não achei livros com este visão funcional e saudável da nutrição infantil. Faltava no mercado. Precisava compartilhar isso com as outras mães. Tem sido um sucesso

Super MãeQuanto tempo você levou para produzir esse livro? Você já era autora ou essa foi a sua primeira obra? 

NataliaLevei 1 ano e meio até ficar pronto e lançar. Já sou autora de mais 5 livros na área da família e saúde. Tem dois livros sobre HCV (Hepatite C Viral) e um para gestantes, lactantes e recém nascidos.

Super MãeComo você coletou os elementos necessários para a elaboração desse livro?

NataliaAtravés de pesquisa, leitura de outros livros, conversando com algumas profissionais bem conceituados da área e praticando com minha filha.


PARA MAS INFORMAÇÕES, SITES DA AUTORA:



@nataliawerutsky (Instagram)

ENTREVISTA COM O EMPRESÁRIO MANUEL EGAS - PARTE 2

Super MãeConte-nos um pouco mais sobre a Síndrome.

Manuel EgasA Síndrome da Morte Súbita no Berço é uma tragédia imprevisível, mas, em grande parte evitável.

Vejamos o seguinte:  como pode a Síndrome ser a maior responsável pelos óbitos de recém nascidos no país e ao mesmo tempo ser tão desconhecida?

Mesmo que dela não se conheçam as causas, que ela não apresente sintomas, que a autópsia não revele as  origens, as práticas preventivas são bem fáceis de serem adotadas, e agora com o Travesseiro de Contenção mais ainda. Por que então não difundi-las?

O Brasil ainda tem sorte, em países industrializados o costume de deitar o bebe de bruços faz com que eles tenham índices de óbitos superiores aos nossos, Aqui normalmente costuma-se colocar o bebe deitado de lado e isso por si só faz com que tenhamos índices menores, mas, assim mesmo perdemos perto de 3000  bebês por ano.

Super MãePor que a imprensa não divulga essas informações?

Manuel EgasÉ provável que a grande imprensa  desconheça a própria existência da síndrome, as informações existentes sobre ela são inúmeras, mas, estão reclusas e confinadas ao ambiente da  Internet em nível técnico, ocultas do grande público. É necessário primeiro reconhecer a importância da síndrome para que possa então haver interesse para divulgá-la.

Outro aspecto   é que antes de haver uma solução para o problema a divulgação da síndrome poderia causar outro tipo de síndrome, a do pânico

Acredito que haja aqui também uma avaliação errônea, uma inversão de valores,  ao se considerar números absolutos - um óbito a cada mil nascimento -  pode parecer um número pequeno, sem significado,  porém, a grandeza do número não está na quantidade e sim na importância da vida preciosa que é a de um filho.

Super MãeVocê teria algo a dizer para nossos leitores?



Manuel EgasNão transformem a Síndrome da Morte Súbita em Síndrome do Pânico, informem-se e previnam-se. A prevenção é o máximo que hoje pode ser feito  para que no mínimo, não haja qualquer sentimento de culpa no caso de uma tragédia .

ENTREVISTA COM O EMPRESÁRIO MANUEL EGAS - PARTE 1


Super Mãe: Você representa uma empresa. Com o que ela trabalha?

Manuel Egas: A Odória ( Deusa dos Aromas) é uma  empresa   familiar onde eu, mais duas filhas formadas também em agronomia e uma terceira em biologia resolvemos arriscar desenvolver uma linha  de produtos dirigidos à área do Bem Estar, com materiais ecológicos sustentáveis e na maioria das vezes certificados.

Super Mãe: Qual o seu produto?

Manuel EgasPequeno histórico - O projeto inicial da empresa  tinha um enredo: Um indivíduo hipotético ao chegar em sua  residência após um dia longo e extenuante de trabalho , em que passou vestido desconfortavelmente com terno, gravata ou terninho só desejaria tomar um banho e vestir uma roupa velha e confortável e isto seria perfeito até o momento em que a esposa lhe pedisse pra ir à padaria. Resolvemos então criar um pacote de produtos que além de resolver o problema lhe proporcionaria um dia completo de Bem Estar.

O Pacote de Produtos

Uma grife de roupas confortáveis confeccionadas com tecidos ecológicos denominada ECOCOON que a pessoa poderia ir até em shopping.

Uma linha de Cosméticos Naturais  - Banhos e Águas de Banho; que proporcionassem uma enorme sensação de bem estar.usadas durante ou após ao banho.

Um Travesseiro de Ervas Aromáticas inigualável para um sono tranquilo e reparador e um Aromatizador de ambientes para fechar bem o dia de descanso numa atmosfera de aromas tranquilizadores, uma verdadeira férias diárias.

O Travesseiro de Contenção para bebes veio da correção de rota pela qual a empresa teve que passar.

Ele é um pequeno travesseiro, confeccionado com materiais delicados, antialérgicos, produzidos em ambiente controlado, dentro das boas práticas de segurança higiênicas, desenhado anatomicamente para estabilizar um bebe, de zero a seis meses de idade, deitado de costas não permitindo que ele se vire para outras posições, sem entretanto tolher os demais movimentos naturais do bebe.

Super Mãe:Como você entrou em contato com a Síndrome da Morte Súbita dos Recém Nascidos?

Manuel EgasA princípio foi um tipo  de "insight", algo que me chamou  a atenção de maneira inusitada no meio de um texto em jornal ou revista, já não me lembro bem.  Lembro-me que levei um susto, pois, tive cinco filhos e jamais havia tido a menor noção desse perigo. A partir dai comecei a me interessar pela síndrome  e buscar informações, ficando o assunto entre o misterioso e o enigmático,

Super Mãe: Como esse produto foi desenvolvido?

Manuel EgasTravesseiro de Contenção - Esse o nome  sugerido pela Anvisa. Como os nossos travesseiros eram e são de excelente qualidade, uma empresa do setor automobilístico nos solicitou desenvolver um travesseiro de pescoço para viagem a ser utilizado com brinde. Esse projeto ficou muito bom e o incluímos em nossa  linha  de produtos até hoje. 

Num determinado dia olhando atentamente para esse travesseiro na linha de produção antevi nele a solução para a imobilização de bebês no berço, resolvendo assim o grande problema da Síndrome da Morte Súbita Infantil, que é manter o bebê deitado de costas

Adaptarmos as dimensões do travesseiro e fizemos pequenas adequações para uso por bebês e o produto ficou perfeito.

Super MãeQual  a eficácia dele para que as mães de recém nascidos possam dormir tranquilas?

Manuel EgasSe observadas as instruções de uso contidas no TAG que acompanha o travesseiro ele realmente impede que o bebê saia da posição de deitado de costas, em que foi colocado, para outras posições.

O bebê permanecendo deitado de costas terá segundo pesquisas médicas de 50% até 70% a mais de chance de escapar dos males da Síndrome.



Ainda não temos uma segurança completa, mas esse é o máximo que hoje pode ser feito, e se isso for feito não haverá motivos para qualquer sentimento de culpa no caso de uma tragédia.

ENTREVISTA COM O PROFESSOR DELANE BOTELHO - PARTE 2


Delane Botelho é professor adjunto e pesquisador na área de Mercadologia na Fundação Getúlio Vargas


Blog Super Mãe: Quando os leitores do Blog Super Mãe terão acesso aos resultados da sua pesquisa?

Professor Delane: Ao final de fevereiro de 2015, quando publicaremos os primeiros resultados.


Blog Super Mãe: Dentro da sua equipe há mães pesquisadoras?

Professor Delane: Sim, a aluna de mestrado que está estudando especificamente a culpa é uma mãe de crianças de 7-9 anos.


Blog Super Mãe: O professor acredita que a maternidade pode atrapalhar a vida profissional ou acadêmica de uma mulher?


Professor Delane: De modo algum, é claro que a mamãe terá que administrar muito melhor seu tempo para conciliar todas as tarefas, de mãe e profissional, mas conheço várias mães que são muito bem sucedidas em suas profissões, sendo algumas já vovós ainda bem jovens. E elas conseguiram arrumar tempo para estar juntas de seus filhos, sem a necessidade de “terceirizar” a educação de seus filhos para babás ou outras pessoas.

ENTREVISTA COM O PROFESSOR DELANE BOTELHO - PARTE 1


Delane Botelho é professor adjunto e pesquisador na área de Mercadologia na Fundação Getúlio Vargas.


Blog Super Mãe: Qual a formação do professor? Quais áreas você tem mais interesse enquanto pesquisador?

Professor Delane: Minha formação é engenharia, mas meu mestrado e doutorado foram em administração e marketing. Com o doutorado me especializei em comportamento de consumo.
  

Blog Super Mãe: Conte-nos um pouco da sua linha de pesquisa. O que o professor e sua equipe vem pesquisando?

Professor Delane: Minha linha de pesquisa é sobre comportamento do consumidor, mais especificamente sobre transformative consumer research TCR (pesquisa baseada em teorias que examinam os problemas ao nível do grupo e do indivíduo e oportunidades relacionados ao consumo, com o objetivo de melhorar o bem-estar do consumidor.). Tradicionalmente as pesquisas em comportamento do consumidor visavam entender o consumidor para que as empresas pudessem melhor atendê-los, ou mesmo interferir em seu comportamento, visando o aumento de lucros.  Esta nova perspectiva do estudo do comportamento do consumidor visa primordialmente compreender o bem-estar do consumidor e qualidade de vida de todos afetados pelo consumo


Blog Super Mãe: Como essa pesquisa pode contribuir com o público em geral?

Professor Delane: A pesquisa específica que estamos conduzindo agora refere-se à relação entre culpa e comportamento de consumo de mães, com filhos entre 4 e 12 anos. Muitas vezes a culpa foi estudada como um consequente do consumo (por exemplo, consome-se e sente-se culpado, no típico caso do consumo de chocolates, fast food ou um produto muito caro). Mas agora estamos estudando a culpa como um antecedente do consumo, no caso de mães que têm pouco tempo para os filhos e uma forma de redução desta culpa é via consumo de produtos supérfluos para agradar aos filhos. Nossa contribuição se baseia na compreensão do fenômeno (se isto realmente ocorre e porquê). 


Blog Super Mãe: Há muitas pesquisas nessa área?

Professor Delane: A área de TCR já apresenta bastante pesquisas no mundo inteiro, incluindo temas como vulnerabilidade do consumidor, produtos falsificados, produtos perigosos para consumidores menos favorecidos (produtos mais baratos mas com baixíssima qualidade), carência de bens sociais (como transporte público) etc. Mas a área de estudo de culpa em consumo, sobretudo a culpa como antecedente do consumo, ainda é muito incipiente.

ENTREVISTA COM A PEDAGOGA SONIA NICOLINO - PARTE 2


Entrevistada: Sonia Nicolino - Professora e Pedagoga formada pela Faculdades Integradas Campos Salles.
E-mail para contato: sonianicolino@terra.com.br

Blog Super Mãe: Você conhece a atuação de educadores/professores dentro de cursos pré vestibulares?

Sonia Nicolino: Eu conheço e admiro o trabalho desses profissionais. Eles levam em conta vários estudos da Neurologia e da Psicologia que comprovam que a memória é afetiva. Para que um conteúdo seja fixado na memória de uma pessoa o valor afetivo deste conteúdo pode determinar se ele será bem fixado ou não. Os professores dos cursos pré vestibulares dinamizam as aulas, tornando-as divertidas e atraentes para os jovens. 

Blog Super Mãe: Esse seria um bom exemplo de dinamização do ambiente de ensino?

Sonia Nicolino: Sem dúvida! Dinamizar o ambiente de ensino envolve trazer para o ambiente novas tecnologias que possam facilitar a aprendizagem dos alunos. Trazer a internet para a sala de aula, tornar o conteúdo mais próximo do dia a dia do aluno, e sem dúvida a linguagem do professor podem e favorecem o processo de aprendizagem. A forma como o professor se dirige aos alunos influencia o desempenho do estudante.

Blog Super Mãe: Como assim?

Sonia Nicolino: A forma como o educador se porta em sala de aula determina o interesse do aluno pela matéria. A linguagem do professor, a forma como ele dá a aula, se é brincalhão ou não, se evoca sentimentos positivos nos alunos podem favorecer o processo de aprendizagem do jovem . O exemplo do professor dos cursos pré vestibulares é prova viva do que estou defendendo. Ele sem dúvida é um líder dentro da sala de aula, tem o respeito dos alunos... Mas ao mesmo tempo ele se envolve com eles, sabe as dúvidas, angústias e anseios dos jovens... Sabe o que seus alunos vivem, e por isso mexe com suas emoções. Ele acaba criando um cenário ideal, onde um conteúdo de difícil compreensão acaba pareado com uma brincadeira, um sentimento positivo ou mesmo uma música engraçada. 

Blog Super Mãe: O professor do século 21 precisa se envolver mais com seus alunos?

Sonia Nicolino: Sim, pois se ele não se envolver não poderá cobrar dos jovens que eles se envolvam com o processo de aprendizagem. O professor é um modelo para seus alunos... Um professor frio, distante ou autoritário produzirá em seus alunos comportamentos negativos que irão dificultar o ato de aprender.

ENTREVISTA COM A PEDAGOGA SONIA NICOLINO - PARTE 1


Entrevistada: Sonia Nicolino - Professora e Pedagoga formada pela Faculdades Integradas Campos Salles.
E-mail para contato: sonianicolino@terra.com.br

Blog Super Mãe: Como está a educação no Brasil?

Sonia Nicolino: A educação no Brasil está buscando novas referências, novas técnicas baseadas tanto em estudos produzidos por pesquisadores brasileiros como estrangeiros. Há estudos muito interessantes, buscando dinamizar o ambiente de ensino através das tecnologias. Acredito que podemos tornar o ambiente em sala de aula muito mais interessante para o aluno, estimulando o processo de aprendizagem.

Blog Super Mãe: Como se daria essa dinamização do ambiente de ensino?

Sonia Nicolino: Quando preparo  um material de apoio, uma aula de reforço para uma criança, busco tornar o conteúdo a ser ensinado o mais próximo possível do dia a dia dela. Se a criança perceber a relevância para a sua vida de aprender determinado conteúdo o aprendizado se dará sem grandes sofrimentos. A tecnologia facilita esse processo porque há diversas atividades em aplicativos para celular ou tablet, além de vídeos que traduzem conteúdos de difícil compreensão em atividades interessantes para o aluno.

Blog Super Mãe: As crianças estão mais dispostas a estudar?

Sonia Nicolino: Depende do formato do conteúdo a ser estudado. A internet disponibiliza um mundo de informações para a criança e o adolescente em diferentes formatos. Para todos os gostos. Enquanto isso a escola ainda apresenta dificuldades burocráticas para implementar mudanças no formato das aulas. Muitas alterações, inovações dentro de sala de aula já estão sendo feitas pelo Brasil e pelo mundo, mas nada supera a velocidade da internet. A escola acaba perdendo espaço para outras formas de aprendizagem.

Blog Super Mãe: O que podemos fazer para mudar esse cenário?

Sonia Nicolino: Simplesmente trazer a internet para dentro da sala de aula não é o caminho. É preciso que o professor mergulhe na rede, esteja antenado no que acontece no mundo e como esses conteúdos são retratados nos principais sites acessados pelos seus alunos. Trazer para a sala de aula a conexão entre o que as crianças e adolescentes vêem pela internet e os conteúdos acadêmicos que devem ser ensinados. 

ENTREVISTA COM O PSICÓLOGO VICTOR NICOLINO FARIA - PARTE 2


Entrevistado: Victor Nicolino Faria - Psicólogo e Bacharel em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Fundador da EPCO - Equipe Psicológica Cândido de Oliveira, pesquisador e autor de publicações científicas sobre Psicologia. CRP 06/98407
Tel: (11) 99623-6496

Blog Super Mãe: Como podemos lidar com as pressões do dia a dia?

Victor Nicolino: Como precisamos equilibrar dentro do mesmo dia as vidas pessoal e profissional, acabamos ficando ansiosos para corresponder a todas as expectativas e obrigações. Precisar ser bom em tudo o que fazemos gera ansiedade, por isso precisamos respirar fundo e tentar focar nossa mente na atividade que estamos fazendo, e não naquelas que ainda precisamos fazer.

Blog Super Mãe: Como assim?

Victor Nicolino: Eu entendo a ansiedade como um estado da mente onde estamos vivendo ou o passado ou o futuro, o que fizemos ou o que precisamos fazer. Quando estamos ansiosos nosso corpo reage como se estivéssemos sendo caçados por um grande predador, produzindo um estado biológico de tensão e preparo para a fuga de tal predador. Nosso organismo não é preparado para viver esse estado de alerta 24 horas por dia, por isso a ansiedade constante, típica da vida moderna, desgasta o corpo e a mente. Precisamos focar nossa mente no presente para diminuir a ansiedade.

Blog Super Mãe: Que exercícios nossos leitores podem colocar em prática para diminuir a ansiedade?

Victor Nicolino: Quando estamos fazendo determinada atividade precisamos forçar nossa mente a só pensar e sentir a atividade que está em execução. Se estamos cozinhando,vamos viver o ato de cozinhar: sentir os aromas, as texturas, prestar atenção ao ambiente que nos cerca, degustar cada prato ou tempero... Aproveitar a experiência ao máximo, se entregar a ela como se não houvesse mais nada a ser feito ou vivido.

Blog Super Mãe: Existe de fato qualidade de vida?

Victor Nicolino: A qualidade de vida existe, mas requer esforço para ser colocada em prática e se tornar hábito. Nada na vida é fácil, principalmente aquilo que é saudável. Para um fumante aliviar a tensão é mais fácil através de seu cigarro do que através de autocontrole, por exemplo: Identificar o que nos faz bem, qual a frequência necessária em nossa vida, viver cada momento intensamente, defender hábitos saudáveis podem e sem dúvida alguma geram qualidade de vida para a pessoa. Qualidade de vida existe e precisa ser alcançada por todos nós.

ENTREVISTA COM O PSICÓLOGO VICTOR NICOLINO FARIA - PARTE 1


Entrevistado: Victor Nicolino Faria - Psicólogo e Bacharel em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Fundador da EPCO - Equipe Psicológica Cândido de Oliveira, pesquisador e autor de publicações científicas sobre Psicologia. CRP 06/98407
Tel: (11) 99623-6496

Blog Super Mãe: Como você vê a vida das pessoas atualmente?

Victor Nicolino: Não é fácil viver nos dias de hoje... As pessoas estão sujeitas a muitas pressões, pois a sociedade que nos cerca está o tempo todo exigindo que sejamos excelentes em algo. Precisamos ser excelentes no que postamos nas redes sociais, todos os nossos dias devem ser cor de rosa/perfeitos, não podemos estar tristes, precisamos estar o tempo todo atualizados com as novidades do mundo, precisamos cuidar da aparência e correspondermos aos ideais absurdos de beleza que a sociedade impõe, devemos ser profissionais extremamente bem sucedidos, um parceiro perfeito para a pessoa amada... Não há espaço para o erro, o que é triste uma vez que errar faz parte do processo de desenvolvimento do ser humano.

Blog Super Mãe: O que é a terapia para você?

Victor Nicolino: No meu consultório construo com a pessoa que está a minha frente um espaço de reflexão, onde buscamos entender os porquês de fazermos o que fazemos, sentirmos o que sentimos e pensarmos o que pensamos para que munida desse conhecimento a pessoa possa entender seus mecanismos psicológicos, as variáveis que a levam a agir de determinada forma. Com essa consciência, e se for da vontade da pessoa já que não será o psicólogo a impor uma mudança, passamos a construir estratégias para alterar esses padrões de comportamento, produzindo uma mudança na vida da pessoa.

Blog Super Mãe: Existe preconceito por parte da sociedade em relação a fazer terapia?

Victor Nicolino: Mesmo com a difusão da terapia em diversas camadas da sociedade, ainda encontro pessoas dentro e fora do consultório com algum tipo de preconceito em relação à terapia. Não posso negar que houve diversos avanços em relação à compreensão das pessoas sobre o que é terapia, mas ainda encontramos na boca de pessoas instruídas ou não que “a terapia é para pessoas loucas”, “terapia é só falar para o terapeuta não fazer nada”, “eu devo ser fraco por precisar fazer terapia”, etc. Terapia é um processo de autoconhecimento para que compreendendo melhor como somos possamos nos tornar mais fortes para encarar as diversas demandas da vida.

Blog Super Mãe: Há um tempo determinado para que uma pessoa faça terapia? A terapia precisa ser para a vida toda?

Victor Nicolino: Depende da necessidade da pessoa, do que a leva a procurar terapia. Há questões que podem ser resolvidas a curto, médio e longo prazo. Não gosto de impor à pessoa quanto tempo ela deve fazer terapia, mas sim em um diálogo franco discutirmos os rumos da terapia, tempo de duração e frequência semanal. 

ENTREVISTA COM AS PROPRIETÁRIAS DA EMPRESA PERYLAMPO - PARTE 2

Entrevista com Mariana e Adriana Perylo, proprietárias da empresa Perylampo.

Blog Super Mãe: Vocês são mães? 

Mariana e Adriana: Só Mariana. É mãe do Luís Felipe de 8 anos.

Blog Super MãeÉ difícil para vocês conciliarem os papéis de empresária e mulher? Vocês sofrem algum tipo de pressão ao exercer esses papéis?

Mariana e Adriana: Trabalhar com produção de eventos requer disciplina, responsabilidade e flexibilidade de horários, pois trabalhamos finais de semana e feriados, mas dá pra conciliar, basta organização. Por isso não sofremos pressão alguma. Quando se tem amor, tudo compensa. Conseguimos administrar bem isso. Soubemos nos firmar bem no ramo com muito estudo,viagens e pesquisas.

Blog Super MãeO que vocês diriam para as mães que não acreditam que podemos ser mulheres e profissionais bens sucedidas ao mesmo tempo? 

Mariana e Adriana: Conciliar carreira e maternidade é um dilema entre o público feminino. A mulher contemporânea já não se dedica mais somente à casa e tem direito de ir em busca da realização profissional, como nós e tantas outras fizeram. As duas funções podem muito bem coexistir. A questão é saber organizar bem o tempo para que nenhuma das duas funções fique prejudicada.

Blog Super Mãe: Vocês teriam algo mais a dizer para os nossos leitores? 

Mariana e Adriana: Agradecemos ao blog Super Mãe por ter dado espaço e oportunidade das mães conhecerem um pouco do nosso trabalho, que fazemos com muito carinho. Quem quiser saber mais sobre a Perylampo, basta acessar o site http://www.perylampo.com.br/ e conferir todas as novidades de temas e dicas para que a festa do seu filho seja inesquecível

ENTREVISTA COM AS PROPRIETÁRIAS DA EMPRESA PERYLAMPO - PARTE 1


Entrevista com Mariana e Adriana Perylo, proprietárias da empresa Perylampo.

Blog Super Mãe: Contem para nós um pouco sobre a Perylampo. Como vocês montaram essa empresa? 

Mariana e Adriana:Sempre fomos apaixonadas por festas infantis, talvez pela influência da nossa mãe, Brigite Mello, que tem o dom e o bom gosto com decoração e na organização das produções das festas que fazíamos em casa. Em 2008 decidimos colocar em prática essa paixão e começamos a trabalhar na criação de cenários tridimensionais e decorando festas infantis. As peças ganham vida através das expressões marcantes que exprimimos nelas. A nossa maior premissa é que tudo seja lúdico. Todas as criações são coordenadas por nós duas e executadas por uma equipe de funcionários altamente qualificada e diversa, que conta com ilustradores, programadores visuais, escultores, serralheiros, marceneiros, pintores, dentre outros. Fazemos em média 25 festas por mês e nosso público alvo é de crianças entre 1 e 7 anos.
  
Blog Super Mãe:Quais foram as dificuldades enfrentadas? Quando vocês tiveram a certeza de que estavam no caminho certo? 

Mariana e Adriana: O mercado era muito diferente de hoje em dia. Dificuldades, acreditamos, que a maioria dos empresários passam. Começamos do zero, mas sempre acreditamos no nosso negócio, pois sempre tivemos amor por ele. Vimos que estávamos no caminho certo quando o nosso trabalho começou a ser reconhecido quando os clientes passaram a nos indicar para conhecidos. Essa é a melhor propaganda: a do cliente satisfeito.

Blog Super Mãe Como é trabalhar para mães e crianças, que inevitavelmente tem diversas expectativas sobre o evento que vocês ajudam a tornar realidade? 

Mariana e Adriana:Trabalhar com sonhos é um desafio e nos traz uma responsabilidade muito grande. Cada festa é única, pois sabemos que este momento será eternizado para a vida toda. As mães se sentem mais tranquilas porque veem que nós mesmas cuidamos de cada detalhe da decoração com muita criatividade e inovação. Isso se deve à segurança e consistência que conquistamos com o nosso trabalho.

ENTREVISTA COM VALENTINA NOGUEIRA


Entrevista com Valentina Nogueira, jornalista e mãe

Blog Super Mãe: Como você entrou em contato com o jornalismo? Com qual idade você teve certeza que queria trabalhar nessa área?

Valentina: Sempre gostei muito de escrever, de criar e de elaborar textos que passem informações e até experiências de vida que vivencio. Durante o colegial participava de todas as feiras de leituras que tinham e os professores gostavam muito da maneira como eu escrevia. Foi aí que escolhi o Jornalismo como profissão. Decidi fazer uma faculdade e fiquei completamente realizada com tudo que aprendi! As experiências foram incríveis e os professores mais ainda.

Blog Super Mãe: Quais dificuldades você enfrenta no jornalismo?

Valentina: Como todos sabem, nunca é fácil ser reconhecido em sua profissão. Comigo não foi diferente: já enfrentei barreiras que quase me fizeram desistir do sonho de ser uma jornalista, mas a vontade de estar sempre escrevendo foi maior. A pior coisa que nós, jornalistas, vemos pela frente, é a desvalorização do trabalho; como se o que nós fazemos fosse algo simples, onde qualquer um está apto a fazer. Lidar com isso é bem complicado e o pior: é bem comum.

Blog Super Mãe: Você já é mãe? Como é ser mãe para você?

Valentina: Sou uma futura mãe, de primeira viagem! E a felicidade não cabe mais em mim... Estou esperando meu primeiro filho: Uma linda princesinha que já tomou conta do meu coração em apenas seis meses. Viver essa experiência é sem dúvida alguma a melhor sensação do mundo! É um momento único e nada me abala agora!

Blog Super Mãe: Você consegue conciliar os papéis de mulher, mãe e jornalista? Conte para nossos leitores quais são os prazeres e desprazeres dessa tarefa.

Valentina: Como sou “nova” no assunto “mãe” (risos) está sendo um desafio a mais para eu conciliar tudo isso. Quem já foi mãe sabe que os primeiros meses de gestação são bem difíceis! É dor pra lá, enjoo pra cá... Mas me sinto bem forte por estar esperando a grande razão do meu viver: minha filha mais amada!
Isso me motiva cada vez mais a conseguir conciliar a vida pessoal com a profissional, afinal agora tenho uma menininha para sustentar e o que eu mais quero é que ela sinta tudo isso que estou fazendo por ela. O bom é que grande parte dos trabalhos que tenho para fazer são feitos pelo computador, então consigo trabalhar em casa mesmo, o que super me ajuda!

Blog Super Mãe: Você encontra preconceitos por ser mulher ou ser mãe na sua profissão? Alguma porta já se fechou para você?

Valentina: Sim! Em pleno século XXI é impressionante ver que ainda exista esse preconceito com mulheres exercerem certas profissões. Como disse, é bem comum me deparar com situações como esta: muitas portas já se fecharam para mim por conta desse pré-conceito machista que a sociedade ainda tem. Isso é algo que me desmotiva muito!!! Mas estamos aí, firme e forte atrás dos sonhos!

Blog Super Mãe: O que você diria para as mães que não acreditam que podemos ser mulheres e mães bens sucedidas ao mesmo tempo?

Valentina: Mulheres, queridas mulheres... Como somos fortes, não é mesmo? Não se deixem levar por opiniões bobas e sem fundamento. Quem disse que não podemos ser mulheres e mães e, além disso, sermos muito bem sucedidas?! Essa é a maior bobagem que ouvimos por aí. Conquistamos tanta coisa... Mostramos para mundo que temos a força de um homem e que conseguimos conciliar família com trabalho muito melhor do que eles. Não é a toa que já foi comprovado que amadurecemos bem antes... Já chegamos até à presidência, já queimamos sutiãs em protesto, então porque não acreditar que podemos unir trabalho com família? Continuemos seguindo, queridas!!!

Blog Super Mãe: Você teria algo mais a dizer para os nossos leitores?

Valentina: Nunca se deixem abalar! Lembrem-se sempre que tem alguém torcendo por vocês! Alguém que precisa de vocês fortes a cada dia. Por isso sigam firme, continuem brilhando e mostrando para o mundo o quanto são capazes de fazer a diferença!

ENTREVISTA COM O CINEMATERNA


Entrevistado: CineMaterna é uma associação criada em  2008 que promove o incentivo a cultura e a maternidade, permitindo as mães frequentar o cinema com seus bebês.

Super Mãe: Mesmo com as tecnologias atuais, e a consciência que as pessoas tem sobre a necessidade de incluir todas as pessoas nas dinâmicas da sociedade, por que é tão difícil ver um projeto de inclusão como o CineMaterna para as mães e mulheres grávidas?

CineMaterna: Tenho visto surgirem cada vez mais programas para as puérperas fazerem com seus bebês: rodas de amamentação e bate-papo, dança ou canto com bebê, slingadas (incentivo ao uso de carregadores como slings e wraps, o chamado babywearing, ou “vestir seu bebê”), além de locais de cafés com atividades para bebês. Em cidades menores, a variedade não é ampla, mas é possível encontrar pelo menos um grupo pós-parto. As mulheres têm aproveitado muito o espaço virtual, inúmeros grupos no Facebook, blogs, portais, de onde elas “saltam” para o mundo real e conhecem pessoalmente as amigas. A vantagem da internet é que é amplamente inclusiva. Ainda acho que a maior barreira ao encontro das pessoas no pós-parto é a crença de que o mundo externo pode trazer doenças ao bebê, fazendo com que as puérperas fiquem em casa por semanas ou meses. 

Super Mãe: Qual a importância do CineMaterna para as mães?

CineMaterna: Mães recentes, principalmente as de primeira viagem, costumam ficar muito isoladas. Mesmo sendo uma delícia poder curtir o bebê, não é fácil arranjar programas para adultos-com-mini-acompanhantes. Nossa proposta é convidar esta mãe para um passeio acolhedor, onde ela possa conhecer outras mães na mesma situação e assim voltar a ter uma vida social. Daí a importância de um projeto como esse. O CineMaterna busca reforçar o vínculo entre mãe e bebê. É um espaço onde ela pode se reintegrar socialmente, conhecer outras pessoas no mesmo momento da vida para trocar experiências, compartilhar emoções e desabafar. É um descanso para a mãe e acreditamos que mais relaxada, está mais tranquila para estar com seu bebê.

Super Mãe: Quais são os planos futuros?

CineMaterna: Após cinco anos de fundação, atuamos em mais de 30 cidades de 15 estados, mas muitas cidades ainda possuem apenas sessões mensais. Nessas cidades, o principal é tornar o programa conhecido para cada vez mais mães, para aumentar o público das sessões e pleitear sessões quinzenais junto às redes de cinema. Ao mesmo tempo, seguimos buscando patrocinadores para levar o programa a novas cidades e até novos países! Recebemos continuamente solicitações de mães pedindo para irem também ao cinema com seus bebês e ainda chegaremos em mais cidades brasileiras.

Super Mãe: Que tipos de dificuldades vocês encontraram/encontram?

CineMaterna: Muitas mães têm medo de sair de casa com bebês, especialmente os muito novos. Tirar uma mãe com bebê de casa é nosso maior desafio. Uma outra dificuldade é a falta de tempo mesmo. Como todo início de negócio, demandou tempo, criatividade, esforço, investimento financeiro, persistência. Aprendemos muito do negócio, umas com as outras, com o público, com a equipe e fomos aperfeiçoando. O principal obstáculo foi descobrir um formato de negócio que fosse sustentável financeira e operacionalmente.

Super Mãe: Como as pessoas interessadas em colaborar com o projeto podem entrar em contato?

CineMaterna: Temos uma área no site para que as pessoas se voluntariem: http://cinematerna.org.br/contato.aspx?s=trabalhe-conosco. Nem sempre temos vagas nas equipes, mas fica registrado em nosso sistema e entramos em contato assim que surge uma oportunidade. 

ENTREVISTA COM DR. FABIO MUCHAO - PARTE 2


Entrevistado: Dr. Fábio Muchao - Pediatra e Pneumologista infantil formado pela Universidade de São Paulo - USP. Além de atuar como médico pneumo pediatra, é pesquisador com Mestrado concluído na USP, doutorando pela mesma Universidade, sendo autor de publicações científicas em pneumologia e pediatria. CRM 100688.
Tel: (11) 3205-2461/ (11) 3231-0051

Blog Super Mãe: Quais hábitos devem ser implementados dentro de casa para diminuir a freqüência de problemas respiratórios em nossos filhos?

Dr. Fábio: Manter a limpeza doméstica, conforme descrito acima, abolir o tabaco, evitar excesso de cortinas, tapetes e bichos de pelúcia, manter animais domésticos limpos e, se for o caso, tosados, entre outros fatores.

Blog Super Mãe: Ter um animal doméstico ajuda ou atrapalha a saúde respiratória de uma criança?

Dr. Fábio: Como disse acima, deve-se manter animais domésticos limpos e cães e gatos tosados. Não existe proibição para ter se animais em casa, apenas em casos muito particulares e com uma análise criteriosa do médico em conjunto com a família.

Blog Super Mãe: Para os pais que tem o hábito de fumar em casa, o que o doutor tem a dizer?

Dr. Fábio: A única solução é abandonar o tabagismo, mesmo para aqueles que só fumam fora de casa. Existem tratamentos modernos e eficazes que podem ajudar qualquer pessoa a cessar esta prática tão danosa ao próprio indivíduo e à família.

ENTREVISTA COM DR. FÁBIO MUCHAO - PARTE 1


Entrevistado: Dr. Fábio Muchao - Pediatra e Pneumologista infantil formado pela Universidade de São Paulo - USP. Além de atuar como médico pneumo pediatra, é pesquisador com Mestrado concluído na USP, doutorando pela mesma Universidade, sendo autor de publicações científicas em pneumologia e pediatria. CRM 100688
Tel: (11) 3205-2461/ (11) 3231-0051


    Blog Super Mãe: A maior parte da população brasileira vive em grandes cidades, onde a poluição do ar acaba sendo um problema para nossa saúde. O que podemos fazer no dia a dia para minimizar os efeitos nocivos dessa poluição tanto para nós como para as crianças?

Dr. Fábio: No dia a dia podemos tentar pequenas intervenções como: manter a limpeza doméstica, sempre com panos umedecidos em água para retirar a poeira do ambiente, evitar sair com as crianças em avenidas com intenso tráfego de veículos, manter a hidratação das crianças e quando possível, levá-las para brincar em áreas verdes, preferencialmente longe de locais densamente povoados e poluídos.

          Blog Super Mãe: Quais são os problemas de saúde mais comuns que o doutor encontra no exercício de sua profissão?  Esses problemas estão aumentando de freqüência ou as políticas públicas de saúde tem ajudado a diminuir esses números?

Dr. Fábio: As doenças respiratórias como asma, síndrome do bebê chiador e rinites são as mais comuns. A frequência destas doenças, mesmo com políticas de saúde pública, vêm se mantendo estável, mas o controle delas de uma forma geral melhorou nas últimas décadas com impacto positivo na qualidade de vida, frequência escolar e necessidade de internação hospitalar das crianças.
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     Blog Super Mãe: O Blog recebe relatos de mães que sofrem com doenças respiratórias recorrentes de seus filhos nos primeiros anos de vida, como gripes, resfriados, bronquites, etc. Doenças respiratórias recorrentes são comuns nas crianças? Devemos nos preocupar com elas?

Dr. Fábio: São frequentes, principalmente porque as crianças costumam frequentar creches e escolas desde muito cedo, com isso têm mais contato com vírus que são transmitidos pessoa a pessoa. Porém não podemos esquecer que a frequência escolar contribui muito para o bom desenvolvimento educacional e psicossocial das crianças e a maioria das situações de infecções respiratórias é perfeitamente controlada com um bom acompanhamento pediátrico.

 Blog Super Mãe: Com que freqüência as mães devem levar seus filhos ao médico? Varia de acordo com a faixa etária?

Dr. Fábio: Varia com a faixa etária e com eventuais necessidades particulares de cada criança. Nos primeiros 6 meses de vida, é importante visitar o pediatra mensalmente. A partir desta idade a frequência de consultas deve ser ajustada de acordo com cada caso.

ENTREVISTA COM RENATA NERY BURGO - PARTE 2


Entrevistada: Renata Nery Burgo - Psicóloga, Coach, Escritora e Diretora da Potens Desenvolvimento - CRP 06/72.581
Blog: http://rburgo.blogspot.com.br/

Super Mãe: Há relatos muito positivos de avanços profissionais conquistados através do coaching. E na vida pessoal, ou na área da saúde, como ele funciona?

Renata: Os resultados realmente são surpreendentes, e o cliente tem uma grande participação nesses avanços; pois ele, à medida que vai se conhecendo, desvenda o potencial que existe dentro dele e age em prol do que almeja. O processo de coaching é pautado em metas, e sendo assim, podemos trabalhar com todos os aspectos da vida do cliente. Desde conquistar um relacionamento amoroso, atéo desejo de se tornar bilionário.  

Super MãeComo podemos usar o tempo ao nosso favor para atender todas as demandas que temos no nosso dia a dia?

RenataO tempo é o recurso mais valioso que temos e ultimamente, com tantas informações e tecnologias, não usamos de forma eficiente esse artificio. E hoje, vejo que um dos maiores problemas que enfrentamos é a procrastinação, adiando tudo o que podemos. Para administrar as inúmeras tarefas que temos diariamente, precisamos primeiramente parar e listar os nossos afazeres, seja com trabalhos domésticos, filhos, lazer ou profissionais. A melhor forma de se organizar é relacionar essas atividades, programando-as para os próximos dias e as próximas semanas. Quanto mais temos o hábito de programar nossas tarefas com antecedência, mais fácil fica a administração do tempo. Para quem estiver interessando sobre otimização do tempo, sugiro ler a reportagem do link abaixo:



Super MãeE possível ser mãe e uma profissional bem sucedida?

RenataÉ possível sim, com muita disciplina.  O importante é a qualidade do contato com o seu filho e não a quantidade que ficamos com ele, como em geral pensamos. Isso quer dizer, programe-se para ter um momento somente seu com ele(s), mesmo que você trabalhe muito, separe um domingo à tarde para estar inteiramente com ele(s), sem se preocupar com outras atividades. Leia a reportagem Super-mães profissionais no Blog Super Mãe.

Super MãeVocê teria sugestões de leituras, sites ou vídeos para conhecermos melhor o coaching?

RenataO tema sobre Coaching está bem difundido e existem milhões de artigos interessantes na rede. Esse vídeo explica de forma animada e simples, como funciona o processo de coaching, e como é a interação com o cliente para ajuda-lo a superar desafios:
http://www.youtube.com/watch?v=p3Qz8nO4ur8E entre tantas informações, sugiro o site da POTENS, www.potens.com.br, onde escrevo com frequência. Nele você encontrará artigos, vídeos e áudios relacionados a comportamento humano, coaching e mercado de trabalho.
E claro, estou à inteira disposição de todos vocês para dúvidas ou maiores informações sobre o assunto. Meu e-mail: renata.burgo@potens.com.br

Simplifique sua vida!

Renata Burgo


ENTREVISTA COM RENATA NERY BURGO - PARTE 1

Entrevistada: Renata Nery Burgo - Psicóloga, Coach, Escritora e Diretora da Potens Desenvolvimento - CRP 06/72.581

Super Mãe: O que leva uma pessoa a trabalhar com coaching? E uma vocação para ajudar o outro?

Renata: Há alguns anos, o Coach foi considerado uma carreira em rápido crescimento e excelente retorno financeiro. Assim, muitos profissionais que estavam infelizes no seu atual campo de atuação, buscaram a formação para atuar como uma segunda opção. Eu gostei da área de desenvolvimento humano, sou psicóloga e atuei por 15 anos em recursos humanos de grandes organizações. Acredito que para trabalhar com coaching, além de estudar muito e praticar bastante, você deve amar o ser humano e ter essa vontade de realmente fazer a diferença na vida das pessoas.




Super Mãe: O coaching pode ajudar as pessoas a alcançarem seus objetivos? Como isso ocorre? Quanto tempo leva?

Renata: O Coaching é um processo, com metodologia comprovada cientificamente, que possibilita potencializar o poder pessoal de cada um, aumentando assim os resultados e o alcance de objetivos. Ele também desenvolve competências especificas como proatividade, segurança e comunicação. Existem vários tipos de coaching, mas o mais comum consiste em sessões individuais entre o profissional e o cliente. O processo pode demorar ou não. Isso vai depender da evolução do cliente. Em média, para o Coaching de Vida e Carreira, utilizamos 10 sessões iniciais e se necessário, acrescentamos mais.




Super Mãe: Há momentos em nossas vidas que percebemos que as coisas não estão certas, temos um incomodo mesmo sem saber o que nos incomoda. Esse e o momento de procurar auxílio profissional?

Renata: Sem dúvida, o coaching auxilia pessoas que buscam um sentido maior para as suas vidas, descobrindo um futuro brilhante e atingível. É um processo de autoconhecimento e potencialização maravilhoso, de visíveis e rápidos resultados. É um divisor de águas, que tem a capacidade de transformar a vida das pessoas.